quinta-feira, 25 de março de 2010

Apimente seu Cardápio

A pimenta faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca.

Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado.

Segundo pesquisadores, a primeira pimenta surgiu no ano sete mil antes de Cristo, na região central do México. O alimento era usado pelos índios como medicamento. Acredita-se que Cristovão Colombo, o primeiro a chegar nas Américas, teria sido o responsável por levar a pimenta vermelha à Europa. Até hoje a pimenta é um dos ingredientes principais da comida mexicana.

A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! Muitos dos benefícios da pimenta estão sendo investigados neste exato momento, pela comunidade científica e farmacêutica, originando alguns dos projetos de pesquisa mais picantes deste início de terceiro milênio. A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde. No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina. Apenas uma colher de sopa por dia para colher seus benefícios, esta pode ser misturada nos alimentos.

Estas substâncias melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina.

Também provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo.

Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool! Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

Auxiliam na aceleração do metabolismo, contribuem para o emagrecimento visto que ajuda na eliminação de gordura, também reduz a TPM, porque tem propriedades parecidas com o estrogênio. O corpo acha que precisa de menos hormônio, e aí as mulheres sentem menos os efeitos da tensão pré-menstrual. Além disso, ajuda na prevenção das varizes, e se for colocado no xampu o extrato de pimenta, a capsaicina que pode ser achado em farmácias de manipulação, este vai auxiliar no crescimento dos cabelos e amenizar problemas no couro cabeludo.

A pimenta malagueta, por exemplo, tem propriedades antiinflamatórias e antioxidantes, o seu consumo auxilia no melhoramento de dores de cabeça e enxaqueca. Pesquisas têm demonstrado estas potentes propriedades antiinflamatórias das pimentas. Um artigo publicado em março de 2003, na revista científica Cell Signalling (volume 15, número 6, páginas 299 a 306), conclui que as substâncias ativas da pimenta são candidatas promissoras para o alívio de doenças inflamatórias. É importante lembrar que a enxaqueca compreende um estado inflamatório, na sua fase de dor. A renomada British Journal of Anaesthesia publicou, em junho 2003, o trabalho, realizado no Instituto de Medicina Interna e Terapêutica da Universidade de Florença, mostrando o efeito benéfico de aplicações intranasais repetitivas de capsaicina no tratamento de enxaqueca crônica (volume 90, número 6, página 812). A pimenta possui até propriedades anticâncer. Um editorial do renomado Jornal do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, publicado em 4 de setembro de 2002 (Volume 94, número 17, páginas 1263 a 1265), mostra que a capsaicina da pimenta vermelha é mais do que um simples tempero: ela faz com que células tumorais cometam suicídio!

O segredo da pimenta está em utilizá-la de forma moderada e equilibrada, assim como qualquer outro alimento se consumido em exagero o resultado será negativo. Principalmente as pessoas que tem problemas como gastrite ou hemorróidas deve ter um cuidado redobrado para não exagerar no seu consumo.

Um comentário:

Anônimo disse...

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