segunda-feira, 30 de agosto de 2010

V Seminário de Pesquisas do IMS .::. 2010 .::. SUSjeitos Especificos de Uma Saúde Integral

É com prazer que convidamos todos à participação no V Seminário de Pesquisas do IMS, que irá ocorrer de 21 a 24 de setembro de 2010, com o tema "Partes de um Todo: SUSjeitos específicos de uma saúde integral", que pretende discutir a crescente setorização das lutas sociais e políticas de saúde em torno de questões específicas e/ou identitárias.

O seminário é organizado por estudantes de Mestrado e Doutorado em Saúde Coletiva e tem como objetivos produzir debates sobre temas importantes para a Saúde Coletiva e o SUS e divulgar e integrar os trabalhos produzidos por estudantes das três áreas de concentração da pós-graduação (Ciências Humanas e Saúde; Epidemiologia; Política, Planejamento e Administração em Saúde).

O evento é gratuito, aberto a todos (estudantes, usuários, gestores, trabalhadores, professores, etc.) interessados em transformar a academia em lugar de debate e ação produtivos.

Este ano, as inscrições de trabalho são abertas a todos os estudantes e profissionais de graduação e pós-graduação da área e de afins.

Mais informações, clique aqui.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Prisão de Ventre, Intestino Preso... Constipação Intestinal

O que é prisão de ventre ou intestino preso?
A prisão de ventre ou intestino preso (termos populares para a constipação e obstipação) são definidos quando a pessoa evacua menos de três vezes por semana. Na prisão de ventre as fezes geralmente ficam duras, secas, pequenas e difíceis de eliminar. Algumas pessoas com intestino preso acham dolorido tentar evacuar, e freqüentemente experimentam sensação de inchaço e intestino cheio.

Algumas pessoas pensam que estão com intestino preso se não evacuarem todos os dias. Porém, a evacuação considerada normal pode ser de 3 vezes por dia a 3 vezes por semana, dependendo da pessoa. A prisão de ventre é um sintoma, não uma doença. Quase todas as pessoas experimentam prisão de ventre em algum ponto da vida, e dieta inadequada geralmente é a causa. A maior parte dos casos de prisão de ventre é temporária e não é séria. Entender as causas, prevenção e tratamento ajudará a maioria a obter alívio da prisão de ventre.

Causas da prisão de ventre ou intestino preso
As causas mais comuns da prisão de ventre são:
* Falta de fibras alimentares suficientes na dieta.
* Falta de atividade física, especialmente em idosos.
* Medicações.
* Síndrome do intestino irritável.
* Leite.
* Mudanças na rotina de vida, como gravidez e viagem.
* Abuso de laxantes.
* Ignorar as vontades de evacuar.
* Desidratação.
* Doenças e condições específicas como derrame.
* Problemas no cólon e reto.
* Problemas na função intestinal (constipação crônica idiopática).

Falta de fibras na dieta e prisão de ventre
Pessoas com dieta rica em fibras têm menos probabilidade de sofrer prisão de ventre. A causa mais comum de intestino preso é uma dieta com poucas fibras ou rica em gorduras como queijo, ovo e carne. As fibras ajudam a prevenir fezes duras e secas difíceis de evacuar. Na cultura ocidental moderna as pessoas comem muitos alimentos refinados e processados, nos quais as fibras naturais foram removidas.

Não ingerir líquido suficiente e prisão de ventre
Pesquisas mostram que embora o aumento na ingestão de líquidos não necessariamente ajude a aliviar a prisão de ventre, muitas pessoas encontram alívio ao evitar a desidratação. Líquidos adicionam fluidos ao cólon e volume às fezes, tornando-as mais macias e fáceis de passar no intestino. Pessoas com problema de intestino preso devem tentar beber líquidos (exceto álcool) todos os dias.

Falta de atividade física e intestino preso
A falta de atividade física pode ocasionar prisão de ventre, embora os médicos não saibam precisamente o por quê. Por exemplo, prisão de ventre freqüentemente ocorrer depois de acidente ou doença na qual a pessoa fica de cama sem se exercitar. Acredita-se que a falta de atividade físicia seja uma das razões para intestino preso em idosos.

Medicações e prisão de ventre
Algumas medicações podem causar prisão de ventre, como por exemplo:
* Remédios para a dor, especialmente narcóticos.
* Anti-ácidos que contêm alumínio e cálcio.
* Remédios para pressão alta.
* Medicação para mal de Parkinson.
* Antiespasmódicos.
* Antidepressivos.
* Suplementos de ferro.
* Diuréticos.
* Anticonvulsivantes.


Mudanças na rotina de vida e prisão de ventre
Durante a gravidez a mulher pode sofrer de prisão de ventre devido às alterações hormonais ou porque o útero comprime o intestino. O envelhecimento também afetada a regularidade do funcionamento do intestino, uma vez que metabolismo mais lento resulta em menor atividade intestinal e tônus muscular. Adicionalmente, pessoas muitas vezes ficam com intestino preso quando viajam, uma vez que ocorre alteração na sua dieta e rotina diária.

Uso abusivo de laxantes e prisão de ventre
A crença comum de que as pessoas devem evacuar todos os dias tem levado à auto-medicação com laxantes. Embora muitas pessoas encontrem alívio com o uso de laxantes, geralmente elas aumentam a dose com o passar do tempo porque os seus efeitos começam a diminuir com o uso repetitivo. Como resultado, o uso de laxantes pode se tornar um hábito e ocasionar a prisão de ventre.

Ignorar a necessidade de ir ao banheiro evacuar
Pessoas que ignoram a necessidade de evacuar podem eventualmente parar de sentir essa sensação, o que pode ocasionar prisão de ventre. Algumas pessoas postergam porque não querem usar banheiro fora de casa. Outras ignoram a necessidade de evacuar porque estão muito ocupadas.

Doenças específicas que podem causar intestino preso
Algumas doenças que causam prisão de ventre incluem desordens neurológicas, desordens metabólicas e endócrinas, e condições sistêmicas que afetam os sistemas do órgãos. Essas desordens podem retardar o movimento das fezes através do colón, reto ou ânus.

Prisão de ventre e problemas com o cólon e reto
Obstrução intestinal, tecido cicatrizado, diverticulose, tumores, estenose coloretal, doença de Hirschsprung ou câncer podem comprimir ou estreitar o intestino ou reto, causando prisão de ventre.

Identificação das causas da prisão de ventre
Os testes que os médicos fazem para identificar a causa da prisão de ventre dependem da sua duração e gravidade, idade do paciente, se há sangue nas fezes, mudanças recentes nos hábitos, e se ocorreu perda de peso. A maioria das pessoas com intestino preso não precisa de testes extensivos e podem ser tratadas com mudanças na dieta e exercícios.

Tratamento da prisão de ventre
Embora o tratamento dependa da causa, gravidade e duração da prisão de ventre, na maioria dos casos mudanças na dieta e estilo de vida ajudam a aliviar os sintomas e prevenir que voltem.

Dieta contra a prisão de ventre
Um dieta com fibra suficiente (20 a 35 grama por dia) ajuda o organismo a formar fezes macias e volumosas. Médico ou nutricionista podem ajudar a planejar uma dieta apropriada. Alimentos ricos em fibras incluem feijão, grãos integrais, cereais, frutas frescas, e vegetais como aspargo, couve, repolho e cenoura. Para pessoas com tendência a ter prisão de ventre também é importante limitar a ingestão de alimentos que têm pouca ou nenhuma fibra, como sorvete, queijo, carne, e alimentos processados.

Mudanças no estilo de vida para tratar e prevenir a prisão de ventre
Outras mudanças que podem ajudar a tratar e prevenir a prisão de ventre incluem beber fluidos suficientes para não ficar desidratado, praticar exercícios físicos diariamente, e reservar tempo suficiente para ir ao banheiro. Adicionalmente, a necessidade de evacuar não deve ser ignorada.

Laxantes e prisão de ventre
A maioria das pessoas com prisão de ventre moderada não precisa tomar laxantes. Porém, para aqueles que fizeram mudanças na dieta e estilo de vida, e ainda assim continuaram com o intestino preso, o médico pode receitar laxantes por um período curto de tempo.

Outros tratamentos para prisão de ventre
O tratamento para prisão de ventre pode ser direcionado para uma causa específica. Por exemplo, o médico pode recomendar descontinuar uma medicação ou fazer uma cirurgia para corrigir problemas anorretais, como prolapso retal.

Constipação Intestinal Infantil




O que é prisão de ventre infantil?
A prisão de ventre infantil (nome popular da constipação também conhecida como intestino preso) é uma condição na qual as crianças evacuam menos freqüentemente do que o usual, ou quando suas fezes tendem a ser duras, secas e doloridas e difíceis de evacuar. A prisão de ventre é comum em crianças e geralmente não tem conseqüências a longo prazo. Porém, intestino preso pode diminuir a qualidade de vida das crianças, causar problemas emocionais e criar estresse familiar. Em situações raras, a prisão de ventre é um sinal de problema de saúde mais sério.

O que causa prisão de ventre em crianças?
As crianças geralmente desenvolvem prisão de ventre como resultado de reter as fezes. Elas podem reter as fezes porque estão estressadas em relação ao treinamento de usar o banheiro, ficam envergonhadas de usar banheiro público, não querem interromper brincadeiras, ou têm medo de que doa ao evacuar.

Postergar a evacuação pode fazer com que as fezes fiquem duras, secas e mais difíceis de eliminar, algumas vezes resultando em grande massa de fezes no reto chamada fecaloma. Fezes podem se acumular atrás da fecaloma e inesperadamente vazar e sujar a roupa de baixo da criança. Os pais geralmente confundem isso com um sinal de diarréia.

Outras causas de prisão de ventre em crianças incluem:
* Dieta pobre em fibras.
* Certos medicamentos como antiácidos, opiatos e antidepressivos.
* Doenças como diabetes, síndrome de Down e doenças de Hirschsprung.
* Anomalias anatômicas como defeito de nascença.

Sintomas de prisão de ventre em crianças
Os sintomas de prisão de ventre em crianças podem incluir:
* Evacuação menos freqüente do que o usual.
* Posturas que indicam que a criança está prendendo as fezes, como ficar na ponta dos pés e depois rolar de volta para os calcanhares, apertar os músculos das nádegas, e outros comportamentos diferentes semelhantes a uma dança.
* Dor e cólica abdominal.
* Fezes duras, secas ou grandes.
* Evacuação dolorida ou difícil.
* Fezes na roupa de baixo da criança.

Quando a criança com prisão de ventre deve ser levada ao médico?
A criança deve ser levada ao médico se os sintomas de prisão de ventre durarem mais do que duas semanas. A criança deve ser levada ao médico mais cedo se a prisão de ventre for acompanhada de um ou mais sintomas que indiquem problema de saúde mais sério, incluindo:
* Febre.
* Vômito.
* Sangue nas fezes.
* Perda de peso.
* Rachaduras dolorosa na pele ao redor no ânus, chamada fissura anal.
* Intestino saindo do ânus, chamado prolapso retal.

O médico pode fazer perguntas sobre o histórico de sintomas da criança e fará exame físico. Ele também pode fazer exame retal inserindo um dedo com luva no ânus da criança para checar se existe anomalias anatômicas ou presença de fecaloma.

Tratamento da prisão de ventre em crianças
A prisão de ventre é tratada mudando a dieta, tomando laxante e adotando hábitos saudáveis de ir ao banheiro. O tratamento depende da idade da criança e gravidade do problema. Alterações na dieta incluem comer mais alimentos ricos em fibras, como grãos integrais, frutas e vegetais. Laxantes são geralmente usados para limpar o fecaloma e algumas vezes restaurar a evacuação normal. 
O médico deve ser sempre consultado antes de dar laxantes à criança. Os pais devem encorajar seus filhos a passarem mais tempo no banheiro depois das refeições e quando eles mostram sinais de estar prendendo as fezes. A criança deve ser vista novamente pelo médico se o tratamento falhar ou se ela começar a mostrar sintomas que indiquem problema de saúde mais sério.

Quais as Características do Paciente com Diabetes Tipo 3?

Pacientes com diabetes tipo 3 (DM3), ou diabetes tipo 1 mais tipo 2, possuem características das duas doenças, ou seja, o paciente com DM3 tem dependência total da insulina e normalmente mantém um peso adequado durante a juventude.

Por apresentar uma carga genética favorável a resistência à insulina, associada a exposição aos fatores ambientais (sedentarismo e dieta rica em açúcares e gorduras), este paciente adquire características de um indivíduo com diabetes do tipo 2: obesidade (principalmente a central), hipertensão, dislipidemia e resistência à insulina exógena. Ou seja, é um paciente diabético tipo 1 com sintomas de síndrome metabólica, normalmente apresentada por portadores de diabetes tipo 2.

O tratamento torna-se mais difícil, pois o indivíduo depende totalmente da aplicação de insulina para reduzir seus níveis de glicemia, mas devido a resistência à insulina o hormônio acaba tendo que ser ofertado em doses mais altas, o que facilitaria o ganho de peso deste paciente.

Além do tratamento dietoterápico ser direcionado a indivíduos obesos e do incentivo à prática de atividades físicas, a utilização de medicamentos para pacientes diabéticos do tipo 2 (como a metformina) e/ou inibidores de apetite (como a sibutramina) pode ser feita empiricamente. Quando o peso corporal do indivíduo diminui, os controles metabólicos também melhoram.


Autora: Iara Waitzberg Lewinski
Fonte: Nutritotal

Cerveja e Atividade Física... uma Boa Combinação

Além de matar a sede e relaxar, a cerveja ajuda na recuperação após a prática esportiva. A afirmação é de um estudo - apresentado ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha - que defende o consumo moderado da cerveja para os atletas como fonte de hidratação diária.

O estudo "Idoneidade da cerveja na recuperação do metabolismo dos desportistas", apresentado nesta terça-feira, foi baseado em relatórios e pesquisas de especialistas em medicina, fisiologia e nutrição da Universidade de Granada com o aval do CSIC.

Segundo o documento, os componentes da cerveja ajudam na recuperação do metabolismo hormonal e imunológico depois da prática desportiva de alto rendimento e também favorecem a prevenção de dores musculares.

A tese é defendida pelo cardiologista e ex-jogador de basquete da seleção espanhola Juan Antonio Corbalán, medalha de prata na Olimpíada de Los Angeles (1984).

O estudo foi realizado em dois anos e recomenda o consumo de três tulipas de 200 ml de cerveja (ou de 20g a 24g de álcool) para homens e duas para mulheres (10g a 12g) por dia; volume que os autores do relatório definem como moderado.

Cerveja ou suco de laranja

De acordo com os pesquisadores, a cerveja contém 95% de água e é a bebida alcoólica com menor gradação (5% em média). Uma tulipa de 200 ml possui 90 calorias, o mesmo que um copo de suco de laranja.

Para chegar a essa conclusão de consumo na dieta de desportistas, os cientistas fizeram pesquisas com 16 atletas universitários com idades entre 20 e 30 anos, em boa forma física e que alcançavam uma velocidade aeróbica máxima (VAM) de 14 km/h.

Além disso, todos deveriam ser consumidores habituais e moderados de cerveja, manter uma dieta mediterrânea, não ter hábitos tóxicos nem antecedentes familiares de alcoolismo.

Os testes foram feitos durante três semanas em baterias diárias de uma hora de corrida, sob calor de 35º, 60% de umidade relativa e duas horas de pausa para hidratação.

Nesse intervalo, os atletas bebiam água ou cerveja (máximo de 660 ml), alternando as bebidas em cada pausa de hidratação para comparar resultados.

'Tão boa quanto água'

A conclusão foi de que a cerveja permitia recuperar as perdas hídricas e as alterações do metabolismo tão bem quanto a água.

Os cientistas usaram parâmetros indicativos como: composição corporal, inflamatórios, imunológicos, endócrino-metabólicos e psico-cognitivos (coordenação, atenção, campo visual, tempos de percepção-reação, entre outros) para comprovar que o álcool não afetava a atividade de hidratação.

O estudo destaca ainda que a cerveja contém substratos metabólicos que substituem algumas substâncias perdidas durante o exercício físico como aminoácidos, minerais, vitaminas e antioxidantes.

Mas, apesar desta defesa do consumo da cerveja, os pesquisadores espanhóis afirmam que o consumo nunca deve passar da moderação, porque o excesso de álcool não se metaboliza e, por isso, afeta o sistema nervoso central.

No caso dos esportistas, a recomendação do relatório é beber durante as refeições - nunca momentos antes de praticar exercícios, nem logo depois.

O intervalo indicado para a cervejinha da hidratação é de duas horas antes ou depois de suar.

Fonte: BBC

Consumo MODERADO de Álcool Contribui Com Melhor Estado de Saúde

Estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition divulgou que o consumo moderado de álcool favorece um bom perfil clínico e biológico, constituindo baixo risco para doenças cardiovasculares (DC).

O objetivo do estudo foi avaliar diversas variáveis que poderiam influenciar na relação do consumo de álcool e riscos para DC em uma grande população francesa, cuja ingestão média de álcool é uma das mais altas do mundo.

Durante seis anos, o estudo coletou dados de aproximadamente 150 mil franceses. Para analisar a relação entre o consumo de álcool e o risco para DC os autores calcularam uma série de variáveis em relação a saúde geral, como fatores sociais, saúde mental, função respiratória, função cardíaca e medidas antropométricas.

Houve uma relação positiva significativa entre o hábito de beber e a prática de exercício física. Entre as mulheres, as que tinham ingestão moderada de álcool declararam praticar mais atividades físicas do que os outros grupos. Diferentemente nos homens, os que mais praticavam atividades físicas eram aqueles que não bebiam. Em ambos os sexos, a função respiratória era maior no grupo que consumia álcool moderadamente e menor naqueles que não ingeriam as bebidas.

A proporção de pessoas com uma avaliação ruim do estado de saúde foi em geral baixa entre os consumidores de álcool com consumo moderado e alta, comparados com aqueles que não bebiam.

Em ambos os sexos, o nível de colesterol total plasmático foi positivamente associado com o consumo de álcool. Os menores níveis foram observados nos indivíduos que não consumiam bebida alcoólica, enquanto os níveis mais altos estavam presentes entre aqueles com alta ingestão de álcool. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL) também foram positivamente associadas com o consumo de álcool em homens, mas nas mulheres, os menores valores de LDL foram encontrados entre as que consumiam álcool com moderação. Baixos níveis plasmáticos de triglicerídeos e glicemia de jejum foram observados entre homens e mulheres com baixo ou moderado consumo de álcool. Os níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL) estavam mais baixos entre os indivíduos que não bebiam e aumentavam proporcionalmente com o aumento de álcool, independente do tipo de bebida consumida.

“Por mais que nosso estudo e alguns estudos anteriores tenham verificado esta relação entre o álcool, aumento dos níveis de HDL e consequente redução de risco para doenças cardiovasculares, os dados ainda são limitados e não se pode afirmar que este efeito seja benéfico”, dizem os autores.

“Nossos dados mostram que as variáveis sociais, clínicas e biológicas variaram conforme o hábito de ingestão individual de álcool. Outros estudos também apontam estas questões e dizem que as pessoas que bebem álcool moderadamente, particularmente vinho, têm em geral uma dieta e hábitos de vida mais saudáveis do que quem não bebe ou quem consome grandes quantidades de álcool. Podemos concluir que consumir álcool moderadamente manifesta no indivíduo um estado de saúde com menor risco para o desenvolvimento doenças cardiovasculares”, afirmam os autores.

Autora: Iara Waitzberg Lewinski
Fonte: Nutritotal

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Bolinho de Batata e Cebola (Adaptada)

Ingredientes
6 batatas
1 cebola
2 ovos
4 colheres (sopa) de farinha de matzá
sal e pimenta-do-reino a gosto
óleo de canola para fritar

Opções
Queijo ralado
Orégano

Preparo
1. Numa panela grande, coloque o óleo e leve ao fogo baixo para aquecer devagar. Forre um prato grande ou uma travessa com papel-toalha e reserve.
2. Com uma faca, descasque a cebola e rale na parte grossa do ralador. Reserve.
3. Descasque as batatas e rale na parte grossa do ralador. Reserve.
4. Numa tigela grande, coloque as batatas e a cebola raladas e misture. Em seguida, adicione os ovos e a farinha e tempere com sal e pimenta. Misture muito bem. Se desejar, acrescente queijo ralado à massa, bem como orégano.
5. Com a ajuda de duas colheres de sopa, modele os bolinhos: encha uma das colheres com a massa e passe para a outra colher com cuidado. O bolinho deve ficar com o formato da colher.
6. Quando o óleo estiver bem quente, coloque cuidadosamente 6 bolinhos para fritar a cada vez.
7. Com uma escumadeira, vire os bolinhos para que os dois lados fiquem dourem por igual.
8. Quando os bolinhos estiverem dourados, retire-os do óleo com a escumadeira e transfira para o prato forrado com papel-toalha. Sirva bem quente.

Sugestões
  • Moendo o pão ázimo, o pão sem fermento, se obtém a farinha de Matzá. Esta farinha é o ingrediente básico da culinária judaica. Se você não a encontrar, substitua por farinha de trigo.
  • Asse-o no forno e polvilhe um pouco de queijo ralado.
Fonte: Panelinha

Bolinho de Fubá e Cebola

Mais uma receita preparada na Cozinha Experimental do CREAS

Ingredientes
3 xícaras de fubá
1/2 xícara de farinha de trigo
1 1/2 colher de chá de sal
4 colheres de chá de fermento em pó
2 ovos
2 copos(200 g cada) de iogurte natural
1 colher de chá de pimenta-do-reino
1 xícara de cebola picada
Óleo para fritar


Preparo
Coloque numa tigela o fubá, a farinha de trigo, o sal, o fermento e misture. Acrescente os ovos, o iogurte, a pimenta, a cebola e mexa bem até obter uma massa homogênea. Pingue a massa com uma colher de chá no óleo bem quente e frite até que os bolinhos estejam dourados. Coloque em papel absorvente para tirar o excesso de gordura.

sábado, 14 de agosto de 2010

Por Que Usar Mel?

Há alguns alimentos que faço questão de introduzir no processo de reeducação alimentar e, um deles é o mel. Hoje vou falar um pouco das vantagens de se utilizar este alimento.

Durante muitos séculos a humanidade não conheceu outro alimento edulcorante que não fosse o mel de abelhas. Alimento natural, por excelência. Somente com o aparecimento dos açucares industrializados, de origem vegetal, passou o homem a substituir o mel de abelhas por outros alimentos adoçantes mais abundantes. Apesar disso, com o desenvolvimento moderno da ciência nota-se um retorno apreciável ao primitivo alimento graças as suas qualidades.Que falta nos açucares industrializados,por serem açucares (sacarose) de mais difícil digestão.Têm poucas vitaminas e são responsabilizados pelo aparecimento de algumas doenças,das chamadas "doenças da civilização(Diabetes e Descalcificação dos ossos)".

Composto por 17% a 20% de água, 76% a 80% de açúcar (50% glicose e 50% frutose) e pequenas quantidades de pólen, cera e sais minerais, o mel possui ainda inúmeras propriedades terapêuticas, flavonóides, proteínas, vitaminas e enzimas que melhoram o sistema imune, analgésica, anti-bactericida, antiinflamatória, funciona como laxante natural por ser um alimento pré-biotico, ou seja, alimento para as “boas bactérias” do intestino, também auxilia a digestão, e em estudos recentes atribui-se ainda, ao mel, o poder de revitalizar artérias e veias e reduzir os níveis de colesterol sanguíneo pelo seu poder antioxidante.

É diretamente assimilável pelo organismo, mesmo os mais debilitados, por ser já um açúcar invertido; é ótimo restaurador do sistema nervoso, graças a sua riqueza em tiamina e riboflavina, além de outras vitaminas.

Além de todos estes benefícios, o mel pode ser ótimo substituto do açúcar, já que o açúcar branco é fonte de calorias vazias e não oferece nenhum nutriente ao organismo. Para os praticantes de atividade física, é um ótimo repositor energético para ser consumido durante o treino, devido o seu conteúdo de glicose, já a frutose será armazenada no fígado na forma de glicogênio para ser utilizada quando o organismo precisar.

Mas atenção! Por possuir carboidrato simples (glicose) há a necessidade de evitar o consumo exagerado para manter a forma, duas colheres bastam para usufruir dos benefícios do mel, não precisa exagerar. Duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes.

As crianças menores de um ano não devem consumir o alimento, pois há risco de alergia.

Algumas dicas de como incluir o mel na sua alimentação:
  • Durante a atividade física ele pode ser consumido em sache ou diluído em água ou suco natural;
  • Os méis mais escuros possuem mais propriedades nutricionais e aroma e sabor mais acentuados;
  • Só não vale aquecer no microondas, sob pena de perder sua ação nutritiva.

Abaixo o Colesterol

No placar científico, um time de nutrientes já pontuou a favor das nossas artérias na disputa contra o colesterol. Um estudo recém-concluído em institutos espanhóis como o Hospital Clinic de Barcelona demonstra, após analisar 772 pessoas suscetíveis a infartos, que uma dieta rica em fibras dribla o excesso de LDL, a versão nada benéfica da gordura, afastando perigos. Já nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade Loma Linda provaram que peixes, nozes e castanhas garantem proteção digna de um golaço.

Afinal, ajudam a controlar as taxas da substância no sangue. Por que, então, não convocar esses alimentos ao cardápio? A tática vitoriosa é trocar itens que contribuem muito pouco — ou até atrapalham — por outros que se mobilizam para vencer o colesterol. E o melhor: sem deixar o prazer à mesa no banco de reservas.

Saiba como e por que vale a pena adotar esse esquema em prol da saúde cardiovascular.

Importante: as dicas abaixo devem ser adotadas após uma avaliação com seu médico e um plano de reeducação alimentar com seu nutricionista.

1. Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.

2. Leite integral por desnatado
Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.

3. Óleo de soja e outros por azeite
O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.

4. Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

5. Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.

6. Cereais açucarados por aveia
A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”

7. Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.

8. Camarão por peixe
Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

9.
Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.
10. Manteiga por margarina
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.

11. Quindim por compota de frutas
Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar.

12. Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

13. Chá de ervas por chá-mate
Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.

14. Cebola branca por cebola roxa
Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.

15. Molho branco pelo de tomate
O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.

16. Chocolate ao leito pelo amargo
O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.

17. Sal por ervas e alho
Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.

18. Frango com pele pelo frango sem pele
Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…

19. Queijo pelo tofu
A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.
20. Pipoca de micro-ondas pela de panela
Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

Fonte: Boa Forma

Alimentos Que Limpam, Desincham e Afinam a Cintura

Abaixo, uma lista de alimentos que podem auxiliar nas funções intestinais, tornando-o mais funcionante.
Importante ressaltar, que antes de seguir estas dicas, procure um(a) nutricionista para avaliar as quantidades ideais para consumo, uma vez que o consumo de alguns destes alimentos de forma exagerada, por mais benéficos que sejam, podem ocasionar ganho de peso, por exemplo.
Lembre-se: evite os extremos!

Arroz integral
Contém fitoquímicos (orizanol e fitoesteróis) que tem o poder reduzir a absorção da gordura pelo organismo. Também é rico em fibras, que fazem a faxina do intestino.
Farelo de aveia
Tem betaglucanas, substâncias que estimulam o organismo a absorver menos a gordura vinda dos alimentos. Suas fibras melhoram o trânsito intestinal, contribuindo para limpar o intestino, além de prolongar a sensação de saciedade.
Alface
Carrega substâncias (clorofila + flavonoides) que, combinadas, contribuem para diminuir o excesso de líquido, o que faz desinchar.
Couve
Entre vários nutrientes importantes, tem alto teor de clorofila, substância que ajuda a limpar o organismo, especialmente o intestino. Esse nutriente ainda protege o fígado dos efeitos nocivos das bebidas alcoólicas.
Cenoura
A combinação de vitaminas desse legume estimula o metabolismo que costuma ficar mais lento depois de um processo de digestão difícil. Ainda carrega dois minerais, silício e potássio, que trabalham juntos na eliminação do excesso de líquido no organismo.
Abacaxi
A enzima bromelina presente na fruta facilita a digestão dos alimentos ricos em proteína (carne, peixe, frango). E suas fibras aumentam a saciedade.
Melancia
Carregada de fibras e água, desincha e limpa o organismo. Para oferecer um efeito diurético ainda mais eficiente, você pode bater a fruta com as sementes e coar o suco.
Kiwi
Rico em clorofila (e por isso que, mesmo madura, a fruta tem cor verde), limpa o organismo. Os minerais que ele carrega (cálcio, magnésio, potássio) diminuem o inchaço e as fibras estimulam o intestino.
Mel
Rico em frutose, equilibra o pH do sangue e os níveis de açúcar. E, como diminui o desejo de doce, no dia da dieta ajuda você a esquecer o pavê de chocolate que sobrou da festa.

Cavalinha e hibisco
Facilitam a digestão, desincham e têm efeito levemente laxante, especialmente o hibisco. A cavalinha ainda repõe potássio e silício, minerais importantes para a recuperação do organismo que trabalha em dobro quando você come mais do que o normal.

Camomila e melissa
Contêm substâncias (o flavonoide apigenina, na camomila, e óleos essenciais, na melissa) com efeito relaxante, proporcionando uma boa noite de sono.

Levedo de cerveja
Rico em vitaminas do complexo B e minerais (cálcio, cobre, cromo, magnésio, potássio, selênio, silício e zinco), diminui a absorção do açúcar. Além disso, facilita a recuperação do fígado, que fica especialmente sobrecarregado nos dias de comilança.

Fonte: Boa Forma