quarta-feira, 22 de março de 2017

ALECRIM

É uma das ervas mais populares do mundo.  
Usada como remédio e tempero desde a antiguidade.
Há registro de milhares de anos atrás com o alecrim sendo usado como uma erva medicinal para aliviar dores musculares, melhorar a memória, o crescimento do cabelo, o sistema imunológico e o circulatório.


A planta cresce durante todo o ano, então está sempre disponível nos mercados.
A versão fresca do alecrim é a que contém mais nutrientes e mais sabor. Na hora de escolher, prefira a erva com folhas verdes claras e sem manchas escuras.

É uma boa fonte de ferro, cálcio, magnésio, fósforo, potássio e vitamina B6

Benefícios

Propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes
O alecrim é rico em antioxidantes como ácido rosmarínico, ácido cafeico, ácido carnósico, ácido betulic, e carnosol. Essas substâncias tem propriedades antiinflamatórias e são fundamentais para neutralizar os radicais livres, evitando danos para o corpo, o envelhecimento precoce da pele e o crescimento de células cancerígenas.

Em função desses antioxidantes, o alecrim é particularmente famoso por suas propriedades contra o envelhecimento, melhorando a aparência e saúde da pele, principalmente quando usado em óleo. As propriedades anti-inflamatórias também atuam nos músculos, vasos sanguíneos e juntas. Auxiliando quem sofre com artrite, gota e pressão alta.

Desintoxicante
Por ser um diurético natural, ajuda a desintoxicar o corpo, colocando para fora patógenos, sais, toxinas e até mesmo o excesso de gordura. Um corpo sem toxinas leva a menor risco de cirrose, problemas no fígado e uma pele mais bonita.

Memória e concentração
Estudos mostram que o alecrim funciona como um estimulante para toda as funções cognitivas, melhorando a memória, concentração e raciocínio lógico. Apesar de ainda precisar de mais pesquisas para explicar como o alecrim atua, é um bom sinal que a erva é usada com estes objetivos há milhares de anos.

Sistema neurológico
Pesquisas apontam que alecrim melhora o sistema neurológico como um todo e evita o envelhecimento cerebral. Ele possui ácido carnósico, que ajuda o corpo e evitar e reverter danos no cérebro.

Sistema digestivo
Entre os benefícios do alecrim está um sistema digestivo saudável. Estudos apontam que alecrim melhora o sistema digestivo como um todo, evitando azia, gases, constipação, diarreia e falta de apetite. Ainda ajuda a regular todo o sistema gastrointestinal e os movimentos do intestino.

Prevenindo câncer
Uma pesquisa publicada no Oncolocy Reports (Relatórios de Oncologia) defende que alecrim ajuda a evitar o desenvolvimento de câncer de mama e leucemia. Outros estudos apontam que alecrim tem propriedades que evitam o desenvolvimento de tumores, reduzindo os riscos de desenvolver câncer.

Antibacteriano natural
Pesquisas também apontam que o alecrim tem propriedades antibacterianas, especialmente úteis contra infecções bacterianas no estômago, que podem levar a úlceras e outras doenças mais graves. Incluir alecrim na dieta diária pode evitar doenças causadas por bactérias.

Contra mau hálito
Como possui propriedades antibacterianas e um forte sabor e cheiro cítrico amadeirado, funciona bem contra mau hálito e higiene oral como um todo. Fazer gargarejo de água quente com algumas folhas de alecrim mata as bactérias da boca e deixar o hálito fresco.

Estimula circulação
Estudos apontam que alecrim estimula a produção de células vermelhas e melhora o fluxo de sangue no corpo, ajudando a oxigenar todos os órgãos vitais e todas as áreas do corpo.

Alívio da dor
Alecrim possui substâncias analgésicas e é usado para aliviar desde a antiguidade. Para dores externas, é possível aplicar óleo ou pasta. Para dores na cabeça, basta ingerir com a comida ou tomar em forma de chá.

Contraindicações

A erva possui uma substância similar à aspirina, chamada salicilato, que pode causar alergia em quem é alérgico ao remédio. 
Também, por aumentar o risco de hematomas, deve ser evitado para quem já tem pré-disposição, assim como que sofre com convulsões.
Ela também pode afetar o funcionamento de alguns medicamentos. Por ser um diurético natural, ela pode afetar o uso de diuréticos e medicamentos com lítio (usado em tratamento de episódios maníaco-depressivos). A erva também pode afetar anticoagulantes e inibidores de ECA.
  

O alecrim pode ser usado fresco, seco, em pó, óleo ou chá.

quarta-feira, 8 de março de 2017

HORTELÃ

Cotada para o preparo de saladas e smoothies, a hortelã, ou famosa menta, possui diversas propriedades medicinais, mas que algumas destas são desconhecidas por muitos. 

Os benefícios da hortelã podem envolver desde efeito relaxante até recuperação e tratamento de queimaduras. O suco pode ser não só consumido em lanches, mas também aplicado sobre a pele, beneficiando os tecidos de diversas formas.

As propriedades da hortelã são buscadas também a partir da aromaterapia, onde é utilizado o aroma da planta para relaxamento físico e mental. Há pessoas que simplesmente tomam o chá, mas há também a inserção das folhas na água do banho, em banheira com água morna, apontado como excelente para aliar o estresse do cotidiano. 

É importante conhecer sobre as propriedades da hortelã e para que serve sua aplicação na culinária, além de ficar por dentro das variedades oferecidas pela indústria, podendo assim fazer uso adequado, com conhecimento para que serve cada opção, como os sucos, óleos, pomadas, chá, e muito mais.

Melhor digestão
Os benefícios da hortelã podem contribuir com um melhor processo de digestão, o que reduz desconfortos estomacais, previne inflamações, evitando mal-estar. Esse efeito positivo é obtido devido aos antioxidantes e fitonutrientes presentes nas folhas. O sabor único da hortelã ativa a ação de glândulas salivares e possibilita o relaxamento dos músculos do estômago, as quais agem positivamente sobre as enzimas digestivas, favorecendo todo o processo de digestão. Cotada para tratar desconfortos estomacais, a hortelã ajuda aqueles que sofrem com problemas intestinais, flatulência e acidez. Para que os efeitos sejam notados, recomenda-se o consumo de uma xícara após as refeições.

Redução de dores de cabeça e náuseas
Se você sofre com esses desconfortos, então ficará feliz em saber que as folhinhas de hortelã podem ser convenientes para a redução dessas condições. As náuseas durante viagens e gravidez podem ser reduzidas com a ajudinha da hortelã, reduzindo impactos sobre o estômago. Esse benefício é demonstrado não só no consumo das folhinhas, mas também com pastilhas e outros produtos de sabor menta que são degustados nessas ocasiões. Sendo apontada como funcional para a redução de dores de cabeça, as folhinhas de hortelã também podem ser esfregadas na região da testa, sendo representativas para a redução de inflamações, enxaquecas, com efeito calmante.

Auxilio a doenças respiratórias
A hortelã é apontada como remédio para tratamento de congestionamento de nariz e garganta, oferecendo alivio aos pulmões e brônquios. O suco ou chá de hortelã pode ser conveniente para a redução de impactos causados por gripes e resfriados. Pessoas que sofrem com asma podem contar com a hortelã para o tratamento de congestão. A rinite e asma são as condições mais comuns que atingem inúmeras pessoas, principalmente nas estações mais frias do ano. Para quem lida com rinite e alergias específicas, a hortelã pode agir sobre o comportamento de histaminas, dessa forma, reduzindo as irritações e sintomas diversos. Ao inalar o cheiro, a planta pode agir como expectorante, sendo uma das formas mais eficientes para obter amplos benefícios, pois pode agir não só sobre as vias respiratórias, mas também reduz dores e estende o efeito calmante para cabeça e corpo.

Reduz dores nos mamilos de gestantes
Há diversas plantas que são contra indicadas para gestantes, mas no caso da hortelã, seu consumo pode ser muito benéfico para a saúde dessas mulheres. A menta é funcional para a redução de desconfortos e dores nos mamilos, consequência muito comum no período de amamentação.

Auxilio contra fadiga
O excesso de exercícios físicos, overtraining e sobrecarga de atividades na rotina podem gerar fadigas, oscilações de humor, e consequentemente até depressão, e esses fatores podem ser prevenidos com a ajuda da hortelã. O cheiro das folhas já desperta o funcionamento cerebral, e a ingestão pode apoiar a renovação energética, reduzindo cansaço, ansiedade e desanimo. Há pessoas que dormem com folhas de hortelã sob o travesseiro, mas há fabricantes que disponibilizam óleo de mentol ou hortelã, que pode ser aplicado no corpo ou no travesseiro, deixando-a agir durante as horas de descanso.

Atua contra a acne
Os problemas com acne e manchas são comuns entre adolescentes, mas ao invés do uso de pomadas e intervenções estéticas, a hortelã se mostra eficiente para efeito antisséptico, anti-inflamatório e antipruriginoso. O suco das folhas pode ser um excelente aliado para a limpeza de pele, e ainda contribui com a redução de cravos e espinhas, melhorando a aparência da pele e saúde dos tecidos. O uso da menta ainda é convencional como repelente para picadas de mosquitos e insetos. Os já citados óleos de hortelã também podem ser aplicados sobre a pele, agindo na prevenção contra as picadas de insetos. O responsável pelos efeitos sobre a pele é o ácido salicílico, que age como esfoliante, hidratante, ajuda os poros a se manterem abertos, além de reduzir a oleosidade.

Prevenção do Alzheimer
Algumas pesquisas comprovaram que os benefícios da hortelã podem contribuir com o melhor funcionamento cognitivo, favorecendo a capacidade de concentração e agilidade mental. De olho na qualidade dos exercícios mentais, as folhas ainda podem estimular e melhorar a aptidão para memorizar, se ingeridas regularmente. O Alzheimer causa efeitos que podem prejudicar o rendimento e comprometer a capacidade de memorização, por isso, a hortelã pode ser uma excelente aliada para a prevenção dessa condição.

Ajuda a perder peso
Cuidar da boa forma não se limita à vaidade, mas também à saúde, por isso, seguir uma alimentação equilibrada e com alimentos funcionais pode reduzir a possibilidade de mal-estar. A hortelã pode ser importante para o estimulo das enzimas digestivas, as quais iram agir para a melhor absorção de vitaminas e minerais, garantindo a nutrição e digestão saudável, induzindo à eliminação de toxinas e substâncias indesejáveis ao corpo, garantindo energia para as atividades e evitando desconfortos. Sabemos que os alimentos devem ser metabolizados de forma adequada, e a hortelã pode fazer parte do cardápio da dieta, sem oferecer prejuízos calorias, e induzindo o uso da gordura corporal como fonte energética, reduzindo as medidas.

Boca saudável
Muitas vezes a pouca atenção e cuidados com a boca pode gerar consequências graves. De olho na saúde bucal, a hortelã pode garantir efeito anti-inflamatório e antibacteriano, os quais são importantes para a prevenção de infecções e condições como mau hálito, cáries e fatores mais graves. A hortelã compõe diversos produtos para cuidados bucais, mas se optar por meios naturais, inserir as folhas em suas saladas já oferecerá grande contribuição.

Redução de cólicas
Muitas mães dão o chá de hortelã para reduzir as dores causadas por cólicas, mas esse benefício também pode ser desfrutado por gente grande. Mulheres que sofrem com cólicas menstruais podem tomar uma xícara de chá de hortelã, pois a planta pode aliviar e ainda reduzir as náuseas causadas durante esses dias. O efeito possibilita que os músculos abdominais relaxem e a tensão sobre o útero seja reduzida.

Fortalece o sistema imunológico
Assim como diversos alimentos naturais, a hortelã pode fortalecer o organismo e auxiliar na imunidade. Ela contém vitaminas e minerais que podem ajudar na proteção do corpo contra possíveis inflamações, infecções e demais interferências externas. Podemos reconhecê-la como fonte de vitaminas de complexo B, C, D, e E, além de minerais como Fósforo, e Cálcio, que são convenientes para uma nutrição completa.

Ajuda na prevenção do câncer
Diversos alimentos são apontados como funcionais para a prevenção de Câncer, por isso, é importante que reconheçamos a contribuição da hortelã, desde que ela seja aliada a uma alimentação equilibrada e rica em múltiplos alimentos contribuintes. As folhas podem oferecer álcool perílico, que é um fitoquímico de efeito representativo para a prevenção de Câncer de mama, próstata, fígado, Cólon, pulmão, e até mesmo pele.

Colesterol
As pequenas folhinhas podem induzir a um melhor funcionamento do fluxo de bile, processo o qual pode possibilitar quebra das moléculas de gordura, fator importante para o controle de níveis de colesterol bom e ruim, e também pressão do fígado. Esse benefício é muito conveniente para aqueles que desejam reduzir o percentual de gordura ou manter a boa forma.

Tônico capilar
O uso de diversas vitaminas e cosméticos pode ser conciliado com a aplicação de óleo de hortelã como fortalecedor dos seus fios de cabelo. O preparo do chá natural, com aplicação de borrifadas, também pode oferecer efeitos positivos para que o cabelo fique hidratado e com brilho. Vale ressaltar que os efeitos podem ser potencializados, se o óleo de hortelã for combinado com demais óleos funcionais, como o óleo de coco, vitamina E, e muitos outros.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Chia

A chia (Salvia hispanica L.) é uma planta herbácea da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia, tanto que é conhecida com "salvia hispânica". Originária do México, suas sementes já eram utilizadas como alimento pelos povos das civilizações da América Central há muitos séculos. A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas a fama notória da chia foi conquistada graças aos seus efeitos sobre a dieta, pois a semente é capaz de favorecer o emagrecimento. Consumi-la significa colher uma lista de benefícios, que incluem desde regular as taxas de colesterol sanguíneo até fortalecer o sistema imunológico.

A chia pode ser facilmente consumida junto a saladas ou na mistura de sucos e vitaminas, além de outras receitas, na quantidade de duas colheres de sopa, que equivale a 25 gramas. Ela contém alto teor de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, tipos de gorduras consideradas benéficas ao organismo, sendo rica em ácido graxo alfa-linolênico, também conhecido como ômega 3.

Ela também contém carboidratos considerados de baixo índice glicêmico, pois aproximadamente 34,4% da porção de 100 g da semente é composta por fibras alimentares. Por fim, a semente ainda contém compostos fenólicos sendo considerada uma fonte natural de antioxidantes. Entre eles estão o ácido cafeico e ácido clorogênico.

Sua semente é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

Mas a chia transborda mesmo em quantidade de fibras, duas colheres de chia contêm 8,6 g delas. Como temos que consumir 25 gramas dessas substâncias ao dia, isso quer dizer que uma porção tem 34% das fibras de que precisamos diariamente! Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ela também carrega:

32% de magnésio
16% de zinco
15% de cálcio
13% do ferro
13% de vitamina B3 (niacina)
12% de vitamina B1 (tiamina)
3% de vitamina B2 (riboflavina).

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios da chia

Ajuda a emagrecer
Um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-se em uma espécie de gel. É só fazer o teste, deixando uma porção de molho num copo para perceber a semente inchando em pouco tempo. Quando é ingerida, a reação é semelhante. Em contato com os sucos gástricos, suas fibras se transformam nesse gel, que aumentam a dilatação do estômago. É esse mecanismo um dos fatores que favorecem a saciedade e, consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.

Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade.

Previne e controla o diabetes
Por conter fibras e aumentar o tempo de liberação da glicose, a chia pode ser relacionada com a prevenção do diabetes tipo 2. Funciona da seguinte forma: a digestão dos carboidratos começa na boca e termina no intestino, onde partes maiores de carboidrato são transformadas em tipos diferentes de açúcar (glicose, frutose, galactose) para serem absorvidos. Quando consumida com fontes de carboidratos (frutas, massas, pães), as fibras da chia têm como efeito a diminuição da velocidade com que o carboidrato sai do estômago e chega ao intestino, para terminar de ser digerido e absorvido, justamente por se transforarem em um gel. Dessa forma, a glicose é liberada lentamente na corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio insulina, necessário para transportá-la até as células, também seja liberado em pequenas doses. A vantagem de tudo isso é que com menos doses desse hormônio circulando no organismo, evita-se assim uma condição chamada resistência à insulina. O quadro ocorre quando é preciso uma quantidade maior do composto para que a mesma quantidade de glicose seja armazenada, e em longo prazo favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Previne doenças cardiovasculares
O consumo regular de chia é capaz de evitar doenças como infarto, derrame e hipertensão graças as suas grandes quantidades de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.

Regula o colesterol
De toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras têm como uma de suas principais propriedades reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicérides na corrente sanguínea. Além disso, as fibras da semente também têm efeito benéfico na diminuição da concentração dos lipídios no sangue, que é o caso do colesterol.

Efeito desintoxicante
Os antioxidantes, como o ácido cafeico, de sua composição, são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedir a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.

Fonte de cálcio
Por ter bastante cálcio, a chia é uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral. Porém, alimentos como tofu e gergelim contêm maiores quantidades de cálcio, e vale consumi-los também.

Protege o cérebro
Ela também pode favorecer as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.

Pele e cabelos mais bonitos
Em sua composição nutricional, a chia também apresenta vitamina A, nutriente que age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução da acne e prevenção do ressecamento da pele. A semente também leva vitamina B2, importante na saúde da pele, unhas e cabelos.

Efeito anticelulite
Já se sabe que a chia contém quantidades significativas de ômega 3 e muitos estudos têm relacionado o consumo desse ácido graxo com a diminuição da inflamação, o que seria interessante para diminuir e evitar celulite, um processo inflamatório do organismo.

Fortalece a imunidade
Por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunológico, a chia é importante para reforçar as defesas, afastando de perto doenças como gripes, resfriados e processos infecciosos. Além disso, por ter nutrientes como fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.

Boa fonte de ferro
O mineral, presente em grande quantidade na chia, é muito bem absorvido nesse alimento. Ele é o principal nutriente na formação dos glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo nosso corpo. A redução desses glóbulos e da oxigenação levam à anemia, fadiga e cansaço, aumenta os riscos de infecções e também se relaciona a uma queda na imunidade.

Quantidade recomendada de chia
Os especialistas dizem que não há uma quantidade diária estabelecida para o consumo da chia. No entanto, estudos conduzidos em humanos que obtiveram resultados positivos utilizaram 25 g da semente, aproximadamente duas colheres de sopa, uma vez ao dia. Cabe salientar que alguns usaram mais. Mas como ela é calórica, o mais recomendado é manter os 25 g diários.

Como consumir a chia
Ela pode ser consumida crua, triturada ou em forma de gel ou na forma de óleo. A semente mantém suas propriedades em todas estas formas de consumo. Veja como usá-la:

Em forma de gel
Deixe uma colher de sopa da semente de molho em 60 ml de água durante aproximadamente 30 minutos. O ideal é consumir o gel assim que ele estiver formado, não sendo recomendado guardar a mistura para comer depois. Depois que a goma é formada, você pode consumi-la na forma pura sem acompanhamentos (ainda que seja pouco comum) ou usá-la no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo e até adicionando à molhos de massas, por exemplo.

Substitua os ovos das receitas
O gel formado pela chia pode ser um ótimo substituto do ovo em receitas. Misturando uma colher de sopa da farinha de chia com 60 ml de água, você obtém uma quantidade de gel suficiente para substituir um ovo em qualquer preparação.

Semente seca
Em vez de produzir o gel, você pode fazer diferente e adicionar a semente a líquidos como sucos, iogurtes e vitaminas. Uma sugestão é comer a porção no lanche entre as refeições, pois um pote de iogurte desnatado (160 ml) com uma colher de sopa de chia contém apenas 70 calorias.

Óleo da chia
Ele pode ser usado para temperar saladas ou para regar a refeição quando já estiver no prato. O aquecimento do óleo de chia não é recomendado, pois o ômega 3 é facilmente oxidado com o calor, perdendo assim suas propriedades.

Na forma de farinha
A farinha pode ser misturada a frutas, sopas, mingaus e sucos de forma mais prática. Esta versão também pode substituir a farinha de trigo no preparo de receitas de pães e bolos. Outra boa pedida é comprar o grão, liquidificar, acondicionar a farinha em um pote e armazenar em geladeira para depois consumir junto da salada.

Chia sozinha ou com outros grãos? Normalmente as pessoas misturam grãos fontes de nutrientes diferentes, para atingir um benefício específico, nem sempre promovido por todos os grãos do mix. Com benefícios à saúde próximos ao da chia, temos a linhaça, o gergelim e o girassol. Mas não é recomendado consumir uma porção de cada uma deles por dia, devido à alta quantidade de calorias que essas sementes possuem. Sendo assim, uma solução pode ser fazer um mix destes grãos e consumir até 25g do mix ao dia.

Compare a chia com outros alimentos
Em relação à gordura, ela só perde da linhaça que contém 32,3 g em 100 g de alimento enquanto a chia tem em sua composição 30,74 g em 100 g. Mas vale lembrar que grande parte dessa gordura é proveniente de ômega-3 e omêga-6, benéficos para saúde e que equilibram as taxas de colesterol.

Se compararmos, porém os ácidos graxos dos peixes de águas profundas, como o salmão, e dos vegetais, existem diferenças. O ômega-3 de origem animal contém mais componentes EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenóico) do que os de origem vegetal, que não produzidos por nosso organismo e trazem mais benefícios à saúde cardiovascular.

A chia contém 631 mg de cálcio em 100 g. Mas vale lembrar que apesar de 100 gramas da semente terem mais cálcio do que um copo de leite integral (234 mg), é contraindicado consumir toda essa quantidade do grão, e o mineral do leite é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Uma porção diária de chia (ou seja, 25 g) tem 158 gramas de cálcio, perdendo para o leite. E seria preciso mastigar muito bem o grão para dispor de todo o mineral que ele contém. Isso torna a semente uma boa opção para quem não pode consumir lactose e precisa de cálcio.

A semente também contém 112 mg de potássio e 84 mg de magnésio em 25 g enquanto o farelo de trigo (obtido como sobra do processo de refino do trigo, que dá origem à farinha de trigo) não apresenta nenhum dos dois micronutrientes. O magnésio é um mineral que não faz falta em pessoas que consomem as cinco porções recomendadas de vegetais, pois é abundante nesses alimentos. Porém, como a maior parte dos brasileiros não consome os 400 gramas de vegetais e frutas diários indicados pelo Ministério da Saúde (cerca de 90% de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE), ela é uma boa alternativa para não perder o mineral.

A chia é considerada uma boa fonte de ferro, pois além de ter o mineral em alta quantidade, ele é mais fácil de ser absorvido na semente do que em alguns vegetais, pois eles acabam presos em uma substância chamada fitato. 25 g de chia contêm 1,93 g de ferro, 65 g de espinafre (o que equivale à quantidade recomendada de folhas verdes escuras para um dia) têm 1,77 g do mineral.

Contraindicações
Não há contraindicação ao consumo da chia, porém suplementos devem ser utilizados somente com prescrição médica ou nutricional.

Riscos
A chia é um carboidrato, apesar de conter fibras, em excesso, pode levar ao aumento de peso, constipação intestinal (principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago.

O consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco.

Fonte: MinhaVida

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Qual a Diferença entre os Tipos de SAL?

Atualmente, pode-se encontrar diversos tipos de sal no supermercado: sal rosa do Himalaia, flor de sal, refinado, defumado, negro, marinho, entre outros. Apesar de todos possuírem sódio em sua composição, existem algumas diferenças entre eles, como a quantidade de sódio e de outros minerais, além de diferenças de textura e sabor.

O sal de cozinha ou “refinado” é o mais utilizado na culinária. O iodo foi adicionado ao sal pela primeira vez em meados de 1920 para combater uma epidemia de hipertireoidismo e o bócio. O sal é processado para remover impurezas, o que reduz os teores de minerais, e por ter uma textura fina pode ser misturado de forma mais homogênea. O sal grosso evita o ressecamento dos alimentos por não ter passado pelo processo de refinamento e apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha.

O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características.

O sal light apresenta um reduzido teor de sódio com 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Geralmente é indicado para pessoas que têm restrição ao consumo de sódio. Entretanto, indivíduos com doenças renais não devem utilizá-lo, pois o aumento da ingestão de potássio pode causar um acúmulo do mineral no organismo, elevando o risco de complicações cardiovasculares.

O sal marinho é mais caro do que o sal de cozinha por ser raspado manualmente da superfície de lagos de evaporação. Não é tão processado, preservando mais os sais minerais. Pode ser grosso, fino ou em flocos e dependendo da região que é retirado e da composição de minerais pode ser branco, rosa, preto, cinza ou de uma combinação de cores.

O sal do Himalaia é encontrado aos “pés” do Himalaia, região que a milhões de anos foi banhada pelo mar. Possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor suave.

Existem diferentes tipos de sais defumados. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o franceses. O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

O sal do Havaí possui coloração rosa avermelhada por causa da presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro.

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro.

A flor de sal contém 10% mais sódio do que o sal refinado. Na elaboração são utilizados apenas os cristais retirados da camada superficial das salinas onde se formam os grãos translúcidos. Possui sabor mais intenso e textura crocante, sendo indicado acrescentar após a preparação do alimento.

O sal kosher é utilizado para preparar carnes kosher, por remover o sangue da carne rapidamente. Não dissolve tão rápido quanto o sal de cozinha e não é iodado.

A tabela abaixo mostra a quantidade de sódio presente nos diferentes tipos de sal.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto deve consumir por dia, 2,4 gramas de sódio, o que equivale a 6 gramas de sal refinado. 
Já a American Heart Association recomenda que a quantidade diária de sódio a ser consumida esteja entre 1,5 a 2,3 gramas para homens e mulheres entre as idades de 9 e 50 anos.
De acordo com o Consensus Action on Salt and Health (CASH), o consumo excessivo de sal está ligado não somente ao aparecimento da hipertensão, mas também a outras doenças, como osteoporose, câncer de estômago, asma e obesidade.


Entretanto, o sal, se consumido com moderação, proporciona ao organismo humano a quantidade necessária de sódio e cloro, proporcionando um equilíbrio hídrico, evitando a desidratação do organismo e preservando a atividade muscular e nervosa.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

AZEITE

Hoje quero falar de um alimento extremamente importante e útil na maioria das dietas, especialmente quando falamos da Dieta do Mediterrâneo.

O AZEITE

As prateleiras dos supermercados apresentam uma grande variedade de marcas e tipos de azeites.
Numa rápida pesquisa é possível encontrar o azeite de oliva, oliva refinado, virgem e extra virgem, entre outros.
Além da diferença de preço entre essas classificações, há diferença no sabor, utilidade e qualidade.
A União Européia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:
Extravirgens; Oliva Virgem; Oliva Virgem Lampante; Refinado e; Oliva.

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM
É obtido de uma única prensagem a frio da azeitona madura, por isso ele é o mais puro e sua acidez é de no máximo 0,8% (os melhores estão entre 0,4 e 0,5%).
Após a prensagem, ele é filtrado, conservando um sabor acentuado.
São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas.

AZEITE DE OLIVA VIRGEM
O azeite de oliva virgem é extraído na segunda ou terceira prensagem da azeitona. Sua acidez pode ser de até 2% e o seu sabor é menos acentuado em relação ao extra virgem e um pouco mais adocicado. Na sua comercialização podem ser denominados “fino”.
Seu principal uso é o culinário.

AZEITE DE OLIVA VIRGEM LAMPANTE
Apresentam acidez maior do que 2% denominam-se.
Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.

AZEITE REFINADO
Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinados ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.

A mistura de azeite refinado com azeites de oliva vingens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atende-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extravirgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.

O Inmetro analisou o teor de gordura e colesterol em diferentes tipos de azeite: virgem, extra virgem e refinado. A análise foi precedida por uma pesquisa da procedência dos azeites importados no Brasil. A partir da pesquisa, foram selecionados “azeites de oliva extra virgens” de 7 procedências diferentes, e “azeites de oliva virgens” de 2 procedências distintas.

Nos azeites de oliva, em geral, os teores de ácidos graxos saturados não ultrapassam 25% do total de ácidos graxos. Isso significa que, em relação aos impactos para a saúde, os diferentes tipos de azeites não têm uma diferença significativa.

Essa análise também esclarece uma dúvida comum: acredita-se que ao esquentar o azeite ele perde as propriedades e fica menos saudável.
Para esclarecer essa questão, o Inmetro também verificou à influência do calor da fritura em relação a perda do perfil de ácidos graxos dos azeites.
Nesse teste, o azeite permaneceu aquecido por 10min e 30s, à temperatura de 170ºC e o resultado evidenciou que não houve variação expressiva.

Entretanto, cabe ressaltar que o uso de um azeite em fritura por tempo muito prolongado pode prejudicar a qualidade nutricional do mesmo e que alguns alimentos, quando fritos, às vezes interagem com o azeite o que também pode alterar o produto.


Micro componentes dos tipos de azeite de oliva

O processamento do azeite de oliva influencia na concentração de antioxidantes, substâncias que protegem o organismo contra agentes externos e no desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares e o câncer.

O azeite de oliva extravirgem contém uma maior concentração de antioxidantes do que os azeites de oliva refinados. Os principais antioxidantes do azeite de oliva são os derivados fenólicos (tirosol e hidroxitirosol), esteróis livres e seus precursores, o esqualeno. 

O azeite refinado em função de seu processamento perde uma parte desses microcomponentes, mas mantém a mesma composição de ácidos graxos dos azeites virgens. 

Veja as diferenças:
O azeite de oliva extravirgem tem 330 mg de vitamina E/kg e 400 compostos fenólicos diferentes.
O azeite de oliva refinado contém 220 mg de vitamina E/kg e 80 compostos fenólicos. A menor concentração de compostos fenólicos e vitamina E do azeite refinado diminuem a  estabilidade do produto quando comparado com o virgem.

A composição de ácidos graxos, responsável por importantes benefícios à saúde, é semelhante nos dois tipos de azeite.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Frutas Vermelhas

O que amoras, framboesas, morangos, cereja, uva escura, romã, blueberry e cranberry têm em comum?


Além de serem deliciosas, são classificadas de frutas vermelhas e, devido ao seu alto teor de antioxidantes, alcançaram o status de MEGA ALIMENTOS. 

Suas cascas de cores que vão de vermelho a arroxeado são ricas em flavonoides, antioxidantes que neutralizam a ação dos radicais livres e nos ajudam a combater o envelhecimento precoce da nossa pele.

Os benefícios dessas frutas bonitas e saborosas não param por aí. 

Os antioxidantes têm ainda papel importante na melhoria das funções cerebrais, do sistema imunológico e da visão. 

As antocianinas das frutas vermelhas, por sua vez, tanto ajudam a diminuir o desenvolvimento de tumores como também melhoram o funcionamento do cérebro.

5 principais frutas vermelhas que ajudam a emagrecer

  • Goji berry
  • Framboesa
  • Morango
  • Melancia
  • Amora


Cranberry
A Cranberry, uma fruta não muito conhecida no Brasil, é bastante procurada e consumida pelos mercados americano e europeu.  É famosa pelos benefícios à saúde do trato urinário.

A romã é uma ótima opção para fonte da juventude e beleza. Além, de ser uma fruta deliciosa, é cheia de nutrientes, possui propriedades terapêuticas que beneficiam a saúde e a beleza de quem a consome. Sua polpa é rica em fibras, vitaminas e minerais, que auxiliam a eliminar o mau colesterol.

Goji Berry
A novidade fica por conta das "Goji berries", frutas vermelhas parecidas com uvas, originárias do noroeste da China e do Tibete. Bem aceitas, têm sido utilizadas para fins medicinais é como um MEGA ALIMENTO. 

Além de serem ótimas fontes de antioxidantes, as goji berries são fontes de minerais e vitaminas como ferro, selênio, zinco, fósforo, cobre e das vitaminas B1, B2, B6 e vitamina E. Têm efeito protetor contra doenças cardiovasculares e inflamatórias.

Mirtilo ou Blueberry
O blueberry (ou mirtilo), apesar de ter cor azul, pertence à família das frutas vermelhas e é um fruto que contém muitos antioxidantes, estes consistem num grupo de minerais e vitaminas. O consumo de blueberry traz benefícios à nossa saúde, como a melhora a nossa memória e coordenação motora. 

A quantidade diária de consumo das frutas vermelhas deve ser de três a cinco porções, de preferência variadas e in natura, para evitar o desperdício de algumas propriedades. 

Uma boa opção é comê-las para substituir doces, que geralmente são excessivamente açucarados, enquanto elas são adocicadas e muito mais saudáveis.

Para termos todos os benefícios dessas frutas, precisamos consumi-las in natura, ou seja, na forma de polpa congelada ou desidratada. 

Uma boa dica é colocar as frutas vermelhas em saladas de frutas ou misturadas em iogurtes. É uma excelente (e deliciosa) opção de lanche entre as refeições!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

As Frutas Mais Completas

Há uma pergunta, entre as diversas que me fazem que é recorrente? Qual fruta devo consumir?

Muito além de alimentos gostosos e naturais, as frutas são ricas em diversos nutrientes que oferecem benefícios incríveis e, principalmente, essenciais para o organismo, quando o objetivo é alcançar a tão sonhada qualidade de vida.

Além de todos os fatores nutricionais, ao contrário do que muitos pensam, as frutas ajudam e muito nas dietas mais eficazes de emagrecimento, já que reduzem a vontade de comer doces.

Ou seja, desde que haja equilíbrio, esses alimentos devem sempre fazer parte de uma rotina alimentar.

Dê preferência às frutas orgânicas

Um estudo apresentado pelo Rodale Institute, organização americana dedicada à pesquisa das melhores práticas agrícolas, confirmou, através do relatório "The Farming System Trial", a superioridade do sistema orgânico em relação aos alimentos fabricados com técnicas e produtos artificiais. "Para a saúde do solo por si só, a agricultura orgânica é mais sustentável do que a convencional. Quando se considera também a produção, viabilidade econômica, o consumo de energia e a saúde humana, é claro que a agricultura orgânica é sustentável, enquanto as atuais práticas convencionais não são", afirma o instituto em sua página eletrônica.

VEJA A LISTA SEGUIR COM AS 10 MAIS CONSUMIDAS NO BRASIL

Banana
Rica em vitaminas do complexo B e C, a fruta mais brasileira de todas contém triptofano, elemento que aumenta os níveis de serotonina, controlando o desejo por doces. "As bananas, que muitos acreditam ter muitas calorias, oferecem um número bem razoável: uma unidade grande fornece apenas 120 calorias. Quando você precisa (ou deseja) perder peso, trocar uma caixa de bombom por uma fruta doce e suculenta pode ajudar muito!", acrescenta Giovana.

Maçã
Auxilia a manter os níveis de colesterol estáveis, pois contem pectina, que dificulta a absorção das gorduras e também da glicose. Como também tem uma grande quantidade de potássio, ela elimina o sódio e o excesso de água retida no corpo. Além disso, a maçã é rica em vitaminas B1, B2 e niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro.

Melancia
Super hidratante, por ser composta por mais de 80% de água, a melancia é uma das frutas que mais contém vitaminas do complexo A e B, além de promover uma verdadeira limpeza tanto no intestino, como no estômago.

Abacate
A gordura monoinsaturada presente nessa fruta é responsável por elevar o colesterol bom no organismo. Além disso, o abacate auxilia a saciar a fome e estimula a cicatrização. Por ser rico em vitamina E, é bom para pessoas com doenças cardiovasculares e reforça também o sistema imunológico.

Uvas
O seu bagaço reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do resveratrol. A uva também contém flavonoides, que são antioxidantes e combatem o mau colesterol.

Pera
A fruta é rica em vitamina A, C, vitaminas do complexo B, fibras e água. Ela também é um poderoso diurético, combate os gases estomacais e intestinais e contém apenas 98 kcal.

Laranja
Muito famosa por seu alto teor de vitamina C que fortalece o sistema imunológico, a laranja também é rica em muitos outros compostos anticancerígenos.

Melão
Ajuda a estabilizar a pressão arterial, e possui níveis elevados de vitamina C, vitamina A, vitamina B6-, potássio, niacina, fibra dietética, e ácido fólico.

Morango
Rico em antioxidantes, o morango ainda é amigo do coração, por conter também antocianinas. Além disso, possui poucas calorias (cerca de 4kcal por unidade) e retarda o envelhecimento.

Abacaxi
Rico em bromelinas, o abacaxi auxilia na digestão, especialmente de proteínas, além de conter um poderoso efeito cicatrizante. Também contem poucas calorias e muita água em sua composição.