sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Acelere Seu Metabolismo

Para entender melhor, imagine que, enquanto você lê este post, seu organismo está trabalhando a pleno vapor, em inúmeras tarefas, simultaneamente. Todas elas bastante pesadas: gerar energia para as nossas atividades a partir das substâncias obtidas dos alimentos, sintetizar hormônios e enzimas, destruir células velhas e criar outras novinhas em folha para substituí-las, entre outras inúmeras funções que certamente tomariam toda esta página para serem detalhadas. Cansou só de pensar? Pois é justamente o metabolismo o responsável por todas essas reações bioquímicas essenciais à nossa sobrevivência.
Do total de energia gasto por uma pessoa em um dia, cerca de 60% é usada para a manutenção das atividades vitais, como respirar e manter os batimentos cardíacos.
Abaixo, algumas dicas para você acelerar seu metabolismo e emagrecer com mais facilidade:

Saia do sedentarismo
A prática de qualquer atividade física, já aumenta o gasto energético. Mas as vantagens de sair do sofá e assumir uma vida mais ativa não param por aí, porque o exercício regular ajuda a manter o metabolismo funcionando continuamente. Além disso, auxilia na transformação da glicose e da gordura em energia, sem a necessidade de produzir o hormônio insulina, que ajuda a engordar. Você provavelmente já ouviu isso antes, mas, vale trocar o elevador pelas escadas, descer do ônibus um ponto antes ou ir a pé até a padaria, todos os dias pela manhã. Já é o suficiente para dar um empurrãozinho no seu metabolismo.

Praticar musculação
Qualquer exercício físico traz benefícios à saúde, porém a musculação maximiza os resultados e aumenta também o metabolismo. Ela aumenta o volume do músculo e esse ganho, por si só, é capaz de impactar de forma positiva o ritmo natural do nosso corpo. O músculo precisa de mais energia para se manter vivo, ao contrário do tecido gorduroso. Por isso, é capaz de queimar calorias até quando estamos em repouso. Por isso, quando aumentamos a massa muscular, aceleramos a taxa metabólica, que tem a ver com o gasto de energia diário. Quem não tem indicação para musculação, pode entrar nas aulas de ginástica localizada que é uma excelente opção. Para quem nunca praticou, a dica é começar o mais rápido possível, pois, em qualquer idade, é possível perder tecido gorduroso, substituindo-o por músculos. Para quem já pratica, a ideia é aumentar o peso gradativamente, experimentando novos exercícios e permitindo que o metabolismo seja frequentemente estimulado.

Invista nas fibras
Já ouvir falar em termogênicos? São alimentos de digestão mais difícil e que, por isso mesmo, obrigam o organismo a gastar mais energia no momento de processá-los. Alimentos muito processados são de digestão mais fácil e normalmente oferecem mais calorias. Já os alimentos ricos em fibras, que exigem maior esforço em todo o processo de digestão, desde a mastigação, auxiliam no emagrecimento, pois o gasto energético envolvido nesse processo é muito maior. Quanto mais difícil a digestão, maior o valor termogênico do alimento e, consequentemente, o gasto calórico para processá-lo, o que gera um aumento e aceleração do metabolismo. Os chás, ricos em substâncias estimulantes, pimenta-vermelha e do gengibre, entre outros alimentos são produtos termogênicos.

Consumir carboidratos regularmente
Os carboidratos fornecem a matéria prima que, transformada em energia, permite que o corpo realize todas as suas atividades normais. Além disso, são eles que dão combustível aos músculos. Os carboidratos são fundamentais para que a gordura seja decomposta e metabolizada e o indivíduo emagreça. O segredo para manter a saúde e não engordar é acertar na quantidade e na qualidade dos carboidratos que consome. Nesse sentido, os feitos de grãos integrais – arroz e pães, por exemplo – e os alimentos de origem vegetal não refinados – legumes, frutas e verduras – são, de longe, as melhores pedidas.

Não corte proteínas e gorduras da dieta
Não adianta só colocar a quantidade certa de carboidratos e você não contar com os benefícios de outros grupos de alimentos. A melhor dieta é aquela que combina todos os tipos de nutrientes, em porções adequadas. Dietas restritivas, que sugerem cortar por completo o consumo de carboidratos, proteínas ou mesmo gorduras certamente vão trazer prejuízos à saúde. A ingestão de proteínas, por exemplo, diminui a velocidade da digestão dos carboidratos, quando o consumo das duas substâncias é associado, prolongando a energia e o metabolismo por mais tempo. As melhores proteínas são as magras, obtidas a partir do consumo da carne de peixe, feijão e derivados da soja, entre outros. No grupo das gorduras, fique com as insaturadas, que estão presentes, por exemplo, no abacate, na azeitona, nas nozes e nos grãos de soja.Quando as proteínas/gorduras estão acompanhadas dos carboidratos, elas ajudam a estabilizar o nível de glicose no sangue, aumentando a sensação de saciedade e impedindo que você coma mais do que precisa e, consequentemente, engorde.

Fazer mais refeições por dia
Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a função primordial do organismo é a manutenção da vida. E o organismo se adapta à diversas situações rapidamente, o que explica que após um intervalo grande nas refeições, ele dá um jeitinho de fazer uma reserva de combustível, prevendo uma emergência. O jejum prolongado é sempre interpretado pelo organismo como um período de escassez de alimentos, uma ameaça à sobrevivência. Por isso, o ideal é fazer refeições menores e mais frequentes, alimentando-se a cada três horas. É justamente o fornecimento contínuo de nutrientes que permite ao metabolismo manter-se acelerado o dia inteiro.

Coma sempre nos mesmos horários
Mesmo que não consiga fazer mais do que três paradas diárias para se alimentar, tente, pelo menos, estabelecer horários para isso. Defina, por exemplo, que almoçará todos os dias entre 12h e 13h. E tente perseguir essa meta, como um desafio pessoal dos mais importantes. O princípio aqui é que o corpo saberá mais ou menos quando receberá um aporte extra de energia e não fará tantas reservas. Se sua rotina for extremamente desregrada, é muito provável que o organismo dê uma desacelerada total para impedir que falte combustível para as atividades essenciais.

Dormir bem
Passar oito horas por dia na cama parece uma tremenda perda de tempo? Pois saiba que esse cuidado é fundamental para manter todo o organismo funcionando com 100% da capacidade. O sono atrasado interfere na função do corpo de metabolizar os carboidratos e, por isso, você já acorda sem energia, o que diminui muito a disposição para todas as atividades. Sem seu principal combustível, o metabolismo entra em marcha lenta. A falta de uma boa noite de descanso, que proporcione sono profundo, influencia ainda a produção do hormônio do crescimento que, na fase adulta, ajuda a regular a proporção entre massa magra e gordura, auxiliando na constituição dos músculos. Sem esses hormônios, você perde massa magra e o metabolismo fica drasticamente prejudicado.

Beba muita água
Todas as nossas células contêm água e, da mesma forma, as reações químicas do corpo dependem dela. Ela é, portanto, fundamental para a nossa sobrevivência, para a queima de calorias e para garantir que o metabolismo continue funcionando 100%. Além disso, se estivermos desidratados, nossa disposição e o vigor com que realizamos as atividades físicas também diminuem muito. Assim como é importante manter uma dieta balanceada, a água é fundamental para um melhor aproveitamento de carboidratos, gorduras e proteínas, que são o combustível do nosso metabolismo.

Quais as Diferenças Entre os Leites A, B e C?


Os leites dos tipo A, B e C possuem praticamente a mesma composição nutricional. A diferença entre eles está no tipo de rebanho, ordenha, processo de obtenção e número de bactérias presentes após pasteurização.

A Instrução Normativa no 51, de 18/09/2002, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, contém os regulamentos técnicos de produção, identidade e qualidade dos diferentes tipos de leites, descritas a seguir:

O leite tipo A é obtido de um único rebanho e não há contato manual com o leite em nenhuma fase do processo, ou seja, a ordenha é mecânica e o leite segue por tubulações diretamente para o compartimento onde sofre pasteurização, homogeneização e envase. O número máximo de bactérias permitido para este leite é de 500/ml.

O leite tipo B é obtido de rebanhos diferentes e sua ordenha pode ser realizada mecânica ou manualmente. O leite deve ser refrigerado no próprio local da ordenha (propriedade rural) por até 48 horas em temperatura igual ou inferior a 4ºC e transportado em tanques até o local apropriado, onde será processado. O número máximo de bactérias permitido para este leite é de 40.000/ml.

O leite tipo C tem a mesma origem e tipo de ordenha do leite tipo B. Entretanto, não é refrigerado na fazenda leiteira. Após a ordenha, o leite é transportado em tanques até um local apropriado (estabelecimento industrial) até as 10:00 h do dia de sua obtenção, onde só então é processado, seguindo os prazos estipulados por lei. Este processo eleva bastante o número de bactérias presentes no leite, que pode chegar, por determinação da lei, a 100.000/ml.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Universo Masculino...Uma Abordagem sobre a Anorexia


De tempos em tempos, posto aqui algo sobre anorexia. Acho relevante tratar do assunto porque a cada dia o número de casos aumenta mais, e agora, com um agravante, tem crescido entre homens. E, pensando no "universo masculino", que hoje venho tratar do assunto mais uma vez.

Ela age silenciosamente, mas os danos que provocam ao organismo são intensos. Distúrbio alimentar grave, a anorexia traz sérias complicações ao organismo quando não é tratada a tempo. A doença pode comprometer diversas funções vitais, tais como o funcionamento do intestino e do estômago, anemia, problemas cardíacos e, em casos mais graves, pode levar à morte. “As consequências da anorexia nervosa no organismo dependem dos meios que o paciente usa para alcançar seu objetivo de perder peso. Se a pessoa toma muito laxante, terá problemas no intestino ou se faz exercícios em excesso, pode perder massa muscular. Tudo vai depender de como ela faz para eliminar a gordura que acredita ter“, explica Adriano Segal, Diretor de Psiquiatria de Transtorno Alimentar da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Mas se engana quem pensa que o problema atinge apenas as mulheres. Embora seja mais comum entre elas, cresce o número de casos de homens com anorexia. O Ambulatório de Transtornos Alimentares (Ambulim), do Hospital das Clínicas (São Paulo), recebe 25 novos casos de homens por mês e cerca de 70 de mulheres. Desses homens, 50% tiveram problemas de obesidade na infância. A maior incidência da anorexia em homens ocorre entre 14 e 18 anos e os sintomas são muito semelhantes aos que acometem as mulheres. “Os sintomas da doença em homens e mulheres são basicamente os mesmos“, explica Roberto Barcellos Betti, endocrinologista do Hospital Oswaldo Cruz.

Segundo Adriano Segal, a cada 10 pacientes anoréxicos, um é homem. Porém, apesar deste número ser considerado pequeno, a situação é preocupante, pois a doença – diagnosticada quando a pessoa está com um IMC (Índice de Massa Corpórea) inferior a 15 – leva a óbito cerca de 10% das pessoas que a possuem. “Como é uma doença, em geral, relacionada às mulheres, alguns homens têm dificuldade em aceitar e assumir que estão passando pelo problema, mas isso não é uma regra. É uma questão cultural também“, explica Adriano.

A questão da estética não é a principal causa da doença e sim um fator desencadeante.

A falta de alimentação é um problema para qualquer organismo. O corpo fica sem combustível para executar suas atividades. “A diferença é que nas mulheres há a ausência do ciclo menstrual em função da desnutrição e nos homens isso não acontece“, explica Adriano.

Causas
As causas ainda são desconhecidas. “Acredita-se que a anorexia nervosa é motivada por fatores genéticos associados a fatores como pressão social, problemas emocionais e motivações estéticas“, explica Adriano Segal. “Porém, deve-se frisar que a questão da estética, ao contrário do que se divulga, não é a principal causa da doença e sim um fator desencadeante em pessoas com pré- disposição genética ou outros problemas emocionais“, alerta ele.

Por que a doença atinge mais os jovens?
Cerca de 90% dos casos de anorexia atingem os adolescentes. “Normalmente, são jovens que têm um histórico de obesidade, de baixa auto-estima, timidez ou sofrem algum tipo de repressão de pais e familiares“, diz o diretor de psiquiatria da Abeso.

“Os jovens são mais suscetíveis às pressões externas e se sentem na obrigação de agradar. Como vivemos em um a sociedade que valoriza a estética, o corpo faz toda a diferença na hora de se relacionar socialmente, daí o aumento do número de casos“, alerta Roberto Barcellos Betti. “Além disso, é nesta fase da vida que os conflitos emocionais se manifestam com maior intensidade, contribuindo para o desenvolvimento da doença“, continua.

Ele chegou a pesar 25 kg em dois meses O ator Fabrizio Lopes, 23 anos, que chegou a perder 25 quilos em dois meses, após um regime feito por conta própria, foi uma vítima da anorexia. “Sabe aquela coisa de preciso ser magro para agradar a todos? Era assim que eu me sentia quando ouvia as piadas no almoço de domingo“, conta.

Gordinho desde a infância, Fabrizio conta que nunca quis seguir o padrão “sou magro”, mas as pressões dos amigos e familiares o levaram a começar o regime. “Eu não queria engordar e vomitava tudo o que comia, fiz isso por dois anos. E ainda usava laxantes e diuréticos. Melhorei quando comecei a namorar, porque daí tive que readaptar minha rotina a uma outra pessoa e não dava para continuar do jeito que eu estava“, finaliza Fabrizio.

Fabrizio se encaixava no perfil dos homens que apresentam a doença. “No início ou meio da adolescência, o jovem começa a fazer algum tipo de dieta e emagrece muito. Depois, começa a ter um comportamento obsessivo com sua alimentação. Daí vem a imagem distorcida de seu próprio corpo e a vontade incessante de se manter cada vez mais magro, que o impede de perceber a gravidade do problema“, explica Adriano.

Anorexia x bulimia
Outro distúrbio que está associado à anorexia é a bulimia. Apesar de não ser tão grave quanto a anorexia, a bulimia também é um preocupante transtorno alimentar que vêm atingindo os homens. Caracterizado pelos vômitos após as refeições e pela alternância entre dias de comilança e dias sem comer nada para compensar os excessos dos dias anteriores, a bulimia pode provocar um tipo de anorexia mais difícil de ser detectada já que há períodos em que o paciente consome alimentos. “A doença pode desencadear um quadro anoréxico e um paciente pode ter os dois distúrbios ao mesmo tempo, mas isso não é uma particularidade da anorexia em homens“, diz o especialista da Abeso.

Tratamento
Para Adriano, o tratamento é complexo, mas, em linhas gerais, tem bom resultado e a maioria consegue se livrar do problema sem grandes sequelas. O médico ainda aconselha aos familiares e doentes a procurarem ajuda para se orientarem sobre o tratamento, que é multidisciplinar, pois necessita de psiquiatra, nutricionista e clínico geral.

Ele acredita ainda que é fundamental para a superação da doença trabalhar a autoestima e recuperar o peso normal: “quando a paciente está fora do peso, não processa direito informações e tende a diminuir sua percepção das coisas. Recuperar o peso e a autoestima é fundamental para salvar estes pacientes“, finaliza Adriano Segal.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Quais as Estratégias para Prevenção das Doenças Cardiovasculares?

As doenças cardiovasculares (DCV) são as maiores causas de morte no mundo ocidental e contribuem largamente com o aumento dos gastos para a rede de saúde. Na grande maioria das vezes, a morte por DCV ocorre de maneira súbita, e não apenas em indivíduos com presença de fatores de risco elevados, mas também naqueles que apresentam riscos baixos ou moderados. Este cenário pode ser modificado por meio da prevenção e educação da população pelos profissionais da área da saúde, uma vez que a maioria dos casos de DCV está diretamente relacionada com maus hábitos de vida e fatores bioquímicos e fisiológicos modificáveis.

As estratégias necessárias para se alcançar um nível ótimo de saúde cardiovascular são:

* Evitar o consumo de tabaco

* Atividade física (ao menos 30 minutos diários em intensidade moderada)

* Dieta saudável

* Ausência de sobrepeso (IMC menor que 25 kg/m2)

* Circunferência da cintura ≤ 94 cm para homens e ≤ 80 cm para mulheres

* Pressão arterial menor que 140/90 mmHg

* Colesterol total menor que 200 mg/dL

* Lipoproteína de baixa densidade (LDL) menor que 130 mg/dl

* Glicose sanguínea menor que 110 mg/dl

Entende-se como parte de uma dieta saudável a redução das gorduras totais e saturadas, que não devem exceder 30% e 10% da ingestão calórica diária, respectivamente. A ingestão de gorduras trans deve ser a menor possível, sendo ideal eliminá-la da dieta. Os ácidos graxos poliinsaturados devem corresponder a 10% das calorias diárias totais e os ácidos graxos monoinsaturados de 10% a 15%. A ingestão excessiva de sal e álcool deve ser desencorajada. Recomenda-se o consumo de frutas e vegetais (mínimo de 400 g por dia), assim como grãos integrais e leguminosas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Conheça os Riscos de Seguir as Dietas da Moda


Muitos radicalizam para conquistar um corpo esbelto, apostando em dietas extremas ou jejum prolongado. E o resultado é a saúde em risco por falta de nutrientes. "Dietas sem orientação médica deixam o organismo mais suscetível a doenças por deficiência no consumo de minerais. Num déficit vitamínico, o corpo fica em estado de fadiga", destaca a médica ortomolecular Luciana Granja.

Algumas das consequências mais comuns dos regimes radicais são: tonturas, fraqueza, anemia, queda de cabelo, irritabilidade e desmaios. Arritmias cardíacas e lesões neurológicas, como perda de memória, também podem ocorrer, assim como transtornos alimentares (anorexia, bulimia, compulsão e ortorexia).

"Pessoas com esses transtornos buscam uma imagem de beleza inatingível, e mesmo aqueles que estão na faixa ou abaixo do peso ideal, se sentem gordos. Esses transtornos devem ser tratados por equipe multidisciplinar, incluindo médicos, psicólogos e nutricionistas", diz o psiquiatra Ervin Cotrik, do Instituto de Psiquiatria da UFRJ.

Segundo a nutricionista Patrícia Bertoni, da RioGastro, o tratamento para emagrecimento deve ser de médio a longo prazo. "Um programa de reeducação alimentar, levando em conta o estilo de vida, é fundamental. Com um regime que se adapte ao organismo da pessoa, ela perderá peso sem perder a saúde", avisa.

Para ajudar pacientes com o problema, o Frozen Spa, em Itaipava, criou o "personal diet", consultoria nutricional que, além da reeducação alimentar, inclui o acompanhamento do nutricionista nas compras no supermercado.

Dicas para o processo de emagrecimento não virar doença

O que faz bem

- Seja numa dieta hipo ou hipercalórica, deve-se consumir fontes de vitaminas e minerais para o organismo funcionar bem: ferro, cálcio, zinco, magnésio e potássio.

- Consuma frutas, verduras e legumes, grãos e cereais integrais (aveia, centeio, gérmem de trigo, granola), leite e derivados.

- Opte por carnes magras, peixes e frutos do mar. Prepare-os assados, grelhados e, no caso de carne de aves, retire a pele.

- A alimentação diária deve ser dividida em três refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) e lanches leves intermediários, sempre em horários regulares. O ideal é alimentar-se a cada três horas.

- Comece as refeições pela salada crua, que reduz a sensação de fome.

- Alterne os legumes cozidos com os legumes crus.

- Pratique exercícios físicos para acelerar a sua queima de gordura e não deixe de controlar seu peso regularmente.

O que deve ser evitado

- Alimentos fritos.

- Grande uso de sal e açúcar.

- Queijos amarelos (queijo prato, provolone, muzzarela). Prefira os queijos magros (ricota, queijo branco).

- Consumo de bebidas alcoólicas, refrigerantes e doces. Invista em sucos naturais e opte por frutas frescas em vez de doces.

Fonte: Portal Terra

domingo, 13 de dezembro de 2009

Delícias de Verão que Cabem na Sua Alimentação

Costumo, em minhas orientações, preservar os hábitos que cada paciente possui, evitando assim não somente uma dieta restritiva, mas principalmente, que o mesmo a abandone. Respeitar a individualidade é a chave.
E, agora chegou o verão e muitos ficam com dúvidas e receios do que podem ou devem comer. A dica é: aproveite a temporada de verão para deixar a dieta muito mais refrescante e convidativa. Assim, você não passa vontade, come sem peso na consciência e evita que o ponteiro da balança suba.
"O ideal é consumir alimentos leves e saborosos"
A seguir, você confere como tirar o melhor proveito de alimentos com a cara da estação quente e que podem sim entrar para a turma dos aliados da boa forma.

1. Gelatina
Leve, fresquinha, fácil de fazer e com diversas opções de sabores. A dica para deixar a sobremesa mais gostosa é adicionar pedaços de frutas. Acrescente pedaços de maçã e abacaxi picados, antes de levar à geladeira, quando ela não estiver quente. Mas as combinações que levam leite condensado são um perigo para quem está de regime.

2. Frutos do mar
Verão chama um prato de petiscos à beira da praia, mas é preciso atenção ao seu preparo. É importante que as preparações sejam feitas com pouca gordura e que não sejam fritas. Os frutos do mar são fontes de proteínas e de minerais, como ferro, fósforo, magnésio, iodo, selênio e zinco. Porém, atenção à quantidade das porções. Marisco e mexilhão estão entre os mais calóricos.

3. Suco de frutas
Quando o assunto é se refrescar, os sucos gelados e de frutas são aliados. Laranja, mamão, acerola, banana, kiwi e manga estão na lista das frutas que prometem espantar o calor durante o verão. Porém, é preciso ficar cuidado: é natural comer mais, quando a refeição é acompanhada da ingestão de líquidos. Isso porque, a bebida ajuda a dilatar o estômago, promovendo uma distensão das paredes e fazendo com que caiba mais comida. Além disso, o consumo excessivo de líquidos durante a refeição pode diluir o suco gástrico, o que também dificulta a digestão.

4. Sorvete
Feito à base de água, a melhor opção para quem segue uma dieta é o picolé de frutas. A variedade de sabores é bem vasta e as calorias são mais magras do que a versão à base de leite. Mas, atenção à quantidade, inclusive se o sorvete de massas for o escolhido. A quantidade vai depender da quantidade consumida durante o dia. O ideal é não exagerar em nada.

5. Água de coco
Geladinha, a água de coco é uma ótima pedida para hidratar e refrescar por possuir grandes quantidades de potássio e sódio, que evitam a desidratação e o aumento de suor. Mas, mesmo com todas as qualidades, a água de coco não deve substituir totalmente a água natural.

6. Vitamina de frutas
Em temperaturas frescas, a combinação de leite com frutas leva o calor embora, além de possibilitar diversas misturas com mamão, banana, morango e maçã. Outra opção é misturar as frutas com leite de soja. As vitaminas são ótimas opções para complementar o café da manhã ou o lanche da tarde.

7. Salada
Claro que dá para fugir da combinação tradicional que leva alface e tomate. A dica é apostar em todos os vegetais, mesmo os que precisam ser cozidos, como brócolis e berinjela. Já na parte dos molhos, apostar em iogurte e até molhos como o de mostarda e o de limão. Outra opção é montar pratos únicos, que já contenham, por exemplo, vegetais, carboidrato e proteína.

Um bom exemplo é a combinação de salada de macarrão penne integral com abobrinha e tomate, além do frango desfiado. Já molhos à base de maionese, creme de leite, batata palha ou queijo parmesão ralado deixam a salada muito calórica por conta da quantidade de gordura.

8. Frutas
Aposte nas frutas in natura nesse verão. Além de saudáveis, as frutas podem ser colocadas em saladas. Ao contrário das frutas secas, elas mantém todas as propriedades nutricionais da fruta. Vale também apostar na salada de frutas. Ela é nutritiva, saborosa, tem grande quantidade de água e baixo valor calórico.

Eles também são aliados no verão (e do regime!)
- Água: a falta dela pode causar desidratação. Muita gente também confunde a falta de água no organismo com fome, consumindo calorias desnecessárias.

- Legumes e verduras: ricos em fibras, vitaminas, minerais e água, esses alimentos aumentam a sensação de saciedade, estendendo o tempo até o corpo sentir fome novamente. Além de serem pouco calóricos, de fácil digestão e de ampla variedade para consumo. Podem ser incluídos em: saladas, cozidos no vapor, em pratos únicos, acompanhados por uma fonte de proteína, misturados com arroz ou massas.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Comer Devagar Pode Ajudar no Controle do Peso

Colocar menores quantidades de alimento na boca e mastigar por mais tempo pode ajudar no controle do peso, segundo estudo publicado esta semana na revista especializada Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Segundo os pesquisadores, comer mais rapidamente pode atrapalhar a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de satisfação, fazendo com que as pessoas comam em excesso.

A pesquisa avaliou 17 homens saudáveis que tiveram que, em duas ocasiões diferentes, comer 300 ml de sorvete em cinco e 30 minutos. Analisando amostras de sangue, os pesquisadores observaram que, ao comer mais devagar, os voluntários tinham maior resposta do peptídeo anorexigênico, o que leva a uma redução do apetite.

Os especialistas explicam que o estudo oferece evidências importantes para entender aspectos da atual epidemia de obesidade. “Muitas pessoas, pressionadas por trabalhos e condições de vida demandantes, comem mais rapidamente e em maiores quantidades do que no passado”, ressaltou o pesquisador grego Alexander Kokkinos. “Nosso estudo oferece uma possível explicação para a relação entre a velocidade em comer e a alimentação em excesso, mostrando que a taxa na qual alguém come pode afetar a liberação de hormônios gastrointestinais que sinalizam para cérebro parar de comer”.

Estudo Indica Que Suco Natural Pode Prevenir Obesidade e Síndrome Metabólica


Pessoas que bebem um copo de suco com 100% de fruta todos os dias apresentam menos fatores de risco para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas, segundo estudo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.

Analisando dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição dos Estados Unidos, realizada entre os anos de 1999 e 2004, os pesquisadores descobriram que, comparados a pessoas que não tomavam suco, aqueles que tomavam, todos os dias, sucos 100% fruta tinham 22% menos risco de obesidade e eram 15% menos propensos a ter síndrome metabólica – conjunto de fatores de risco para doença cardíaca e diabetes.

Na conferência Experimental Biology 2009, realizada em abril, em Nova Orleans, os pesquisadores explicaram que, além do benefício geral das frutas para a saúde, essa prática costuma vir associada a outros bons hábitos, como maior nível de atividades físicas e melhor padrão alimentar.

Tipo de Café da Manhã Pode Influenciar Perda de Gordura com Exercícios

O consumo de boa quantidade de fibras no café da manhã, junto a alimentos de baixo índice glicêmico (que alcançam a corrente sanguínea de forma mais lenta e contínua) pode ajudar mulheres que estão começando a fazer exercícios a queimar mais gorduras, segundo estudo da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

Avaliando oito mulheres saudáveis, mas sedentárias, os pesquisadores notaram que um café da manhã de baixo índice glicêmico – incluindo leite com granola, iogurte, pêssego e suco de maçã – seria benéfico para a queima de gorduras induzida por uma caminhada de 60 minutos realizada três horas após a refeição, comparada com uma refeição contendo cereais de milho com leite, pão com geléia e refrigerante.

A equipe de cientistas reportou níveis de oxidação de gordura de 7,4 gramas com exercícios após a primeira dieta e de 3,7g com a outra. E, após o almoço, elas reportavam mais saciedade se tivessem tomado o desjejum de baixo índice glicêmico, mostrando que isso pode ajudar contra a obesidade.

Quase Metade da População Americana Será Obesa em 10 anos

Um em cada 20 americanos é considerado extremamente obeso. Está em média 45 quilos acima do peso.

É tão comum que assusta. A obesidade é uma epidemia nos Estados Unidos. Um em cada 20 americanos é considerado extremamente obeso. Está em média 45 quilos acima do peso. Na maioria dos estados, quase um terço da população é obesa. As previsões são ainda piores.

Segundo um novo estudo sobre a saúde no país, em dez anos, 43% dos americanos estarão obesos. Quase metade da população adulta vai estar, em média, 14 quilos acima do padrão saudável. O sobrepeso aumenta os riscos de diabetes, doenças cardíacas e vários tipos de câncer.

O estudo mostra que a obesidade vai custar o equivalente a R$ 620 bilhões em gastos médicos - consumindo 21% do orçamento do governo americano para a saúde. Cada adulto obeso gastará em média o correspondente a R$ 15 mil por ano com remédios e atendimento médico.

O problema não vem de hoje. Nos anos 1980, catchup era considerado um vegetal no cardápio das escolas, e acompanhava outro vegetal, a batata frita. Um almoço típico nos Estados Unidos inclui hambúrguer, bacon, com muito refrigerante e bolo cheio de creme, de sobremesa. Ano após ano, são feitas campanhas educativas, mas os americanos ainda não conseguiram entender que a gente é o que a gente come.

Nos EUA, 100 mil Novos Casos de Câncer São Relacionados à Obesidade

A obesidade causa mais de 100 mil casos de câncer por ano nos Estados Unidos, afirmaram nesta quinta-feira (5) cientistas do Instituto Americano de Pesquisa de Câncer. Mais de 25% dos americanos são obesos.

O excesso de peso está ligado a quase a metade dos casos de câncer de endométrio, a camada que reveste o útero, e a um terço dos registros de câncer de esôfago.

O câncer é a segunda causa de morte entre os americanos, ficando atrás apenas dos ataques cardíacos, apontam os cientistas.

Os pesquisadores descobriram que a obesidade desencadeia e desregula a produção de insulina e de alguns hormônios aumentando o risco de câncer.

Donna Ryan, oncologista e presidente da Sociedade Americana de Obesidade, afirma que a insulina é provavelmente a ligação entre a obesidade e os casos de câncer. “Os níveis elevados do hormônio frequentemente são observadas em pessoas obesas. A insulina é um poderoso acelerador do crescimento das células e isso afeta os tumores”, diz.

A obesidade eleva o nível de estrogênio, o hormônio feminino circulando no sangue, o que pode levar a doença.

Os outros tipos de câncer mais ligados a obesidade são o câncer de rim, do colo e do reto, do pâncreas e da vesícula.

Os pesquisadores querem mostrar também a importância da prevenção da obesidade, que pode evitar muitas mortes e também um gasto astrônomico para o governo.

Todos os anos a Casa Branca gasta o equivalente a R$ 258 bilhões na saúde, com problemas relacionados ao excesso de peso.

Anne Mc Tiernan, diretora do Centro de Prevenção do Centro de Pesquisas de Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, diz que a melhor forma de manter o risco de desenvolver câncer sob controle é perder peso, ter uma dieta saudável e praticar exercícios.

Fonte: G1.com.br

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Quais as Consequências das Deficiências de Micronutrientes?

As vitaminas e minerais, também conhecidos como micronutrientes, são componentes essenciais para uma boa nutrição. Infelizmente, as carências de micronutrientes ainda são bastante frequentes em certas populações. Veja abaixo quais as principais carências e respectivas consequências:

Iodo

O iodo é um mineral essencial para o desenvolvimento e crescimento humano. O organismo humano necessita desse mineral para regular a glândula da tireóide e o principal sinal de sua deficiência é o bócio (saliência da glândula da tireóide no pescoço). A deficiência de iodo afeta primariamente o desenvolvimento do cérebro, podendo levar ao cretinismo, deficiência mental e retardo do crescimento físico.

Estima-se que dezoito milhões de crianças por ano nascem com as funções mentais prejudicadas devido à deficiência de iodo e cerca de dois milhões delas tem iodo insuficiente em suas dietas. As populações com deficiência crônica de iodo demonstram uma redução em seu quociente de inteligência (intelligent quotient – QI).

Ferro

A deficiência de ferro pode causar anemia (baixa concentração de hemoglobina sanguínea).

O ferro transporta o oxigênio através do sangue por todo o corpo, ou seja, é essencial para nossa sobrevivência. Mulheres têm maior necessidade de ferro do que os homens e, durante a gestação, as quantidades aumentam ainda mais.

Zinco

O corpo humano precisa do zinco para realizar diversas funções, como a cicatrização de feridas, crescimento e reparo de tecidos, coagulação sanguínea, funcionamento da glândula tireóide, metabolismo das proteínas, carboidratos, gorduras e álcool, desenvolvimento fetal e produção de esperma.

Os sintomas da deficiência de zinco incluem retardo do crescimento, diarreia, distúrbios mentais e infecções. As regiões geográficas mais afetadas pela carência do mineral são o sul da Ásia (principalmente Bangladesh e Índia), África e países do Pacífico Ocidental.

Folato (vitamina B9 ou ácido fólico)

A deficiência de folato é mais prevalente em populações que consomem muitos cereais (pobres em folato) e poucos vegetais folhosos e frutas (ricos em folato). O folato participa da multiplicação celular e crescimento tecidual. Sua deficiência durante a gestação aumenta o risco do nascimento de crianças com má formação do tubo neural, que afeta cerca de 300.000 recém nascidos por ano, além de outras anomalias. A deficiência deste mineral em adultos leva ao enfraquecimento da função cognitiva (como raciocínio e memória).

Vitamina A

A vitamina A é importante para o sistema imune, crescimento e reprodução. Sua deficiência afeta principalmente a visão, podendo causar cegueira e até a morte. Cerca de 250.000 a 500.000 crianças perdem a visão a cada ano devido à falta da vitamina.

Vitamina B12 (cobalamina)

A deficiência de vitamina B12 causa deteriorização neurológica, anemia megaloblástica, possível prejuízo da função imune, dentre outras consequências. Em crianças, a deficiência do mineral atrasa gravemente seu desenvolvimento.

Outras vitaminas – tiamina (vitamina B1), riboflavina (vitamina B2), niacina (vitamina B3) e piridoxina (vitamina B6)

A deficiência das vitaminas do complexo B são frequentes em lugares nos quais as dietas são pobres em alimentos de origem animal, frutas e vegetais, tendo como base do consumo os cereais. Gestantes, lactantes, bebês e crianças são as populações de maior risco para deficiência destas vitamias.

A deficiência grave de tiamina pode resultar em falência cardíaca ou neuropatia periférica.

Os sintomas que antecedem a deficiência de riboflavina são fraqueza, fadiga, dores na boca, queimação nos olhos e coceira. Com a deficiência está instalada, há risco de disfunções cerebrais.

A deficiência de niacina pode resultar em pelagra, que causa rachaduras na pele. Outros sintomas são vômitos, diarreia, depressão, fadiga e perda de memória. Com relação à piridoxina, sua deficiência causa desordens neurológicas (por exemplo, convulsões epiléticas), alterações cutâneas e até anemia.

Novo Estudo Traz Esperança aos Portadores de Diabetes Tipo 2

Comemorado em 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes este ano pode ter uma razão a mais para ser lembrado.

Publicado em setembro na revista Cell Metabolism, um novo estudo apresenta uma grande possibilidade para as mais de 180 milhões de pessoas no mundo que sofrem hoje com o diabetes tipo 2.

Realizada por um grupo internacional de pesquisadores, a pesquisa descobriu que a ativação da proteína TGR5 é capaz de reduzir o ganho de peso e de tratar o diabetes. O grupo, coordenado pelos professores Kristina Schoonjans e Johan Auwerx, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, examinou o papel da TGR5 no intestino. É lá que a proteína é expressada em células especializadas na produção de hormônios.

O trabalho é decorrente de outro, do mesmo grupo, que já havia demonstrado que ácidos biliares, que quebram as gorduras por meio da ativação da TGR5 em tecidos musculares e adiposos marrom, foram capazes de aumentar o gasto de energia e de prevenir, ou até mesmo de reverter, obesidade induzida em camundongos.

Na ocasião, os pesquisadores observaram que essas células enteroendócrinas controlam a secreção do hormônio GLP-1, que tem papel crítico no controle da função pancreática e na regulação dos níveis de açúcar no sangue. Kristina e Auwerx trabalharam em conjunto com que desenvolveu um ativador para a TGR5, chamado de INT-777, em colaboração com a empresa Intercept Pharmaceuticals, dos Estados Unidos.

O grupo, que contou com a participação de Roberto Pellicciari, da Universidade de Perugia, na Itália, demonstrou em testes em camundongos que a TGR5 pode efetivamente tratar o diabetes e reduzir a massa corporal. O estudo também revela que esses efeitos estão relacionados ao aumento da secreção da GLP-1 e do gasto energético.

Diabetes no Brasil e no mundo

De acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), existem mais de 180 milhões de diabéticos em todo o mundo. No país, são cerca de 5 milhões. O crescimento alarmante no número de portadores é, em parte, consequência dos péssimos hábitos e estilos de vida, e também pelo envelhecimento da população.

O Diabetes Mellitus é caracterizado pela hiperglicemia, o aumento dos níveis de açúcar no sangue. Isso pode ocorrer por diferentes motivos, culminando nos vários tipos da doença. Qualquer que seja a causa, o tratamento gratuito já é oferecido em todo o País.

O tipo 2 é o mais comum e geralmente se manifesta após os 40 anos, em indivíduos obesos, com alimentação inadequada e sedentários.

Por não apresentar sintomas especialmente no início, estima-se que cerca de metade dos portadores do País não saiba da doença e permaneça sem tratamento.

Outro alerta fica para o aumento dos casos entre crianças e jovens, cada vez mais obesos e sedentários com a popularização de videogames, computador, salgadinhos, doces e refrigerantes.

Para prevenir a doença, é fundamental adquirir melhores hábitos alimentares e praticar atividade física com regularidade desde cedo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Incidência de Gordura no Fígado em Adolescentes Obesos é de 50%, Indica Estudo

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), identificou que aproximadamente 50% dos adolescentes obesos atendidos pelo *Grupo de Estudos da Obesidade* (GEO) do Departamento de Biociências, no *Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício* (CEPE) da Universidade, apresentam algum grau de esteatose hepática não alcoólica (NAFLD -* Non-alcoholic fatty liver disease *), o que significa acúmulo de gordura no fígado.

Consequências do acúmulo de gordura no fígado

Essa doença tem sido considerada como o novo marcador da síndrome metabólica (conjunto de alterações no metabolismo) , caracterizada por aumento das chances de desenvolvimento de diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares associadas à obesidade e à morte precoce. A pesquisa apontou os fatores mais determinantes para o desenvolvimento da NAFLD.

Causas para o desenvolvimento de acúmulo de gordura no fígado

Os adolescentes obesos que tiveram diagnóstico para esteatose apresentam aumento circulante do neuropeptídeo Y (NPY), principal fator orexígeno, responsável pelo aumento da fome. Além das alterações comumente apresentadas em obesos, esses pacientes têm ainda uma alteração na regulação neural do balanço energético, o que dificulta o emagrecimento.

Entre os fatores determinantes para o desenvolvimento da doença, a ingestão elevada de carboidratos e de gorduras saturadas, encontradas em frituras e produtos industrializados, é forte estimulante para o aumento deste neuropeptídeo. A gordura saturada está correlacionada ao aumento da gordura visceral (depositada na região abdominal do corpo), que está associada ao aumento das chances de doenças cardiovasculares e morte precoce.

Foram avaliados desde 2004, cerca de 300 adolescentes, com idade entre 15 e 19 anos. Entre os que apresentaram a doença, foi observada a incidência de esteatose nos graus 1 (cerca de 30% de gordura no fígado), 2 (entre 30% e 60%) e 3 (de 60% a 90%). A partir disso, o paciente já apresenta quadro de fibrose e posteriormente cirrose. Embora as causas sejam diferentes, os efeitos são os mesmos da esteatose hepática alcoólica.

Os adolescentes diagnosticados passaram então por um ano de tratamento clínico, nutricional, orientação psicológica e atividade física. Metade conseguiu reduzir os níveis de gordura para índices considerados saudáveis. "A chance de cura existe, mas depende do emagrecimento. Também é importante que o paciente não perca peso muito rapidamente, porque quando ocorre o emagrecimento rápido, a gordura estocada nas vísceras (região central do corpo) vai diretamente para o fígado, que não consegue sintetizá-la a contento e exportá-la novamente para a circulação, aumentando a quantidade de gordura intra-hepática" , explica a Dra. Ana Dâmaso, coordenadora da pesquisa.

A incidência da síndrome metabólica ocorre em cerca de 32% dos pacientes com obesidade mórbida. Nestes casos associados à resistência insulínica é preciso complementar o tratamento com medicação e as chances de cura da obesidade mórbida são menores. No entanto, ao final de um ano de tratamento, houve redução para 8% dos casos de adolescentes obesos com a síndrome.

Tratamento

O Programa de Intervenção Interdisciplinar em Obesidade para adolescentes do *Grupo de Estudos da Obesidade* (GEO) do *Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício *(CEPE) terá continuidade. O próximo grupo iniciará os trabalhos em janeiro de 2010 e as inscrições, para jovens entre 15 e 19 anos, estarão abertas de 9 de novembro a 18 de novembro de 2009 e de 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2010.

Os interessados deverão agendar entrevista por telefone: (11) 55720177, com June, Aline, Raquel ou Fabíola. Rua Marselhesa, 535 Vila Clementino (Próximo ao metrô Santa Cruz). O tratamento é gratuito, mas a Universidade não se responsabiliza por custos com transporte e alimentação.

Obesidade Causa mais de 100 mil Casos de Câncer por Ano nos EUA

A obesidade é responsável por mais de 100 mil casos de câncer por ano nos Estados Unidos, segundo estudo apresentado esta semana por especialistas do Instituto Americano para Pesquisa do Câncer. A doença é a segunda principal causa de morte no país, perdendo apenas para a doença cardíaca, que também está associada à crescente "epidemia" de obesidade nos EUA. E isso representa uma séria preocupação para as autoridades de saúde, visto que é estimado que 26% da população americana é obesa.

De acordo com os especialistas, ter muita gordura corporal causa cerca da metade dos cânceres de endométrio – tipo de câncer de útero –, afetando aproximadamente 20,7 mil pessoas por ano; além de um terço dos casos de câncer de esôfago. Em relação ao câncer de mama, a obesidade é responsável pelo desenvolvimento de tumores em 33 mil mulheres por ano.

O levantamento combinou dados de pesquisas do Instituto associando dieta, atividades físicas e gordura corporal ao risco de câncer e de estudos nacionais sobre obesidade e a incidência de câncer. "Trabalhamos a porcentagem daqueles cânceres específicos que poderiam ser evitados se todos nos Estados Unidos mantivessem um peso saudável", destacaram os especialistas.

Estimativas indicam que as doenças relacionadas à obesidade contam por cerca de 10% de todos os custos médicos do país, ou cerca de US$147 bilhões por ano. Por isso, os especialistas defendem o desenvolvimento de políticas públicas que encorajam as pessoas a adotar um estilo de vida saudável, incluindo alimentação rica em vegetais e grãos integrais e a prática de
atividades físicas, como forma de prevenir diversos tipos de câncer.

Fonte: *American Institute for Cancer Research*. Press release. 05 de novembro de 2009.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Pão de Folhas e Talos (ou...pão do Shrek ou do Hulk)


INGREDIENTES:
2 xícaras de chá de folhas e talos picados;
1 xícara de chá de caldo das folhas cozidas;
1 ovo;
½ colher de chá de açúcar;
3 colheres de chá de sal;
1 tablete de fermento biológico;
3 colheres de sopa de óleo;
4 e ½ xícaras de chá de farinha de trigo.

PREPARO: Coloque as folhas e talos no liquidificador com água e o caldo das folhas cozida. Bata bem. Junte o ovo, açúcar, sal, fermento e o óleo e continue batendo. Coloque em uma vasilha a farinha de trigo e despeje a mistura do liquidificador. Amasse até desgrudar das mãos. Deixe a massa crescer até dobrar de volume. Amasse novamente e forme os Paes, colocando em assadeira untada. Deixe crescer novamente. Coloque em forno moderado para assar por aproximadamente 40 minutos.
Rende 2 pães.
(Pode-se colocar folhas de beterraba, cenoura, nabo, rabanete, brócolis, etc.).

Consumo de Cereais no Café da Manhã Desenvolve Hábito de Vida Saudável

Estudo publicado no Nutrition Research concluiu que as crianças e adolescentes que consomem cereais (como por exemplo os cereais de flocos de milho) no café da manhã têm melhor ingestão de nutrientes, optam por alimentos mais saudáveis durante todo o dia e são mais ativos fisicamente.

Trata-se de um estudo descritivo longitudinal que acompanhou mais de duas mil meninas de nove e dez anos de idade durante dez anos. Com o auxílio dos pais, elas deveriam preencher por três dias consecutivos um recordatório alimentar (dois dias da semana e um de final de semana) uma vez ao ano, durante dez anos. Durante as visitas anuais, os pesquisadores instruíram as meninas a documentar no recordatório alimentar o horário de todas as bebidas e comidas ingeridas durante o dia inteiro, que foram posteriormente analisadas quanto ao valor nutricional. O foco do estudo estava na composição nutricional do café da manhã, mais precisamente na comparação entre as meninas que consumiam cereais nesta refeição (grupo CB, do inglês cereal breakfasts) e as que não consumiam (grupo NCB, do inglês noncereal breakfasts). A prática de atividade física destas crianças também foi analisada.

Os pesquisadores realizaram este estudo baseados em três hipóteses:

1- Os cereais ingeridos no café da manhã são mais nutritivos do que os alimentos ingeridos pelas NCB

2- Os cereais facilitam o consumo de outros alimentos saudáveis e substituem as comidas menos nutritivas no café da manhã

3- O consumo de cereais está associado a estilo de vida mais saudável

Com relação à primeira hipótese, a composição nutricional dos cereais do café da manhã das CB foi comparada à dos alimentos consumidos pelas NCB no mesmo período do dia. Os cereais proveram mais fibras alimentares, ferro, ácido fólico e zinco, e menos gordura, sódio, açúcar e colesterol, comparados aos nutrientes ingeridos no café da manhã das NCB. Entretanto, a relação de proteínas, carboidratos e cálcio foi menor quando proveniente dos cereais do que dos outros alimentos. Isto pode ser explicado devido ao fato das NCB incluírem no café da manhã carnes, ovos e pães.

Quanto à segunda hipótese, o consumo de cereais facilitou a ingestão de leite (as CB consumiam 5,6 vezes mais leite do que as NCB) e substituiu o consumo de alimentos gordurosos e açucarados como muffins, carnes e ovos durante o café da manhã. “O consumo de cereais no café da manhã promove bons hábitos nutricionais. Estes hábitos associam-se com a diminuição dos níveis de colesterol, melhora da saúde cardiovascular e menores IMCs (índices de massa corporais)”, dizem os autores. Porém, contrariamente ao esperado, o consumo de frutas durante o café da manhã das CB foi menor do que no das NCB.

Segundo os autores, “os cereais são normalmente consumidos com leite, que fornece grande quantidade de cálcio. Isto é muito importante uma vez que estudos demonstram que o consumo de leite (e consequentemente de cálcio) diminui com a idade, principalmente durante a adolescência, fase da vida em que ocorre acúmulo da massa óssea”.

Finalmente, para comprovar a terceira hipótese, as meninas que consumiam cereais, apresentavam maior ingestão de fibras alimentares e carboidratos, e menor ingestão de gorduras totais em todas as horas do dia. Entretanto, o tipo de café da manhã não exerceu influência sobre o consumo de sódio, açúcar e proteínas ao longo do dia. Uma associação significativamente positiva foi encontrada entre o tipo de café da manhã e a prática de atividades físicas, uma vez que as CB eram mais ativas que as NCB.

Alimentos que Estimulam a Memória

Estudo finalizado recentemente na Universidade da Califórnia em Irvine (UCI) indica que a ingestão de alimentos ricos em gordura estimula a formação da memória a longo prazo.

Liderados por Daniele Piomelli, do Instituto Italiano de Tecnologia e da UCI; e James McGaugh, também da UCI, um dos principais especialistas em memória no mundo; cientistas americanos e italianos descobriram uma explicação científica para as fortes lembranças que determinados pratos nos trazem mesmo após muito tempo.

Primeiramente, o grupo de estudiosos apontou uma relação entre a gordura ingerida e o controle do apetite com implicação importante no desenvolvimento de tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares.

Nesta etapa, identificaram que os ácidos oléicos, obtidos a partir da hidrólise da gordura animal e de certos óleos vegetais, são transformados em uma molécula chamada de oleoletanolamina (OEA), no intestino delgado.

A OEA é a responsável por enviar a mensagem de saciedade ao cérebro. Em níveis elevados, ela pode reduzir o apetite, promovendo perda de peso e diminuição de níveis sanguíneos de triglicérides e colesterol.

Por meio de testes com roedores, os pesquisadores perceberam que a administração de OEA levou à melhoria na retenção da memória, assim como os efeitos da memória diminuíram quando os receptores celulares ativados pelo OEA foram bloqueados.

A partir daí, descobriram que a OEA permite o armazenando das memórias de curto prazo, transformando-as em memórias de logo prazo.

Isso é possível por meio da ativação de sinais de estímulo na amígdala, que é a região do cérebro envolvida na consolidação de memórias e eventos emocionais.

A conclusão dos pesquisadores remonta à idade antiga pelo fato das gorduras, importantes para a saúde geral, ajudando na absorção de vitaminas e na proteção de órgãos vitais, nem sempre terem sido tão abundantes na alimentação como são nos tempos de hoje. Os alimentos ricos em gordura são raros na natureza, o que provavelmente a fez um diferencial para a sobrevivência dos primeiros humanos.

A parte negativa do estudo é que da mesma forma que a OEA contribui para a sensação de saciedade após uma refeição, também estimula a vontade de ingerir novamente alimentos ricos em gordura, que, consumidos em excesso, podem levar ao ganho de peso e, consequentemente, à obesidade.

O próximo passo é avaliar se as drogas que simulam os efeitos do oleoletanolamina, já usadas em estudos clínicos para controle de triglicérides, também podem beneficiar a consolidação da memória em pessoas com deficiência nesse processo.

O estudo deve ser publicado na próxima edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Estudo Alerta para Importância das Calorias das Bebidas

Sempre de olho no que comemos, muitas vezes nos esquecemos que boa parte das calorias ingeridas está nas bebidas. Refrigerantes, sucos, leite, bebidas alcoólicas, entre outras, trazem consigo calorias muitas vezes determinantes no sucesso ou fracasso de uma dieta.

O alerta vem de um estudo realizado na Johns Hopkins School of Medicine, nos Estados Unidos, que avaliou 810 adultos com idades entre 25 e 79 anos. Os pesquisadores monitoraram a redução de consumo de líquidos e alimentos sólidos de voluntários durante 18 meses. Nos primeiros seis meses, nos pacientes com redução de calorias proveniente de bebidas açucaradas, tais como refrigerantes e sucos industrializados, houve perda de meio quilo no período.

Em outro grupo, com redução de quantidade equivalente de calorias, porém provenientes de alimentos sólidos, a diminuição de peso foi cinco vezes menor.

Para a nutricionista Alessandra Lucca, doutora pela Faculdade de Saúde Pública da USP, o estudo é um alerta para não negligenciarmos as calorias das bebidas que contêm açúcar. “O estudo reforça que bebidas como refrigerantes, refrescos e outras bebidas adoçadas com açúcar são bastante calóricas e devem ser contabilizadas na dieta e, se possível, reduzidas ou substituídas”.

O estudo

A ingestão alimentar foi medida por meio de questionários respondidos por telefone, sem aviso prévio.

Pesquisadores dividiram as bebidas em várias categorias com base em valor calórico e nutricional de suas composições: adoçadas com açúcar (refrigerantes, refrescos, polpas, ou outras bebidas de alto valor calórico adoçadas com açúcar) ou bebidas dietéticas (refrigerantes diet ou outras bebidas adoçadas com adoçantes artificiais), leite (integral, 2% de gordura, baixo teor de gordura e desnatado), sucos (100% provenientes de frutas e vegetais), café e chá com açúcar, café e chá sem açúcar e bebidas alcoólicas.

Eles descobriram que 37% das calorias líquidas eram provenientes de bebidas adoçadas com açúcar.

Calorias sólidas x calorias líquidas

Segundo Benjamin Caballero, professor da Johns Hopkins e autor principal do estudo, o resultado revela que regulamos melhor a ingestão de calorias sólidas do que de líquidas, ou seja, é mais fácil exagerar quando bebemos do que quando comemos.

A constatação pode ser observada no dia-a-dia das pessoas, que raramente contabilizam as calorias ingeridas por bebidas e acabam exagerando na dose. O fato é comprovado pelos crescentes números do consumo, por exemplo, de refrigerantes no mundo inteiro.

Outro ponto negativo para as bebidas calóricas está na falta da necessidade de mastigação, presente nos alimentos sólidos. É ali que inicia o mecanismo de regulação da saciedade. Ao mastigar e deglutir um alimento, estimulamos as regiões do cérebro responsáveis por regular a satisfação.

O açúcar frequentemente utilizado em bebidas também interfere nesta diferença. Por ser um carboidrato simples, de rápida absorção, ele estimula a produção de insulina, favorecendo o estoque da energia ingerida em forma de gordura.

Fique de olho!

Um dos principais vilões das dietas de emagrecimento, especialmente quando não são orientadas por um profissional, são os refrigerantes regulares. Os sucos, apesar de serem excelentes fontes de vitaminas e minerais, também merecem atenção e não devem ser consumidos à vontade, já que contêm calorias.

Muitos indivíduos tomam sucos de frutos em abundância, certos de que estão fazendo somente bem ao organismo enriquecendo-o de vitaminas. Mas nem todas as versões são assim. Os sucos de caju, acerola, pêssego, limão, morango, melão ou maracujá, adoçados sem açúcar, são boas opções por serem provenientes de frutas com baixas calorias. O mesmo não podemos dizer da laranja, manga ou uva, que devem ser consumidas na forma de suco moderadamente.

“As bebidas açucaradas ingeridas durante os intervalos das refeições podem ter outro efeito negativo, pois quando ingerimos algo rico em açúcar depois de algumas horas sem comer, o açúcar é rapidamente disponibilizado em nossa corrente sanguínea, aumentando nossa glicemia e saciando momentaneamente nossa fome. No entanto, da mesma forma que o aumento da glicemia se deu de forma rápida, ocorre a queda, estimulando ao organismo a sensação de fome novamente”, alerta a nutricionista.

Embora os sucos naturais contenham mais calorias que as bebidas diet/light, não devemos ignorar que eles fornecem vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento de nosso organismo. Para substituí-los, há no mercado diversas opções interessantes, como a água de coco.

“A água de coco é um excelente repositor de eletrólitos, comumente perdidos em atividades intensas. Outra dica, especialmente para aqueles que não dispensam um refrigerante, são as águas aromatizadas, que não contêm calorias, mas possuem gás, saciando a vontade”, completa Alessandra.