quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Bebidas energéticas afetam o funcionamento do coração, diz estudo

Cirurgias cardíacas de emergência relacionadas ao consumo de bebidas energéticas quase duplicaram nos Estados Unidos entre 2007 e 2011, mas só agora cientistas tem uma explicação possível sobre a questão. Um estudo mostrou que o aminoácido conhecido como taurina, presente na maioria dos energéticos, aumenta a taxa de contração do coração em pessoas saudáveis apenas uma hora depois do consumo. A pesquisa foi apresentada nesta segunda-feira (2) na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte.

“Nós não sabemos exatamente como ou se esta maior contratilidade do coração impacta as atividades diárias ou o desempenho atlético”, afirma o pesquisador e radiólogo residente Jonas Dörner, da Universidade de Bonn, na Alemanha, em um comunicado à imprensa. “Existem preocupações sobre possíveis efeitos colaterais adversos dos produtos em função do coração, especialmente em adolescentes e adultos jovens, mas há pouca ou nenhuma regulamentação de vendas de bebidas energéticas”.

Os pesquisadores fizeram ressonâncias magnéticas cardíacas em 18 adultos saudáveis antes e depois do consumo de uma bebida energética com cafeína e taurina. A ressonância magnética revelou um pico maior de tensão no ventrículo esquerdo do coração, onde o sangue oxigenado flui dos pulmões e é bombeado para a aorta. Não houve diferença na frequência cardíaca ou pressão arterial.

“Nós mostramos que o consumo de bebida energética tem um impacto de curto prazo sobre a contratilidade cardíaca”, explica Dörner. “Mais estudos são necessários para avaliar o impacto de longo prazo do consumo de bebidas energéticas e o efeito de tais bebidas em indivíduos com doença cardíaca”. Embora o estudo esteja em andamento, os pesquisadores aconselham pessoas que apresentam arritmia cardíaca diagnosticada a evitar bebidas energéticas, levantando a hipótese de que as mudanças na contratilidade pode provocar ou aumentar as arritmias.

Fonte: Jornal GGN

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Por que Comer de 3 em 3 Horas?

Aumenta o teu metabolismo:
Metabolismo é a quantidade de calorias que queimamos por dia. Se o nosso metabolismo for baixo, queimamos poucas calorias, se for alto queimamos muitas calorias. Então porque razão comer de 3 em 3 horas aumenta o teu metabolismo? Porque, cada vez que ingeres um alimento, o teu organismo terá de gastar energia para o digerir. Por essa razão cada vez que comes estás a queimar calorias.

Evita ataques de fome:
Isto porque quando ficas muitas horas sem comer, ficas cheio de fome, e a única coisa que queres fazer é comer, sem te importares se é comida saudável ou não. O que muitas vezes acontece é que acabas por comer doces ou comidas com muita gordura (que é o que geralmente grande parte dos cafés e bares tem para te vender).

Mantém os teus níveis de energia altos:
No caso das pessoas que ficam muitas horas sem comer, elas verificam muitas vezes situações de moleza e cansaço. Isto acontece porque os seus corpos ficaram privados de energia durante muito tempo. A importância da alimentação no nosso corpo funciona mais ou menos como a importância do combustível para o automóvel, se não lhe damos combustível ele não anda e se lhe pomos um bom combustível ele fica mais potente. Por essa razão, para nos sentirmos com mais energia no nosso dia-a-dia, é importante comermos de 3 em 3 horas e dar ênfase a comida saudável.

Evita a destruição dos músculos:
O nosso corpo precisa de estar constantemente a receber aminoácidos (blocos construtores das proteínas), ou provenientes da alimentação ou dos nossos músculos. Quando se come de 3 em 3 horas, o organismo está constantemente a receber nutrientes (aminoácidos) para os músculos, mantendo assim a nossa massa muscular. Ficando muitas horas sem comer o nosso organismo fica privado de receber os aminoácidos dos alimentos, então vai buscá-los aos nossos músculos, o nosso organismo entra assim no estado de catabolismo, ou seja, destruição muscular. As consequências que advêm disso são : um corpo flácido e um metabolismo baixo.

Melhor utilização dos nutrientes por parte do organismo:
Ao alimentar constantemente o nosso corpo, provocamos um fluxo constante de nutrientes em doses mais pequenas no nosso organismo, comparando por exemplo com o programa habitual de 3 refeições ao dia. Isto porque desta forma ( fazer 3 refeições ao dia) cada vez que comemos, comemos em exagero (devido a grande fome que temos), e consumimos mais energia do que a que precisamos, então como tal o organismo vai armazená-los. Essa energia a mais vai ser armazenada sobre a forma de gordura. Se comermos mais regularmente ao longo do dia, isso já não acontece.

Diminui a armazenamento de gordura:
Comer de 3 em 3 horas vai evitar que o teu corpo desencadeie o mecanismo de sobrevivência, que vai provocar armazenamento de gordura. Para além disso comer frequentemente, faz diminuir a quantidade de calorias que se consome em cada uma das refeições, fazendo com que o organismo utilize toda a comida como energia, para continuar o dia, ao contrário do que acontece quando comemos poucas vezes ao dia. Quando ficamos muitas horas sem comer, depois temos tendência a comer mais do que o nosso corpo precisa, então o nosso organismo vai armazenar parte dessa comida sobre a forma de gordura, para quando mais tarde precisar.

sábado, 5 de outubro de 2013

Carioca corta refrigerante da refeição e elimina 50 kg: 'bebia 2 litros por dia'

Há cerca de um ano, o carioca Marcelo Eduardo da Costa França fugia do espelho – na época com 140 kg, o vendedor diz que tinha vontade “de se esconder do mundo” por causa do peso. “Era sedentário e bebia 2 litros de refrigerante por dia, era um vício mesmo”, lembra.
Decidido a fazer as pazes com a própria imagem, Marcelo começou então a fazer pequenas mudanças na alimentação e no seu dia a dia. “Fui reduzindo gradativamente as besteiras, o que ajudou bastante”, conta.
Porém, a separação do refrigerante não foi tão fácil assim – a bebida, que fazia parte do café da manhã, almoço e jantar, foi aos poucos ficando de lado até que desapareceu das refeições do carioca. “Cheguei a ficar em crise de abstinência no início, minhas mãos até tremiam”, lembra. Além do refrigerante, Marcelo começou a se separar aos poucos de outros velhos amigos, como os biscoitos, o sorvete, as tortas, as pizzas e os salgadinhos. “Só de diminuir essas coisas, perdi 5 kg no primeiro mês”, conta.
Depois dos primeiros 30 dias, o vendedor decidiu então que era hora de entrar na academia. “O impacto no começo não foi tão grande porque já tinha feito exercício quando era mais novo. O problema é que a academia era cheia de espelhos e eu tentava sempre fugir”, lembra.
Mesmo assim, ele se manteve no exercício físico e ficava cerca de 2 a 3 horas fazendo atividades aeróbicas. “Nessa época, comecei uma dieta mais intensa e perdia de 2 a 3 kg por semana”, diz.
Foi então que Marcelo finalmente cortou todas as besteiras definitivamente da alimentação, inclusive o refrigerante. “Uma pessoa viciada em refrigerante e pizza jamais imagina que consegue comer legumes com prazer, mas hoje quando entro no supermercado, vou direto na sessão dos alimentos saudáveis”, conta satisfeito. Com um cardápio rico em brócolis, repolho, chuchu, peito de frango e frutas, por exemplo, ele conseguiu chegar aos 83 kg. “Fiquei muito magro, aí comecei a fazer musculação e ganhei 7 kg de massa magra”, diz o carioca, que agora comemora os 90 kg e o corpo mais desenhado.
Atualmente, ele faz menos exercícios aeróbicos e foca no ganho de massa muscular. “Continuo indo na academia, de segunda a sexta-feira. Mas agora tudo ficou mais fácil porque não tenho mais aquele peso nas costas. Quando caminhava rápido, sentia dor nas canelas e hoje se ando 5 ou 10 quilômetros, é indiferente”, conta.
Marcelo celebra ainda não só o fato de ter perdido peso, mas também medidas – ele passou do número 50 de calça para o número 40. “Sempre fui vaidoso, mas hoje chego a ser exagerado. Aprendi a me cuidar mais e não tenho mais vontade de me esconder como tinha antes. Hoje sou viciado em espelho”, brinca o carioca.
O segredo, segundo ele, foi traçar uma meta e ter um foco. “Isso deixa tudo mais fácil. Meu foco foi a vaidade porque era difícil ser vaidoso e não poder se olhar no espelho”, lembra. Por esse e outros motivos, Marcelo diz que era muito triste, mesmo sendo um rapaz brincalhão e comunicativo. “As pessoas sentem que minha autoestima melhorou e hoje sou visivelmente uma pessoa mais feliz”, conclui, satisfeito.
Autora: Mariana Palma

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

COMUNICADO

Caros(as) amigos(as)
venho por meio deste comunicar a todos os funcionários da Brasfels que são por mim atendidos no consultório que, em virtude da recente mudança do Plano de Saúde da empresa, não estarei atendendo-os por convênio, já que não sou credenciado junto a Unimed.
Assim, para aqueles que desejem dar continuidade ao tratamento, segue a Resolução da ANS (Agência Nacional de Saúde), Artigo Complementar n° 11413, que consta a seguinte informação:

Livre Escolha de Prestador de Serviços de Saúde
Direito do usuário, previsto em determinados contratos, em que ele pode optar por receber atendimento de profissionais não credenciados e receber, da operadora, o reembolso do valor pago pelo serviço prestado, ou parte desse valor, de acordo com a tabela também prevista no contrato.

Assim, aqueles que desejarem iniciar ou dar continuidade ao tratamento nutricional poderão solicitar a UNIMED o reembolso das consultas e acompanhamento feitos pelo Nutricionista Rodrigo Fontes da Silva.

Esta resolução é válida para qualquer usuário, de qualquer plano de saúde diferente dos citados abaixo e que deseje fazer suas consultas com o profissional em questão.

Planos de Saúde Conveniados: Bradesco Saúde, Amil, DiX (verificar carência), MediService, Petrobras, Cassi, Intermédica, OneHealth.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Polêmica do Whey Protein: veja a lista com os produtos reprovados no teste

Das 17 marcas envolvidas, nove se pronunciaram negando denúncias de irregularidades, pedindo contraprova ou anunciando tomada de providências

Foi o empresário Félix Bonfim quem acendeu o sinal de alerta. Dono de uma loja de suplementos em Londrina, Paraná, ele decidiu pagar um laboratório privado para avaliar as principais marcas de Whey Protein do mercado depois de ouvir reclamações de alguns clientes. A desconfiança se comprovou: dos 27 produtos avaliados, 25 apresentaram valores de proteínas ou carboidratos diferentes dos anunciados na embalagem, uma porcentagem alarmante de 92,6%.

- São produtos totalmente adulterados, que contêm porções de proteína menores do que as descritas na embalagem. Um produto com 30g, deveria conter 24g de proteína e, em algumas marcas, oferece apenas três gramas - afirmou Félix.

Vale dizer que a legislação permite uma variação de 20% para mais ou para menos nas quantidades. Ainda assim, das 28 marcas avaliadas, 15 estão fora dos parâmetros legais, o que dá 53% do total. E todas são certificadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

De posse dos laudos, o Eu Atleta entrou em contato com todas as 17 empresas envolvidas em busca de explicações. Nove delas se manifestaram, contestando a forma de análise e negando as irregularidades, ou anunciando a troca dos lotes citados e fornecedores de matéria prima.

Veja abaixo os produtos que apresentaram quantidade de proteína abaixo do descrito em rótulo, e/ou quantidades de carboidrato superior ao escrito na embalagem.

* Os produtos Supley, da Max Titanium, e Whey Protein Concentrado da Growth, foram aprovados no teste, que não considerou todas as marcas disponíveis no mercado.
MARCAPRODUTOCARBOIDRATOPROTEÍNAEXPLICAÇÕES
DNAWhey Protein 3Wno rótulo: 1,8g /
resultado: 9,69g
no rótulo: 23g/
no laudo: 18,03g
Não respondeu
DNADesigner Whey Proteinno rótulo: 1g /
resultado: 7,28g
no rótulo: 20g/
no laudo: 15,6g
Não respondeu
Best BulkWhey Premiumno rótulo: 4g /
resultado: 6,62g
no rótulo: 24g/
no laudo: 23,26g
Não existe irregularidade em nosso produto, pois a legislação permite uma variação de 20% para mais ou para menos. O produto está com -2% de carboidrato, o que não altera a característica do produto> Mesmo assim, em respeito aos consumidores, refizemos a composição para  chegar o mais próximos dos valores declarado no rótulo.
BodyNutryBody 100% Wheyno rótulo: 2g / resultado: 16,69gno rótulo: 26g/    no laudo: 11,5gNão respondeu
Fisio NutryFisio Whey Concentradono rótulo: 0,98g / resultado: 15,01gno rótulo: 24g/   no laudo: 10,77gRecentemente diversos laudos estão sendo divulgados na internet, por uma pessoa que está supostamente apoiada por uma empresa concorrente que visa desqualificar as empresas
atacadas, para valorizar os produtos que revende, em flagrante concorrência desleal (art. 195 da Lei 9.279. Este ação é criminosa e esta sendo investigada.(...) Não há provas que garantam a confiabilidade da maneira como foram colhidas as amostras enviadas para elaboração dos laudos, nem tampouco foi enviada contraprova para garantir o direito de defesa das empresas, como é feito pela ANVISA. (...)A Fisionutry realiza laudos periódicos para monitorar a qualidade dos produtos que oferta, e, embora sempre existam alterações de um laudo para outro, devido a variações naturais e esperadas na matéria prima, tais alterações ocorrem dentro do limite tolerável. (...)Cumprimos todas as exigências e critérios estabelecidos pela ANVISA e somos monitorados periodicamente por este órgão que até o momento não detectou nenhuma irregularidade como a informada nas redes sociais e reafirmamos que nunca foi intenção da empresa prejudicar os consumidores.
MaxnutryPure Whey Proteinno rótulo: 2,3g / resultado: 8,75gno rótulo: 23g/
no laudo: 18,10g
Buscando tranqüilizar nossos clientes, nossa empresa contratou o “Laboratório de Análise de Produtos Alimentícios – LAPA” e o “Laboratório do setor de Gerência de Biotecnologia do sistema CETEC - SENAI –FIEMG” para que ambos corroborem nosso padrão de qualidade. (...) Tais resultados não têm procedência legal, sendo pejorativo e sem critério técnico.  Quais as provas legais que garantam a confiabilidade da amostra examinada? Onde se encontra o princípio do contraditório e da ampla defesa da empresa?(...) Nossa empresa trabalha com fornecedores certificados,  buscando garantir a qualidade e respeito aos nossos clientes através de um rigoroso programa de controle de produção.(...) Ante a fragilidade da denúncia, acreditando na seriedade do trabalho de reportagem, acreditamos ser necessário um novo exame em nossos produtos e a desconsideração do ora apresentado sem procedência (...).
Inovate/Muscled2Nitrowheyno rótulo: 4g / no laudo: 9,29gno rótulo: 25g/    no laudo: 25,55gNão faz parte do propósito do nosso produto o apelo: Zero Carboidratos. Mas de qualquer forma, o carboidrato da formulação refere-se a aminoácidos quelados inseridos no produto, que visam a absorção imediata pelos músculos. Este é um diferencial importante do nosso produto para o desempenho dos atletas que buscam uma dieta hiperproteica. Não fugindo do propósito do produto, já que os aminoácidos formam a proteína. A informação a respeito da classificação dos aminoácidos como carboidratos pode ser comprovada junto ao laboratório que fez a análise. 
Muscle LabWhey Protein Concentrateno rótulo: 3g / resultado: 19,17gno rótulo: 25g/   no laudo: 7,2gInformamos que o Depto. de Qualidade da empresa já havia detectado o referido problema causado por matéria prima comprada de fornecedora brasileira, segundo laudo em nossos arquivos. Como solução e garantia de qualidade, passamos a importar "toda nossa matéria prima proteica" e aumentamos o número de análises laboratoriais sobre esse material.
NeonutriMuscle Whey Protein N.2no rótulo: 11g / resultado: 26,45gno rótulo: 34g/   no laudo: 18,87gNão temos conhecimento da natureza ou origem dos laudos. A Neonutri é uma empresa de reconhecida qualidade, presente no mercado há 15 anos, período no qual construiu sólida reputação, pela qualidade de seus produtos, que obedecem a legislação vigente e atendem ao mais rigoroso padrão e controle de qualidade. Patrocina vários atletas, de diversas modalidades esportivas, incluindo campeões, mundiais, atletas profissionais e até mesmo atleta olímpico.
Especificamente quanto ao controle de qualidade, os produtos da Neonutri são submetidos a controle interno no curso da sua fabricação, e depois submetidos à verificação técnica independente, realizada pelo IBERPHARM LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA (www.iberpharm.com.br ), laboratório acreditado e credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Neonutri3 Whey Protein N.2no rótulo: 2g / resultado: 15,10gno rótulo: 32g/   no laudo: 21,88g
Neonutri100% Whey Proteinno rótulo: 4g / resultado: 15,3gno rótulo: 28g/   no laudo: 21,84g
NeonutriIsolate Wheyno rótulo: 0g / resultado: 4,75gno rótulo: 55g/
no laudo: 32,47g
Pro CorpsWhey 5W Prono rótulo: 1,9g / resultado: 3,2gno rótulo: 29g/   no laudo: 11,96gEsclarecemos que em virtude do ocorrido todos os produtos antes de serem colocados no mercado de consumo estão sendo enviados para análise laboratorial prévia, sendo certo que todos os laudos de todos os lotes estão sendo disponibilizados em nosso site para conhecimento prévio dos clientes e consumidores dos produtos da empresa, afim de demonstrar que a qualidade de nossos produtos são e sempre foram o nosso principal objetivo. (..) O lote atacado pelo citado laudo esta sendo recolhido do mercado para evitar qualquer prejuízo aos consumidores, que estão sendo atendidos através do SAC da empresa (sac@procorps.com.br). Vale lembrar que outro produto (Whey NO2 Pro) levado a análise pelo mesmo solicitante foi aprovado (...).
 
Pro CorpsWhey N.2 Prono rótulo: 1,6g / resultado: 3,83gno rótulo: 25g/   no laudo: 23,07g
X Pharma SuplementoWhey X Tremeno rótulo: 1,7g / resultado: 22,95gno rótulo: 24g/   no laudo: 3,37gA X-Pharma informa que, devido às divergências apresentadas nos laudos do lote 1084 do produto Whey Protein, está apurando os fatos para uma rápida resolução do caso. A empresa já tomou medidas eficazes e diversas modificações internas estão sendo realizadas, sendo a principal delas a troca de seu terceirizador. Por medida preventiva, e para zelar o direito do consumidor a empresa esta disponibilizando por meio do email sac@xpharmasuplementos.com.br a troca imediata do produto Whey Protein do lote 1084.
MidwayWPCno rótulo: 2g /no laudo: 4,56gno rótulo: 24g/ resultado: 22,57g(…) Quando nos laudos se apontam um teor de carboidratos acima do declarados na rotulagem temos em primeiro lugar dizer que o objetivo dos produtos é fornecer proteínas (os quais atendem ) que segundo as quantidades de carboidratos não representam mais que 1,3% da necessidade diária de consumo de uma pessoa adulta de 70 kg; terceiro, portanto de forma alguma prejudicial; quarto, dependendo dos métodos de análises pode haver variações razoáveis e por isso apresentamos laudo de outro laboratório como exemplo de comparação, mesmo assim, por favor, note que a questão principal quanto aos objetivos destes produtos é o teor de proteínas (...).
Midway100% Whey Advancedno rótulo: 2g / resultado: 4,03gno rótulo: 24g/   no laudo: 22,58g
Midway3W Whey Protein Complexno rótulo: 1,6g /no laudo: 4gno rótulo: 25g / resultado: 23,39g
 
Omega100% Whey Proteinno rótulo: 2,8g / resultado: 15,15gno rótulo: 25g/   no laudo: 9,23gNão respondeu
NutrilatinaUltra Pure Wheyno rótulo: 1,4g / resultado: 2,97gno rótulo: 25g/   no laudo: 24,75gDe acordo com o item 3.3.3 da Resolução RDC nº 360 de 23/12/2003 - Cálculo de carboidratos - o conteúdo de carboidratos é calculado como a diferença entre 100 e a soma do conteúdo de proteínas, gorduras, fibra alimentar, umidade e cinzas. Como o conteúdo de carboidratos é obtido pelo cálculo teórico (resultado da subtração dos itens analisados de 100), a pequena variação da proteína encontrada na análise realizada pela M.Cassab foi somada ao resultado de carboidratos, o que superestimou o conteúdo real de carboidratos presente no produto.
Nutrilatina100% Whey Portein Concentrateno rótulo: 3,5 / resultado: 5,99gno rótulo: 23g/   no laudo: 21,35g
SolarisExtreme Whey Protein (lote 14102)no rótulo: 1,6g / resultado: 14,38gno rótulo: 24g/   no laudo: 7,97gNão respondeu
SolarisExtreme Whey Protein (lote 15400)no rótulo: 1,6g / resultado: 10,21gno rótulo: 24g/   no laudo: 16,09g
Empresa Vulgo100% Whey Proteinno rótulo: 0g / resultado: 4,5gno rótulo: 27,8g/ no laudo: 23,26gNão respondeu
Empresa Vulgo100% 3 Whey Proteinno rótulo: 2g / resultado: 4,63gno rótulo: 27g/    no laudo: 23,04g

 
Fonte: G1

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Reprodução: AS MÉDICAS QUE TÊM CARA DE BRASILEIRAS!

Recebi por email este texto e reproduzo aqui para que meditem sobre o assunto.

Ao dizer que médicas cubanas têm “cara de empregada doméstica”, a jornalista potiguar Micheline Borges fez, sem querer, um grande favor. (fonte G1)Escancarou o preconceito de tantos e mostrou a exclusão de negros do sistema de ensino.Aqui,nos acostumamos com médicos brancos e operários pretos; qualquer perspectiva de mudança —cotas em universidades, por exemplo — assusta muita gente. Também nos acostumamos com filas nos hospitais, com falta de médicos e com médicos que fraudam plantões, como têm mostrado OS Jornais e TVs.. Nos últimos dias, entidades médicas se envolveram como nunca na discussão relacionada à falta de médicos em áreas mais pobres. Estão indignadas não com o problema,mas com a solução encontrada pelo governo federal, que, depois de não conseguir médicos brasileiros, tratou de importar profissionais. Os conselhos de medicina rodaram o jaleco diante da concorrência, parecem os caras que largam a mulher mas não querem vê-la com outro homem. Médicos cometem a descortesia de vaiar colegas cubanos; quero ver se profissionais aqui do Rio vão fazer o mesmo com plantonistasque  batem ponto e vão embora.
As entidades alegam que o programa Mais Médicos dribla a Lei ao não submeter os estrangeiros à prova que verifica a capacitação de quem se forma no exterior. O argumento é razoável, mas, como eventual paciente, quero que exame parecido seja aplicado aos que se diplomam no Brasil. Em 2012, o Conselho de Medicina de São Paulo reprovou 60% dos médicos— brasileiros— que queriam exercer a profissão no estado, conforme divulgou a TV. Plim-Plim.
Nessa briga, falta ouvir os maiores interessados, os milhões de cidadãos que vivem sem qualquer tipo de assistência médica. Perguntar se eles querem um médico cubano — ou argentino, ou espanhol — ou preferem ficar sem assistência.
Eles, os sem-médicos, são contribuintes que, com seus impostos, ajudam a manter as faculdades públicas de Medicina. São os patrões, têm que ser ouvidos e respeitados.

Cubanos não têm cara de empregados domésticos, se parecem com a maioria dos brasileiros, daí a comparação e o susto. Você, Micheline Borges  ao menosprezá-los, acabou elogiando o sistema educacional do país deles.

Quais as consequências do consumo excessivo do fósforo?

Estudos evidenciam que o consumo excessivo vem contribuindo para o aumento do risco de desenvolvimento para doença cardiovascular, hiperparatireoidismo secundário, osteoporose e doença renal crônica. Em muitos países, a ingestão de fósforo é de duas a três vezes maior do que a recomendada pela Food and Nutrition Information Center (FNIC), que é de 700 mg/dia (RDA).

O fósforo é um nutriente obtido a partir de alimentos que contêm fosfato inorgânico (Pi) ou orgânico. A forma orgânica geralmente é utilizada na administração de nutrição parenteral. O Pi, encontrado na dieta, é absorvido facilmente pelas células do intestino delgado, e sua concentração sérica é regulada principalmente pelo paratormônio (PTH) e pelo fator de crescimento de fibroblastos 23 (FGF-23), sendo o rim o órgão de controle na liberação hormonal. 

Os alimentos processados contêm fosfato adicionado e o consumo excessivo estimula uma maior secreção de PTH que tem como efeito a redução do cálcio sérico. Essa ação crônica do PTH pode contribuir para a perda de massa óssea, osteoporose e consequente hiperparatireoidismo secundário (HPTS), caracterizado pela hiperplasia das glândulas paratireóides, elevados níveis séricos do paratormônio (PTH) e alteração no tecido ósseo. 

Estudos têm demonstrado que há uma relação direta entre a ingestão de fósforo e a obesidade, em que o elevado consumo desse nutriente foi associado a um maior índice de massa corporal e circunferência da cintura.Sobretudo, a ingestão em excesso de fósforo vem se tornando um problema de saúde entre a população, visto que o fosfato é adicionado em uma imensa variedade de alimentos, em especial os industrializados.

Autora: Lidivânia Nascimento
Fonte: Nutritotal

Glicemia elevada aumenta o risco do desenvolvimento de demência

Pesquisa publicada na revista The New England Journal of Medicine (NEJM) demonstrou que os níveis de glicose sanguínea (glicemia) mais elevados podem ser um fator de risco para o desenvolvimento de demência, em indivíduos diabéticos e não diabéticos.

Trata-se de um estudo prospectivo que teve o objetivo de testar a hipótese de que os níveis de glicose sanguínea estão associados com o risco de demência. Para isso, os pesquisadores avaliaram 2.067 indivíduos sem demência, sendo 839 homens e 1.228 mulheres com idade média de 76 anos. Do total dos participantes, 232 eram diabéticos e 1.835 não eram diabéticos.

Para a inclusão no estudo os participantes tiveram pelo menos cinco medições de glicemia e/ou de hemoglobina glicosilada (HbA1c) ao longo de dois ou mais anos antes da entrada no estudo. Os pacientes foram convidados a retornar em intervalos de 2 anos com a finalidade de identificar os casos incidentes de demência.

A média de acompanhamento dos pacientes foi de 6,8 anos. Nesse período, 524 participantes desenvolveram demência, dos quais 74 eram diabéticos e 450 não tinham diabetes. Entre os participantes sem diabetes, aqueles com glicemia média de 115 mg/dL apresentaram maior risco de desenvolvimento de demência do que os participantes com os níveis de 100 mg/dL (p= 0,01).
Entre os participantes com diabetes, os níveis mais elevados de glicose sanguínea (190 mg/dL) também foram relacionados a um risco aumentado de demência (p= 0,002), quando comparados com indivíduos que tinham os níveis médios de 160 mg/dL.

“Com o envelhecimento da população, a demência tornou-se uma grande ameaça à saúde pública mundial. A taxa de obesidade também está aumentando, com um aumento paralelo de indivíduos com diabetes. Os resultados dos estudos que avaliaram a associação entre obesidade ou diabetes e o risco de demência ainda não eram conclusivos”, comentam os autores.

“Estes dados, portanto, sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios sobre o envelhecimento cerebral. Com isso, nossos resultados sugerem a necessidade de intervenções efetivas, que possam contribuir para a redução da glicemia elevada”, concluem.

Autora: Rita de Cássia Borges de Castro
Fonte: Nutritotal

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Altos níveis plasmáticos de ômega-3 estão associados com maior risco de câncer de próstata

Pesquisa polêmica publicada na revista Journal of the National Cancer Institute demonstrou que concentrações sanguíneas elevadas de ácidos graxos ômega-3 estão associadas ao aumento do risco para o desenvolvimento do câncer de próstata.

Trata-se de um estudo que avaliou 834 homens diagnosticados com câncer de próstata, dos quais 156 tinham câncer de alto grau. Além disso, foi avaliado um subgrupo de 1.393 homens, que foram selecionados aleatoriamente.

Foram coletados dados sobre as características demográficas e de saúde no início do estudo, por meio de um questionário auto administrado. Também foram realizadas medidas de altura e peso, os quais foram utilizados para calcular o índice de massa corporal (IMC), bem como coletadas as amostras de sangue para avaliar os níveis plasmáticos de ácidos graxos ômega-3. Os autores dividiram os níveis de ácidos graxos ômega-3 (ácido eicosapentaenoico [EPA] + ácido docosapentaenoico [DPA] + ácido docosahexaenoico [DHA]) em quartis, comparando o quartil 1 (menor nível plasmático de ômega-3) com o quartil 4 (maior nível de ômega-3). 

Os pesquisadores observaram que os homens pertencentes ao quartil mais elevado de ômega-3 (>5,31% do total de ácidos graxos) apresentaram 71% de risco aumentado para o câncer de próstata de alto grau (p=0,02) quando comparado com os homens nos quartis mais baixos de ômega-3. Ao dividir os membros da família dos ácidos graxos ômega-3, foi encontrado que, ao comparar o menor com o maior quartil, o EPA esteve associado com o aumento do risco em 22% (p=0,048) para o desenvolvimento do câncer, enquanto que o DHA esteve associado com maior risco em 44% (p=0,08) para o desenvolvimento do câncer de próstata, ambos de baixo grau.

“Tomados em conjunto, estes resultados contradizem a expectativa de que o consumo elevado de ácidos graxos ômega-3 reduziria o risco para o desenvolvimento de câncer de próstata”, comentam os autores.

Entretanto, os níveis de ingestão ômega-3, seja pela suplementação ou pela alimentação, não foram mencionados nesse estudo, não sendo possível determinar se o risco está associado com a suplementação ou pelo consumo excessivo de alimentos fontes. 

Os pesquisadores destacam que “estudos anteriores têm demonstrado que o excesso de suplementação de ômega-3 estaria associado com o aumento do risco para o desenvolvimento de câncer de próstata, mas os resultados ainda eram inconclusivos. Isso sugere que as recomendações para aumentar a ingestão de ácidos graxos ômega-3, em particular, por meio de suplementos, devem considerar seus potenciais riscos”, concluem.

Autora: Rita de Cássia Borges de Castro
Fonte: Nutritotal

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Tecido Adiposo

O tecido adiposo é o principal reservatório energético do organismo. As células do tecido adiposo, os adipócitos, possuem a capacidade de armazenar triglicerídeos em quantidades correspondentes a 80- 95% de seu volume. 

Existem dois tipos de tecido adiposo: o tecido adiposo branco (TAB) e o tecido adiposo marrom (TAM). Suas principais diferenças estão entre os adipócitos que os constituem, são eles:

O adipócito branco, quando totalmente desenvolvido, ou seja, maduro, armazena os triglicerídeos em uma única e grande gota lipídica que ocupa a porção central da célula, deslocando o citoplasma, núcleo e demais organelas para a periferia. Apesar de apresentar volumes variáveis, os adipócitos brancos maduros são células grandes que podem alterar acentuadamente seu tamanho, conforme a quantidade de triglicerídeos acumulados. 

Ele possui uma distribuição generalizada pelo organismo, envolvendo ou mesmo se infiltrando por quase toda a região subcutânea, por órgãos e vísceras ocas da cavidade abdominal ou do mediastino e por diversos grupamentos musculares. A função deste adipócito é fornecer proteção mecânica, amenizando o impacto de choques e permitindo um adequado deslizamento de feixes musculares, uns sobre os outros, sem comprometer a sua integridade funcional. Além disso, por possuir distribuição mais abrangente, incluindo derme e tecido subcutâneo, é também considerado um excelente isolante térmico. 

Nas últimas décadas, as pesquisas destacam às descobertas da sua capacidade de secretar hormônios e, portanto, ao seu papel endócrino. Tais hormônios são denominados de adipocinas e revolucionaram os conceitos sobre a função biológica do tecido adiposo branco, mostrando que sua função não é apenas de fornecer e armazenar energia, mas também ser um órgão dinâmico e central da regulação metabólica.

O adipócito marrom tem como principal característica ser termogênico, ou seja, regular a produção de calor e conseqüentemente a temperatura corporal. Ao contrário do que se pensava nas últimas décadas, de que esse tipo de adipócito estava praticamente ausente em adultos, novos estudos científicos mostraram que a quantidade desse tecido em adultos não é tão pequena. 

Ao contrário do adipócito branco, o adipócito marrom é menor, possui várias gotículas de triglicerídeos de diferentes tamanhos, citoplasma relativamente abundante e numerosas mitocôndrias. A sua capacidade de produzir calor é pelo fato de que suas mitocôndrias não possuem o complexo enzimático necessário para a síntese de ATP e utilizam a energia liberada principalmente dos ácidos graxos para a termogênese. Esse processo ocorre através da proteína desacopladora-1 (UCP-1, também conhecida como termogenina), localizada na membrana mitocondrial interna. Ela atua como um canal de próton que permite o regresso de prótons (H+) gerados no ciclo de Krebs para a matriz mitocondrial, desviando-os do complexo F1F0 (ATP sintase), impedindo a síntese de ATP e permitindo que se dissipe em calor. A coloração escurecida (origem do nome “adipócito marrom”) é devido à alta concentração de citocromo oxidase dessas mitocôndrias.

As pesquisas científicas atuais estão buscando entender melhor o papel do tecido adiposo marrom em indivíduos adultos, na busca de agentes farmacológicos que possam incentivar o corpo a aumentar a atividade deste tecido, tornando-se um alvo terapêutico contra a obesidade.

Além dos adipócitos, o tecido adiposo é constituído pela matriz de tecido conjuntivo (fibras colágenas e reticulares), fibras nervosas, estroma vascular, nódulos linfáticos, células imunes (leucócitos, macrófagos), fibroblastos e pré-adipócitos (células adiposas indiferenciadas).

Qual a diferença metabólica entre o tecido adiposo abdominal subcutâneo e visceral?

O tecido adiposo abdominal é composto de tecido adiposo intra-abdominal (tecido adiposo visceral) e tecido adiposo subcutâneo. Uma das principais diferenças entre eles é que os adipócitos do tecido adiposo visceral (TAV) são metabolicamente mais ativos e apresentam maior atividade lipolítica de que os adipócitos do tecido adiposo subcutâneo (TAS). Porém, o acúmulo de gordura visceral, está associado com hiperglicemia, hiperinsulinemia, hipertrigliceridemia e intolerância à glicose.

De maneira geral, o tecido adiposo é constituído por diversos tipos celulares, sendo o adipócito seu principal componente. O citoplasma do adipócito tem como característica fundamental a presença de um vacúolo lipídico único que ocupa cerca de 95% da porção central da célula. O volume dos adipócitos do TAV é maior comparativamente ao TAS, essa característica é relevante, pois a sensibilidade à insulina e captação de glicose parece ser inversamente proporcional ao volume dos adipócitos, estreitando-se ainda mais a relação entre adiposidade visceral e diabetes tipo 2.

Quando o consumo energético é abundante, o excesso de triacilglicerol (TAG) é armazenado nos adipócitos para ser posteriormente mobilizado em períodos de déficit energético, quando há diminuição do consumo energético e/ou aumento de atividade física. O TAG pode ser incorporado ao adipócito através da captação de ácidos graxos contidos em lipoproteínas circulantes (quilomícrons e lipoproteínas de muito baixa densidade [VLDL]) ou pode ser sintetizado pelo adipócito, no processo conhecido como lipogênese. No déficit energético, o TAG armazenado é mobilizado, processo denominado lipólise, resultando na liberação de ácidos graxos livres (AGL) na corrente sanguínea. Estes AGL podem ser captados por outros tecidos, oxidados pela mitocôndria através da beta-oxidação e utilizados como substrato para produção de energia ou ainda recaptados pelo tecido adiposo e novamente armazenados como TAG no adipócito.

Assim, do ponto de vista metabólico, as principais ações do tecido adiposo são lipogênese e lipólise que, em médio e longo prazo, são controladas principalmente por vias neuroendócrinas. Em curto prazo, a lipólise e lipogênese são influenciadas por diferentes hormônios como a insulina e catecolaminas, além do sistema nervoso autônomo.

A mobilização de lipídios e a liberação de AGL e glicerol são modulados pelo sistema nervoso simpático e diferem bastante entre o TAV e TAS. As catecolaminas, como a adrenalina, são potentes reguladores da lipólise no tecido adiposo através da estimulação dos beta-adrenoreceptores e da inibição dos alfa2-adrenoreceptores. Os beta-adrenoreceptores estimulam a atividade da lipase hormônio sensível (LHS), enzima responsável pela hidrólise de TAG no tecido adiposo, e inibem a lipase lipoproteica (LLP), enzima que catalisa a hidrólise de TAG dos quilomícrons e VLDL para estocagem no tecido adiposo.
O TAV pode ser considerado o mais metabolicamente ativo, devido à maior resposta às catecolaminas e menor sensibilidade à supressão de lipólise mediada pela insulina, além de liberar AGL diretamente para o fígado via sistema porta, o que aumenta o risco para disfunções hepáticas.

Outra diferença entre TAV e TAS está relacionada com a produção de adipocinas. A expressão dessas moléculas aumenta proporcionalmente ao aumento do volume das células adiposas e de acordo com os diferentes compartimentos deste tecido. A secreção de interleucina-6 (IL-6), uma citocina pro-inflamatória, é de duas a três vezes maior no TAV do que no TAS. Por outro lado, a expressão e secreção de adiponectina são maiores no TAS do que no TAV, bem como a produção de leptina, pois quanto maior o adipócito, maior a expressão de leptina e menor expressão de adiponectina.

Autora: Rita de Cássia Borges de Castro
Fonte: Nutritotal

domingo, 9 de junho de 2013

Delegado Revoltado



Só espero que depois de uma declaração destas ele não seja assassinado.
Um dos poucos exemplos deste país....
Volta logo SENHOR!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Vitaminas

É comum encontrar nos meus atendimentos pessoas que buscam suplementos vitamínicos para tudo, acreditando sempre nas fórmulas mágicas das pílulas.
Mas, nem sempre o uso de suplementação vitamínica se faz necessária, apenas uma leve mudança no hábito alimentar já atende as necessidades diárias que cada um de nós necessita.
Para isso, para ajudar aqueles que buscam alguma orientação, segue abaixo uma tabela de vitaminas com algumas de suas principais fontes alimentares.
Clique na imagem para ampliar.

sábado, 11 de maio de 2013

Jovem chamada de 'minha gordinha' pelo namorado elimina 21 kg em PE

Aos 16 anos, a estudante Ana Carolina Cunha, de Petrolina, em Pernambuco, recebeu vários alertas de que precisava perder peso.
Na época, ela estava com 78 kg, o que significava um quadro de sobrepeso por causa de sua altura, que é de 1,67 metro. “Comecei a namorar, meu namorado tinha mania de me chamar de ‘minha gordinha’ e eu me perguntava por que ele me chamava daquele jeito porque eu não me achava gorda”, lembra a jovem, hoje com 18 anos.
Sem se pesar há muito tempo, Ana Carolina resolveu encarar a balança ao passar por uma farmácia em sua cidade. “Foi um baque para mim quando vi 78 kg”, conta.
Acostumada com maus hábitos alimentares, ela lembra que chegou a comer quase uma pizza inteira em um jantar com os pais. “Eu não sabia a hora de parar. Uma vez, briguei com a minha mãe e meu pai me deu um pote de sorvete que eu comi sozinha em uma noite”, diz.
Para emagrecer, a pernambucana já havia tentado até tomar remédio sem orientação médica, mas o resultado foi o inverso. “Perdi 6 kg em 15 dias, mas quando parei de tomar, engordei quase o dobro. Aí decidi parar com isso”, lembra Ana Carolina. Então, ela resolveu recorrer aos meios saudáveis para eliminar o excesso de peso: reeducação alimentar e atividade física.
“Eu estava no colégio na época, então a primeira coisa que fiz foi cortar o lanche. Com o dinheiro que economizei, consegui pagar uma academia e comecei a me exercitar”, conta.
Ana Carolina lembra que decidiu estabelecer uma meta no começo para se manter sempre motivada a continuar. “Tinha 5 kg para perder e, se eu conseguisse, me dava o direito de comer uma besteira. Assim, eu não ficava naquela loucura de vida saudável”, diz a estudante.
As “besteiras”, inclusive, saíram totalmente da alimentação da pernambucana, que passou a ingerir mais integrais, legumes, salada, suco, água e principalmente frutas. “Antes, comia muita fritura, bolacha recheada e refrigerante. Hoje como de 3 em 3 horas e bebo muita água”, conta. A estudante, que não tinha o hábito de comer alimentos saudáveis, diz que fez substituições e experimentou opções novas até se acostumar. “Odiava frutas e hoje gosto. De salada, só comia alface e tomate, mas hoje já incluo cenoura, beterraba, pepino e outros legumes”, conta.
Na academia, Ana Carolina começou com exercícios aeróbicos e muita corrida. “Perdi muito peso e tive anemia. Então, fui a uma nutricionista que me orientou e logo me recuperei”, lembra. Depois, com exercícios de musculação, ela conseguiu ganhar 3 kg de massa magra e atingiu seu peso atual, 57 kg, adequado para sua altura.
As roupas, que antes eram do tamanho 46, diminuíram para o 38, mas não foi fácil para Ana Carolina se acostumar com o novo corpo. “A relação com o espelho foi o mais difícil. Tinha perdido 10 kg, as roupas estavam folgadas, mas eu me via como a mesma gordinha. A aceitação de que eu estava emagrecendo foi muito complicada”, lembra.
Ana Carolina acredita que, para perder peso, o exercício físico é fundamental. “Tem que gastar o que come. Se eu como um chocolate, no dia seguinte corro mais 10 minutos na esteira. Não adianta comer e se sentar”, analisa. A perda de peso trouxe diversos outros benefícios para a saúde e para o bem-estar da jovem. “Minha respiração melhorou muito. Antes, corria um minuto e meu coração acelerava. Hoje estou treinando para participar de uma corrida de 6 km aqui na cidade. É um avanço muito grande para mim”, avalia a estudante.
Com 21 kg a menos, ela continua com o mesmo namorado e acredita que os sinais que recebeu dele foram extremamente importantes. “Ninguém da minha família tinha coragem de dizer que eu precisava emagrecer. Ele foi sincero comigo e foi muito bom”, avalia.
Já adaptada ao novo estilo de vida, Ana Carolina diz que aprendeu a se controlar e a gostar de viver de um jeito saudável. “As pessoas acham que vai ser o fim do mundo parar de comer guloseima, mas não é. Chocolate e pastel são só para satisfazer nossos prazeres, não são saudáveis”, defende. Mantendo seus 57 kg, ela se mostra satisfeita e diz que não vai engordar de novo. “Para ganhar peso, só se desse uma loucura na minha cabeça. Gosto do meu estilo de vida hoje”, conclui.

Fonte: Bem Estar