domingo, 17 de fevereiro de 2008

Estilo de Vida II - Estresse, Má Alimentação e Câncer


Hoje minha conversa é com as "meninas".
A notícia vem d elonge, mas ainda assim não deixa de ser preocupante. Recentemente alguns jornais publicaram que a incidência de câncer de mama na China tem aumentado e que dois fatores tem contribuído para tal: estresse e má alimentação.
Já havia citado anteriormente sobre os riscos de se levar uma vida estressante, porém, ao ler a reportagem, me vi na obrigação de mais uma vez alertar sobre o assunto.
A reportagem diz: "A incidência do câncer de mama aponta uma preocupante tendência de alta na China A combinação de uma dieta alimentar ocidental com o maior cansaço gerado pelo ritmo de vida e o estresse no trabalho originaram 200 mil novos casos ao ano(...)" "(...)a incidência e o índice de mortalidade do câncer de mama nas maiores cidades do país aumentaram em 37% e 38,9%, respectivamente, durante os anos 90(...)".
Como vêem, o progresso chinês não é tão "bom" assim. Aliás, há muito que o crescimento mundial, tanto econômico quanto populacional, tem trago danos terríveis, seja diretamente ou indiretamente.
Estamos vivendo numa era onde o que é mais relevante são os "bens materiais" e não o "bem comum".
Cobranças, metas, trabalho exagerado, refeições rápidas, pobres nutricionalmente e ricas em calorias e conservantes e demais produtos químicos que atuam como flavolizantes (sabor) e aromatizantes, sem contar a tão presente disputa de mercado, concorrência.
Quantos não desejariam ter dias mais longos? 30 horas ou mais? Para poderem fazer tudo o que devem num dia, além de descansar, fazer uma boa refeição etc.
Quantos aqui, mesmo quando estão de "folga", ainda estão trabalhando? Pensando no que farão no dia seguinte? No que deixaram de fazer? Ou no trabalho que farão ao chegarem em casa?
Enquanto isso, a saúde vai se degradando, o corpo literalmente suspirando.
Some-se a isso a presença do fumo, bebidas alcoólicas, falta de atividades físicas, ausência quase que completa de lazer, isso para dizer o mínimo.
Não precisamos de máquinas para nos substituir, porque já nos tornamos organismos mecanizados socialmente.
Estamos a cada dia recebendo alertas e a cada dia no acomodando, conformando e aceitando-os como normais.
É preciso rever, reavaliar seu estilo de vida, antes que seja tarde.

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