sexta-feira, 25 de março de 2011

Consumo de Gorduras Pode Influenciar na Adiposidade Infantil

Pesquisadores americanos publicaram na revista The American Journal of Clinical Nutrition um estudo que avaliou o consumo de ácidos graxos durante a gestação e concluiu que as mães que apresentavam aumento no consumo de ômega-3 tiveram filhos com menor adiposidade.

Trata-se de um estudo de coorte que teve o objetivo de avaliar a associação entre as quantidades de ácidos graxos ômega-3 (n-3) e 6 (n-6) presentes na dieta materna e suas concentrações sanguíneas com a adiposidade infantil em crianças de até 3 anos de idade. Os autores trabalharam com a hipótese de que uma maior exposição pré-natal aos ácidos graxos n-3 seria inversamente associada com obesidade infantil.

“Estes resultados sugerem que a maior ingestão de fontes dos ácidos graxos ômega-3 durante o pré-natal estão associados com menor adiposidade na infância. Nesta coorte, como em outras populações da América do Norte e Europa Ocidental, o consumo de alimentos fontes de ácidos graxos ômega-3 durante a gestação ainda está bem abaixo das concentrações recomendadas”, comentam os pesquisadores.

“Estudos anteriores constataram que maior ingestão de ácidos graxos ômega-3 pode estar associada com menores taxas de obesidade e melhor desenvolvimento neurocognitivo. Estudos posteriores deverão fornecer evidências adicionais sobre a contribuição destes ácidos graxos na prevenção de desfechos relacionados com a adiposidade na infância”, concluem.

Autora: Rita de Cássia Borges de Castro
Para maiores detalhes, clique em: Nutritotal

quarta-feira, 23 de março de 2011

Hábito de Ingerir Fast-Food Faz Surgir Mais Casos de Anemia

O tradicional hambuger com pão é rico em gordura e pobre em nutrientes

O tradicional prato do brasileiro, composto de arroz, feijão e um tipo de carne, vem cedendo lugar ao fast-food. Alimentos industrializados, com baixo teor nutricional, têm substituído a comida brasileira, riquíssima em ferro. Com isso, são cada vez mais comuns casos de anemia relacionada a alimentação pobre em nutrientes.

Os nutricionistas alertam que com o passar do tempo, essa mudança no cardápio pode agravar as carências de substâncias essenciais ao bom funcionamento do organismo, como o ferro. O indivíduo que sofre de anemia sente-se cansado, fraco e com dores de cabeça. Nas crianças o sintoma mais comum é o atraso do crescimento. Com o tempo, essa deficiência nutricional nos adultos pode provocar complicações coronarianas.

A anemia pode significar que o organismo tem dificuldade de absorver os nutrientes dos alimentos. Dessa forma, ela pode estar mascarando algum desequilíbrio. No caso, o médico deverá fazer uma investigação mais profunda para descobrir o problema.

Para evitar a anemia recomenda-se o uso de panela de ferro no preparo dos alimentos. Um molho de tomate de 100g feito numa panela dessas absorve 87 mg de ferro contra 3 mg se feito em travessa de vidro.

A alimentação para quem sofre de anemia deve conter rim, fígado, coração, carnes vermelhas, de aves ou de peixes, ostras, mariscos, gema de ovo, frutas secas, melaço , pães de trigo integrais, cereais e feijão.

Por Carolina Abranches
Fonte: Bem Estar

domingo, 20 de março de 2011

Dolomita

Como as modas alimentares nunca param, hoje vou falar um pouco, não da moda em si, mas de um de seus componentes.
Venho observando um crescente uso, por parte dos frequentadores de academia e atletas, da dolomita.
A Dolomita é obtida de uma rocha calcária, composta por cálcio e magnésio, dois minerais inseparáveis, que sempre atuam em conjunto no organismo.
Estudos recentes tem demonstrado ser importante para o trabalho e desenvolvimento muscular. Participa ativamente no mecanismo do potencial de ação dos músculos. Foi observado em pesquisas feitas em academias e equipes de ginástica olímpica, o aumento de até 30% da elasticidade muscular com o uso de Dolomita durante o período de um ano. Bem como, observou-se também o combate fadiga muscular e é benéfico em casos de rigidez muscular.

Mas antes de embarcar nesta nova onda, leia o texto abaixo, sobre o cálcio e, se decidir usar este composto, procure um profissional capacitado para orientar a melhor forma de consumo.

Cálcio

Mineral em grande quantidade no organismo por ser encontrado no tecido ósseo e dentes. Está ligado também às contrações musculares, coagulação sanguínea e pressão arterial.
O cálcio é um macromineral (elemento de volume, necessário em grandes quantidades para desempenhar sua função no organismo) essencial para o organismo, fazendo parte de um grupo de elementos largamente distribuídos na natureza. O cálcio constitui um dos minerais mais abundantes do organismo, atingindo 1,5 a 2% do peso corpóreo, sendo sua quase totalidade encontrada principalmente nos ossos e dentes (99%) e o restante (1%) no sangue e músculos. Também é encontrado sob a forma de cálcio iônico, combinado a algumas proteínas e enzimas.
Nos mamíferos superiores, o papel mais obvio do cálcio é estrutural e mecânico, expresso na massa, dureza e resistência dos ossos e dos dentes.
Mas o cálcio tem outras funções fundamentais: conformar proteínas-chave biológicas para ativar suas propriedades catalíticas e mecânicas; atua na contração muscular, na regulação dos batimentos cardíacos, na transmissão de impulsos nervosos, participa da produção de energia, é essencial para o processo de coagulação sangüínea, atua na manutenção da função imunológica (sistema de defesa do organismo), age na redução do nível de colesterol, auxilia na prevenção e tratamento da osteoporose (doença cuja densidade mineral óssea se torna muito baixa, tornando o esqueleto incapaz de sustentar estresses corriqueiros, uma condição caracterizada por ocorrência de fraturas), na prevenção de doenças cardiovasculares e no tratamento da hipertensão arterial (pressão sangüínea acima do normal). O cálcio apresenta ainda vital importância na regulação da atividade celular, mantendo suas trocas iônicas e participando das estruturas protéicas do material genético (DNA e RNA). Atua como co-fator de várias enzimas (responsável por ativar determinadas enzimas, fazendo com que exerçam sua função) envolvidas em diferentes processos bioquímicos no organismo.

Deficiência
A carência deste mineral nas células, no sangue e nos músculos, ocasiona a perda de cálcio dos ossos, promovendo um desequilíbrio orgânico que leva ao aparecimento de algumas doenças características. As principais causas de deficiência de cálcio no organismo são a má absorção, dietas pobres em cálcio e deficiência de vitamina D. Outros fatores relacionados são o diabetes (doença caracterizada por níveis acima do normal de glicose sangüínea), síndrome do intestino curto, hipertireoidismo (atividade funcional excessiva da glândula tireóide), doenças hepáticas e renais, gastrectomia (excisão de qualquer parte do estômago), tratamento com diuréticos (principalmente diuréticos tiazídicos), menopausa, alcoolismo, entre outros.
Os idosos e as mulheres em fase pós-menopausa freqüentemente apresentam deficiência de cálcio. Dentre outros grupos de risco, pode-se citar as gestantes, os consumidores excessivos de álcool (alcoolistas), usuários de corticóides, pessoas sedentárias, usuários de antiácidos que contêm alumínio, pessoas que sofrem de deficiência da enzima lactase, responsável pelo metabolismo da lactose (açúcar presente no leite e seus derivados) e intolerância ao leite e derivados. Nestes casos, a suplementação de cálcio é recomendada, mas sob orientação e supervisão de um profissional de saúde.
A osteoporose é uma das principais doenças provocadas pela deficiência de cálcio no organismo. É caracterizada como uma doença óssea degenerativa e grave que ataca, principalmente, idosos e mulheres acima de 45 anos em fase pós-menopausa. Como a maior parte do cálcio está presente nos ossos e nos dentes, o organismo passa a retirar o cálcio dos ossos para compensar tal deficiência. Deste modo, os ossos vão se tornando cada vez mais fracos e frágeis, vulneráveis a fraturas, dando início ao processo de osteoporose. A osteoporose é o resultado, não só de uma nutrição inadequada, deficiente - inclusive de cálcio e vitamina D -, mas também da diminuição da produção de hormônios, menor atividade física e de fatores genéticos e sociais. Uma vez ocorrida, a perda óssea não pode ser revertida, sendo o ideal prevenir. A maioria dos pesquisadores acredita que, em mulheres acima de 45 anos, somente a suplementação de cálcio não seja suficiente para interromper a evolução da osteoporose, sendo também necessária a terapia com reposição de estrogênio (hormônio feminino). Recentes estudos demonstraram que a ingestão de cálcio desde a adolescência, entre os 10 e 20 anos, o exercício físico e o estilo de vida, parecem exercer um papel importante no desenvolvimento ou não da osteoporose.
Entre outras doenças resultantes de hipocalcemia estão a osteomalácia e o raquitismo, relacionadas à deficiência de vitamina D. Entretanto, a primeira se manifesta em adultos; a segunda, somente em crianças, podendo ocorrer fraturas freqüentes, deformidades ósseas e cãibras musculares. Em crianças também podem ocorrer retardo no crescimento e hiperparatireoidismo (hiperfunção da glândula paratireóide).
A hipertensão arterial (pressão sangüínea acima do normal) e a artrite reumatóide (inflamação de uma ou mais articulações) também são doenças que podem surgir devido à deficiência de cálcio no organismo. Os sintomas da deficiência de cálcio no organismo são fraturas freqüentes, hipocalcemia (níveis de cálcio no sangue abaixo do normal), hipertensão arterial (pressão alta), hipercolesterolemia (níveis de colesterol sangüíneo acima do normal), arritmia cardíaca, insônia, paralisia muscular, parestesias (sensação, sobre a pele de queimação, dormência, coceira, entre outras), cãibras musculares, enfraquecimento dos dentes, crises convulsivas, tetania (contrações musculares intermitentes, acompanhadas de tremores, paralisias e dores musculares), pele seca e grossa e alopecia (perda temporária ou definitiva de pêlos ou cabelos).

Excesso (Toxicidade)
É mais difícil de ocorrer que sua deficiência, mas a superdosagem através da suplementação excessiva deste mineral pode resultar em hipercalcemia (níveis de cálcio sangüíneo acima do normal), cujos sintomas característicos são hipotonia muscular (redução ou perda do tônus muscular), letargia, anorexia (perda do apetite), constipação intestinal severa (prisão de ventre), cálculos renais, dores ósseas e musculares, confusão mental, irregularidades dos batimentos cardíacos, náuseas, vômitos, secura da boca, cefaléia (dor de cabeça) contínua, sede, hipertensão arterial (pressão alta), irritabilidade, depressão, gosto metálico, sensibilidade à luz, aumento da diurese (urina) e coma.

Fontes: Leite e seus derivados; Agrião; Alface; Aveia; Salsa; Salsão; Beterraba; Batata doce; Brócolis; Cebola; Couve; Couve-Flor; Espinafre; Laranja; Milho.

Fonte: 
Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e Na Doença, Maurice E. Shils

sábado, 12 de março de 2011

Novas Idéias Para Alimentar Bem Seus Filhos






Estas imagens engraçadas fazem parte de um programa japonês de incentivo à boa alimentação infantil.
Boas idéias devem ser copiadas e aprimoradas!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Células que Gostam de Doce

Quem não pode viver sem doces acaba de arrumar um novo culpado. Um grupo de cientistas de instituições nos Estados Unidos descobriu que células que atuam na sensação de gosto têm detectores de açúcar a mais do que se estimava.

O novo estudo amplia o conhecimento a respeito de como as células sensoriais identificam açúcares, o que representa um importante passo para o desenvolvimento de estratégias que limitem o consumo excessivo de açúcar e problemas consequentes como diabetes e obesidade.

“Identificar a doçura de açúcares na nutrição é uma das tarefas mais importantes das células ligadas ao gosto. Muitos ingerem açúcar em demasia e, para que possamos limitar o consumo excessivo, precisamos compreender melhor como uma célula sensorial identifica que algo é doce”, disse Robert Margolskee, do Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia, um dos autores do estudo.

Sabe-se que o receptor T1r2+T1r3 representa o mecanismo básico que permite às células sensoriais detectar muitos dos componentes doces, incluindo açúcares como a glicose e a sacarose e adoçantes artificiais do tipo aspartame ou sacarina.

Entretanto, alguns aspectos do gosto doce não podem ser explicados pelo receptor T1r2+T1r3. Por exemplo, embora o receptor contenha duas subunidades que devem estar juntas para que seu funcionamento seja correto, o grupo de Margolskee observou em estudo anterior que camundongos modificados geneticamente para não contar com a subunidade T1r3 ainda eram capazes de identificar a glicose e outros açúcares normalmente.

Receptores de açúcares no intestino são importantes para que os açúcares ingeridos na dieta sejam detectados e absorvidos. Sensores metabólicos no pâncreas também são fundamentais para regular os níveis de glicose no sangue. Levando isso em consideração, o grupo usou técnicas celulares e moleculares avançadas para verificar se esses mesmos sensores estariam presentes nas células de gosto.

Os resultados, que serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, indicam que diversos receptores de açúcares, tanto do intestino como do pâncreas, também estavam presentes nas mesmas células sensoriais que contavam com o receptor T1r2+T1r3.

O grupo pretende realizar estudos para tentar entender as complexas conexões entre células ligadas ao gosto e aos sistemas digestivo e endócrino.

O artigo Glucose transporters and ATP-gated K+ (KATP) metabolic sensors are present in type 1 taste receptor 3 (T1r3)-expressing taste cells (doi: 10.1073/pnas.1100495108), de Robert F. Margolskee e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org.

Fonte: Fapesp

Quinoa

A Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.; Amaranthaceae) é uma planta nativa da Colômbia, Peru e Chile, que produz um grão indispensável à alimentação e à vida do homem no altiplano andino. Originária das alturas dos Andes e conservada por quechuas e aymarás, com suas 3.120 variedades, a quinoa pinta o arco-íris nas áreas de cultivo sendo a Bolívia o seu maior produtor mundial.

No Brasil, as pesquisas com a quinoa começaram na década de 1980, pela Embrapa, na sua unidade de Brasília, obtendo-se ótimos resultados. Atualmente, agrônomos, engenheiros de alimentos, nutricionistas e outros profissionais pesquisam cada vez mais a quinoa, inclusive procurando adaptá-la ao solo de cerrado brasileiro, principalmente no estado de Mato Grosso. Resultados das pesquisas mostram que o Brasil apresenta um enorme potencial para produzir a quinoa na região central, mais árida - pois a planta não exige muita chuva e pode ser cultivada na entressafra da soja - bem como nas áreas mais altas e frias da região sul.

Pesquisas feita pelo Departamento de Nutrição da Universidade de São Paulo, em parceria com a Embrapa, comparando a quinoa andina com a produzida aqui, comprovaram um perfil de proteínas de 90% em ambas.[carece de fontes] A quinoa brasileira contém mais fibras - 13% contra 8,5% da andina.[carece de fontes] Os resultados indicam grandes semelhanças genéticas com a original, prometendo um futuro promissor para o cultivo no Brasil.

É um cereal que ganha destaque pela presença de proteína de alto valor biológico e ausência de glúten. O conteúdo de proteínas chega a atingir 15% de sua composição total, além de possuir ótimo equilíbrio entre os aminoácidos essenciais. Esse cereal é uma importante fonte de minerais e vitaminas, fibras, ácidos graxos essenciais, além de possuir compostos como polifenóis, fitoesteróis e flavonóides.

De acordo com a Food and Agriculture Organization (FAO), a quinoa é um dos melhores alimentos de origem vegetal, que pode ser capaz de combater algumas carências nutricionais, principalmente em países mais pobres.

A sua principal utilização é como um substituto da farinha de trigo na produção de pão para os consumidores celíacos, podendo também ser encontrada na forma de flocos, grãos, farinhas e barras energéticas.

Autora: Rita de Cassia Borges
Fonte: Nutritotal

quinta-feira, 10 de março de 2011

Bebidas com Açúcar Aumentam os Riscos de Pressão Alta, dizem especialistas

Beber mais que 355ml de bebidas com açúcar (sucos de frutas adoçados ou bebidas carbonatadas) por dia pode romper o tônus dos vasos sanguíneos e desequilibrar o nível de sal do organismo, aumentando a pressão sanguínea. Os dados são de um estudo com 2.500 pessoas feito por pesquisadores ingleses e americanos e publicado no jornal Hypertension. Bebidas dietéticas ou sem açúcar não têm o mesmo risco.

Em quatro ocasiões, os participantes, com idades entre 40 anos e 59 anos, anotaram o que tinham comido em 24 horas, fizeram exames de urina e mediram a pressão. Os pesquisadores constataram maior ingestão de açúcar nos que tinham consumido mais que do que uma bebida com açúcar diariamente e maior ingestão de calorias também - cerca de 397 calorias extras por dia.

Para cada lata de bebida açucarada consumida por dia, os participantes tiveram, em média, um aumento de 1.6mmHg na pressão sistólica e um aumento de 0.8mmHg na diastólica.

- É sabido que muito sal no organismo eleva a pressão - disse o autor do estudo, professor Paul Elliott, da Escola de Saúde Pública da Imperial College London.

A American Heart Association diz que as pessoas não devem beber mais que três latas de 355ml de refrigerante por semana.

Deficiência no Desenvolvimento Cerebral de Fetos Abaixo do Peso Pode Explicar Obesidade na Vida Futura

Pesquisadores descobriram que recém-nascidos com deficiências nutricionais são "programados" para comer mais porque desenvolvem menos neurônios na região do cérebro que controla a ingestão de alimentos, afirma um artigo publicado no jornal "Brain Research". O resultado do estudo é importante para entender a influência do baixo peso em recém-nascidos que mais tarde tornam-se obesos.

O estudo realizado por um grupo de cientistas do Instituto de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles, no Harbor-UCLA Medical Center (LA BioMed), sugere que o exagero na hora de comer está programado a nível das células-tronco antes do nascimento, quando a mãe tem uma nutrição deficiente ou inadequada.

Usando um modelo animal, os cientistas descobriram uma menor divisão e diferenciação das células-tronco neurais de um recém-nascido com baixo peso quando comparado com recém-nascidos com o peso normal. Estudos anteriores descobriram que o pequeno tamanho no nascimento seguido por um acelerado crescimento está associado a um risco maior de desenvolver obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e osteoporose na idade adulta.

- Este estudo demonstra a importância da nutrição e da saúde materna na redução da obesidade - disse Mina Desai, pesquisadora da LA BioMed e autora do estudo. - A obesidade e as doenças associadas a ela são as principais causas de morte na nossa sociedade, no entanto, temos poucas estratégias eficazes de prevenção ou tratamento. Estes estudos sugerem que a nutrição das mães pode ser fundamental na prevenção destes problemas.

Além da obesidade, a descoberta de alterações do desenvolvimento cerebral sugere que restrições no crescimento do feto podem estar associadas a alterações cognitivas e comportamentais.

Flash Mob TAP no Aeroporto do Galeão - Rio de Janeiro


O que falar depois desta apresentação? Sem Palavras!

Vitamina D Pode Ajudar Diabéticos a Controlar Açúcar no Sangue

Consumir vitamina D pode ajudar no controle das taxas de açúcar no sangue de diabéticos. É o que aponta estudo realizado no Irã com 90 adultos diabéticos. 

Divididos em três grupos, um que recebia iogurte natural, o segundo a bebida enriquecida com vitamina D e o último que ainda era recebia uma dose extra de cálcio além da vitamina, a pesquisa mostrou que em apenas 12 semanas as taxas de açúcar diminuíram significativamente no segundo grupo.

"Nós observamos uma melhoria relativamente notável nos níveis de açúcar no sangue em grupos que receberam mais vitamina D, em comparação ao grupo do iogurte natural" disse o coautor da pesquisa Tirang Neyestani.

O tipo mais comum da diabetes é o 2. Nesse, o organismo tem dificuldade em usar insulina para processar a glicose dos alimentos, o que resulta em níveis excessivos de açúcar no sangue. O estudo foi realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Nutrição e Tecnologia de Alimentos do Irã. A vitamina D pode ajudar a regular a sensibilidade do organismo para a insulina e a possível produção de insulina pelo pâncreas.

Além de ajudar na redução das taxas de açúcar, o iogurte enriquecido ajuda na perda de peso. O grupo que consumiu a bebida com doses de vitamina perderam de 2 a 5 quilos durante o período do estudo, enquanto o grupo que consumiu o iogurte natural permaneceu com o mesmo peso. Mesmo que a quantidade de quilos pareça pequena, vale lembrar que a redução da massa corporal ajuda no controle da doença.

Fonte: *Reuters*, 01 de março de 2011

Descoberta Abre Caminho Para Pílula Contra a Obesidade

Uma importante descoberta feita em ratos pode fazer uma grande diferença no tratamento da obesidade. Uma equipe de cientistas da Universidade de Harvard descobriu que reduzir a função de uma proteína chamada Klotho, em ratos obesos com níveis elevados de açúcar no sangue, produz ratos magros com níveis de açúcar reduzido.

A proteína também existe nos seres humanos, por isso a descoberta poderia levar a uma nova classe de medicamentos para reduzir a obesidade e, eventualmente, o diabetes do tipo 2.

Em estudos anteriores, o gene responsável pela produção da proteína Klotho já foi associado à longevidade.

"Nosso estudo é um pequeno passo para reduzir o sofrimento dos indivíduos obesos e diabéticos e trazer de volta a alegria da vida saudável", afirmou o médico M. Shawkat Razzaque, pesquisador da Harvard School of Dental Medicine, em Boston.

Para fazer a descoberta, Razzaque e seus colegas aumentaram a quantidade de alimento de ratos com deficiência de leptina com a proteína Klotho, o que causou obesidade com níveis elevados de açúcar no sangue.

Um segundo grupo de ratos, com deficiência tanto de leptina quanto da proteína Klotho, recebeu a mesma dieta do primeiro grupo. Esses animais ficaram magros e com baixos níveis de açúcar no sangue, sugerindo que a função reduzida da proteína pode não apenas reduzir a obesidade, como prevenir o diabetes.

Além disso, os ratos sem a função da proteína não ganharam peso depois de comer uma dieta rica em gordura.

Os resultados foram publicados no The Faseb Journal, periódico da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (http://www.fasebj.org).

Fonte: UOL

terça-feira, 8 de março de 2011

Sucos para Recuperar as Forças

Imagino que para muitos a folia este ano foi maravilhosa. Para outros extraordinária.
Mas...passado o período de noites viradas e regadas a drinks energéticos e comidas altamente gordurosas... sem contar as dores físicas, musculares ou não, a pergunta é: O que se pode fazer para recomeçar com mais energia na quarta feira? 
Aqui seguem algumas receitas de sucos que poderão ajudar a recuperar as "forças" neste período pós folia. Óbvio que alguns ajustes na alimentação também devem ser feitos, mas, hoje. ficarei apenas nos sucos.
E, estou dedicando este post para uma amiga, Geórgia. 
Inove no seu cardápio e no seu pós-treino, ensaios etc! Abraços

Suco energético
1 xícara de uva itália sem as sementes
3 kiwis
1 laranja lima descascada deixando a parte branca

Suco de cenoura e beterraba
4 cenouras
1 beterraba, com as folhas verdes

Suco energia
4 cenouras
1 maçã descascada
1 limão inteiro (polpa e casca)
2 laranjas
1 pedaço de gengibre.

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador com meio litro de água. Depois, acrescente mais, aproximadamente, 1,5 litros de água. Mexa bem e adoçe a gosto.

Power Juice (By Tony Kanaan)

gelo
morango
1 copo de leite de amendoa
2 colheres de aveia
2 colheres de pasta de amendoa
1 colher de mel
1 colher de óleo de coco
2 colheres de proteína em pó

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador.

Suco Energizante Cenoura e Maçã
1/2 Cenoura
1/2 Maçã
1 Copo de Suco de Laranja
1 Pedaço Pequeno de Beterraba
2 Folhas de ESpinafre
1 Copo DE Leite de Soja

Suco Energizante Abacaxi
4 fatias de abacaxi 
1 maça sem casca e sem sementes
2 xícaras de chá de água
2 xícaras de chá de suco de laranja
10 gramas de gengibre


Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador.

Never Say Never (Nunca Diga Nunca)

Saco Plástico Causa Menos Danos que Ecobags, diz Relatório Britânico

Uma pesquisa inédita do governo britânico indica que sacolas de plástico, odiadas por ambientalistas e rejeitadas por consumidores, podem não ser vilãs ecológicas.

Um relatório da Agência do Meio Ambiente britânica, obtido pelo jornal britânico “The Independent” no último domingo (27), descobriu que PEAD (polietileno de alta densidade) utilizado nas sacolas causa menos impacto ambiental do que as matérias-primas das ecobags.

Os sacos de polietileno são, a cada utilização, quase 200 vezes menos prejudiciais ao clima do que as sacolas de algodão. Além disso, emitem um terço do CO2 em comparação às sacolas de papel oferecidas pelos varejistas.

Os resultados do relatório indicam que, para equilibrar o pequeno impacto de cada saquinho, os consumidores teriam que usar a mesma sacola de algodão em todos os dias úteis do ano, ou sacolas de papel.

A maioria dos sacos de papel são utilizados apenas uma vez e o estudo levantou que sacos de algodão são usados apenas 51 vezes antes de serem descartados, tornando-se – de acordo com o novo relatório – piores que as sacolas plásticas usadas apenas uma vez.

Apesar de ter sido encomendada em 2005 e programada para publicação em 2007, a pesquisa ainda não tinha sido divulgada ao público.

Oficialmente, a Agência do Meio Ambiente disse que o relatório – “Life Cycle Assessment of Supermarket Carrier Bags”, de Chris Edwards e Meyhoff Jonna Fry – ainda está sendo revisado. No entanto, foi submetido ao processo de revisão há mais de um ano.

A agência não tem a data da publicação, mas declarou que será em breve.

O relatório queria descobrir qual dos sete tipos de sacos têm o menor impacto ambiental na poluição causada pela extração das matérias-primas, produção, transporte e eliminação.

Segundo os pesquisadores, ‘” PEAD teve o menor impacto ambiental entre as opções de uso individual em nove das dez categorias. A sacola de algodão teve um bom desempenho porque foi considerada a mais leve”.

Seis bilhões de sacolas plásticas são utilizadas em todo o Reino Unido por ano e não há dúvida de que causam problemas ambientais, como lixo e poluição marinha, utilizando petróleo. Limitar o uso e reutilizá-las reduz os danos.

Que saco devo usar? – Todos os sacos causam impacto. A melhor solução seria utilizar um saco de algodão centenas de vezes, provavelmente por anos. Para usar poucas vezes, a melhor opção é o plástico, segundo o estudo.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Anvisa propõe banir medicamentos que inibem o apetite

No dia 16 de fevereiro de 2011 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou pública a intenção de cancelar o registro dos medicamentos que contém sibutramina e anorexígenos anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol). Esses medicamentos antiobesidade atuam no sistema nervoso central para inibir o apetite e, segundo a agência, devem ser retirados do mercado brasileiro devido aos altos riscos à saúde.

A Anvisa alerta que existe grande potencial de uso abusivo dessas substâncias, mesmo com as advertências sobre seus riscos. Em nota, o diretor-presidente em exercício da Anvisa, Dirceu Barbano, explicou: “Não existem evidências científicas sobre o valor da utilização dessas substâncias em longo prazo. Seu consumo elevado no Brasil pode demonstrar que suas indicações clínicas e seu acesso, em farmácias de manipulação e drogarias, estão muito distantes das preconizadas pela Organização Mundial da Saúde e pelos órgãos sanitários”.

A proibição destes medicamentos está baseada no parecer da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), publicada em 26 de outubro de 2010. O documento apresenta argumentos de que a sibutramina apresenta baixo coeficiente de efetividade de redução de peso e pouca manutenção de redução de peso em longo prazo, e que os medicamentos anorexígenos apresentam graves riscos cardiopulmonares e para o sistema nervoso central. Portanto, o órgão recomenda o cancelamento destes medicamentos por considerar que os riscos superam seus benefícios.

No entanto, a Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) mostraram-se contrárias à retirada desses medicamentos do mercado. A presidente da ABESO, Rosana Bento Radominski, esclarece que “as mudanças de estilo de vida, alimentação e atividade física são os pilares de um bom tratamento da obesidade, mas nem sempre são suficientes para evitar a progressão da doença”. “O uso criterioso de medicações antiobesidade claramente contribui para a melhora da saúde dos pacientes, auxiliando-os na perda de peso e reduzindo o aparecimento das complicações”, explica.

O presidente da SBEM, Ricardo Meirelles, afirmou que “a SBEM é contra o uso indiscriminado desses medicamentos, mas considera que bani-los deixaria uma significativa parcela de pacientes com obesidade desassistidos”.

No dia 23 de fevereiro, médicos e farmacêuticos se reuniram em audiência pública com a Anvisa para discutir e questionar a proposta de retirar os inibidores de apetite do mercado brasileiro. A decisão da Anvisa deverá sair até o final de março.

Autora: Rita de Cássia Borges de Castro
Fonte: Nutritotal

quarta-feira, 2 de março de 2011

Bebidas com Açúcar Aumentam os Riscos de Pressão Alta

Beber mais que 355ml de bebidas com açúcar (sucos de frutas adoçados ou bebidas carbonatadas) por dia pode romper o tônus dos vasos sanguíneos e desequilibrar o nível de sal do organismo, aumentando a pressão sanguínea. Os dados são de um estudo com 2.500 pessoas feito por pesquisadores ingleses e americanos e publicado no jornal Hypertension. Bebidas dietéticas ou sem açúcar não têm o mesmo risco.

Em quatro ocasiões, os participantes, com idades entre 40 anos e 59 anos, anotaram o que tinham comido em 24 horas, fizeram exames de urina e mediram a pressão. Os pesquisadores constataram maior ingestão de açúcar nos que tinham consumido mais que do que uma bebida com açúcar diariamente e maior ingestão de calorias também - cerca de 397 calorias extras por dia.

Para cada lata de bebida açucarada consumida por dia, os participantes tiveram, em média, um aumento de 1.6mmHg na pressão sistólica e um aumento de 0.8mmHg na diastólica.

- É sabido que muito sal no organismo eleva a pressão - disse o autor do estudo, professor Paul Elliott, da Escola de Saúde Pública da Imperial College London.

A American Heart Association diz que as pessoas não devem beber mais que três latas de 355ml de refrigerante por semana.

Fonte: O Globo