terça-feira, 27 de outubro de 2015

Quais as Diferenças entre os Tipos de Açúcares?

Sempre me perguntam "Dr, qual o melhor açúcar a ser utilizado?", hoje vou publicar um texto sobre o assunto, tentando esclarecer e, fazer com que pense e decida qual a melhor opção para sua saúde.
Tipos de Açúcar

O açúcar é um termo genérico para carboidratos cristalizados comestíveis, principalmente sacarose, lactose e frutose e sua principal característica é o sabor adocicado. No singular, "açúcar" costuma se referir à sacarose, identificando outros açúcares por seus nomes específicos (glicose, frutose etc). Atualmente, pode-se encontrar diversos tipos de açúcar no supermercado, sendo a sacarose a mais consumida e que apresenta mais subtipos.

Açúcar Refinado é também conhecido como açúcar branco, sendo o mais encontrado nos supermercados. É submetido ao refinamento, processo no qual há perda de vitaminas e sais minerais, e acréscimo de aditivos químicos, como o enxofre, que tornam o produto branco e mais saboroso.

Açúcar de Confeiteiro tem a mesma composição do açúcar refinado comum, só que mais fino. Muito usado em preparações de doces.

Açúcar Mascavo é feito da cana de açúcar, não passa pelo processo de refinamento e branqueamento, o que torna desnecessário o uso de aditivos químicos. Por isso, apresenta melhor qualidade nutricional, conservando vitaminas e minerais. É menos solúvel que os demais. Rico em cálcio, magnésio, fósforo e potássio.

Açúcar Demerara é menos processado que o refinado, obtido por um processo mais simples de purificação do açúcar. Não passa por tantos processos químicos e não chega a ser escuro e úmido como o mascavo. Costuma adoçar as preparações sem alterar sabor e nem cor. Mantém quantidades boas de minerais oriundos da cana, assim como o mascavo.

Açúcar Cristal em sua produção, o caldo de cana passa por processos de purificação, evaporação, cristalização, centrifugação e secagem. Adoça menos por ser menos solúvel e, muitas vezes, é usado em maior quantidade para adoçar. Ideal para o preparo de confeitos de doces.

Açúcar Light é uma mistura de açúcar (sacarose) e adoçante (sucralose, ciclamato ou sacarina). Por causa dessa mistura, esse açúcar não apresenta o gosto residual que os adoçantes contêm, mas também não apresenta grande redução de calorias. A diferença é que a mesma quantidade de açúcar light adoça entre duas e cinco vezes mais do que o açúcar comum. Pode-se dizer que o açúcar light é intermediário entre o açúcar refinado e o adoçante. O seu consumo é contraindicado para dietas com restrição de açúcar, a exemplo dos diabéticos.

Açúcar do Coco é produzido a partir do líquido das flores da palma de coco. Apresenta sabor doce, semelhante ao açúcar mascavo, com um leve toque de caramelo. Fonte de vitaminas e minerais, como vitaminas B1, B2, B3, B6, ferro, zinco, potássio e magnésio. Ainda faltam estudos conclusivos sobre seus reais benefícios à saúde.

Açúcar Orgânico é diferenciado pois a cana utilizada em sua fabricação é cultivada sem fertilizantes químicos. O açúcar orgânico utiliza processos apoiados na sustentabilidade do meio ambiente, desde o plantio até a etapa final. Suas características nutricionais se assemelham com as do açúcar mascavo. Portanto, apresenta uma quantidade maior de vitaminas e minerais em relação ao açúcar refinado.

De acordo com as Dietary Reference Intakes (DRIs), a ingestão de açúcar deve corresponder a menos de 10% das calorias ingeridas diariamente, o que equivale a seis colheres de chá por dia. No entanto, vale ressaltar que muitos alimentos industrializados contêm açúcar em sua composição, o que nem sempre é considerado pelos pacientes na hora de contabilizar seu consumo.

Autor(a): Alweyd Tesser
Fonte: Nutritotal

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Consumo excessivo de açúcar é um vício difícil de combater

Um estudo publicado no The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism demonstrou que o consumo de bebidas adoçadas com açúcar, e não com adoçantes artificiais, inibi a secreção de cortisol induzida por estresse.

Trata-se de um estudo intervencionista, do qual participaram 19 mulheres com idade entre 18 e 40 anos, com índice de massa corporal entre 20 – 34 kg/m². A intervenção consistiu no consumo de uma bebida adoçada com sacarose ou com aspartame, 3 vezes ao dia, durante duas semanas. Os autores avaliaram o cortisol salivar e as respostas cerebrais ao teste de estresse (Montreal Imaging Stress Task – MIST).

Os resultados demonstraram que, comparado ao aspartame, o consumo de sacarose foi associado com uma redução no cortisol induzido por estresse. Além disso, o consumo de açúcar, mas não o consumo de aspartame, foi associado com uma maior ativação do hipocampo, que é tipicamente inibida durante o estresse agudo. Ou seja, o açúcar inibiu o estresse induzido pela desativação no hipocampo.

Os autores afirmam que tanto a resposta disfuncional do sistema de estresse quanto o alto consumo de açúcar são preocupantes pois ambos estão associados à obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

“Nossos resultados fornecem novas evidências sobre o link fisiológico entre consumo de açúcar e reatividade do cortisol ao estresse”, concluem.

Autor(a)Alweyd Tesser (Pesquisadora no Laboratório de Nutrição e Cirurgia Metabólica do Aparelho Digestivo (Metanutri - LIM 35) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo)
Fonte: Nutritotal

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Cafeína Reduz Risco de Câncer de Mama

Um estudo publicado na revista Breast Cancer Research demonstrou que a alta ingestão de café com cafeína pode estar associada a um menor risco de desenvolvimento de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa, em comparação ao café descafeinado.

Com o objetivo de verificar a associação entre o consumo de chá e café com o desenvolvimento do câncer de mama, pesquisadores de um importante estudo europeu, multicêntrico e prospectivo (o estudo EPIC, do inglês European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition) avaliaram o questionário alimentar de 335.060 mulheres com idade entre 25 e 70 anos.

Os questionários foram preenchidos entre 1992 e 2000 e as mulheres foram acompanhadas até 2010. Nesse período foram diagnosticados 1064 casos em mulheres pré-menopausadas e 9.134 em pós-menopausadas. As análises do consumo de café foram realizadas por subgrupos: com cafeína ou descafeinado.

Bhoo-Pathy e colaboradores observaram que o consumo de café com cafeína e diminuiu o risco de câncer de mama em mulheres pós-menopausadas. Os autores também verificaram que o aumento da ingestão de café com cafeína foi relacionado a um menor risco de desenvolver um tipo específico de câncer de mama, receptor de estrogênio e progesterona negativo (ER-PR-). No estudo, para cada 100ml de aumento na ingestão de café com cafeína, o risco de câncer de mama ER-PR- diminuiu em 4%.

O consumo de chá e de café descafeinado não foram associados com risco de câncer de mama em mulheres pré ou pós-menopausadas, assim como na pré-menopausa, nem o café cafeinado e nem o descafeinado apresentaram associação com o câncer de mama.

Os nossos resultados mostram que a maior ingestão de café com cafeína está associada a uma redução no risco de câncer de mama na pós-menopausa”, concluem os autores.

A seguir, uma tabela com a quantidade de cafeína em algumas bebidas e alimentos.


Abaixo, um quadro que mostra alguns "possíveis" efeitos da cafeína.


Autor(a): Alweyd Tesser
Fonte: Nutritotal

terça-feira, 25 de agosto de 2015

E agora, o que uso: azeite, óleo de milho ou canola? Pesquisa identifica óleos mais saudáveis para cozinhar

Bem, tenho recebido já a algumas semanas algumas "matérias terroristas", tentando tornar alguns óleos grandes vilões da saúde.
Então, hoje, vou reproduzir uma matéria bacana que li recentemente, para tentar ajudar aqueles que ainda sofrem na hora d escolher/comprar o óleo ideal a ser utilizado no seu dia a dia.

Escolher o óleo certo para cozinhar não é fácil.

Quando o assunto é gorduras e óleos, temos dezenas de opções disponíveis e é complicado saber qual delas será a "mais saudável". As prateleiras dos supermercados têm de tudo. E, nos dias de hoje, apesar de termos mais informações, elas muitas vezes se confundem, porque há muito debate sobre os benefícios e os danos que podem vir do consumo de diferentes tipos de gordura.

Na série da BBC Trust Me, I'm a Doctor perguntamos: "Quais tipos de gordura e óleo são os melhores para cozinhar?"

Você pode pensar que é óbvio que frituras feitas com óleo vegetal são mais saudáveis do que se fosse feitas com óleo animal, como banha ou manteiga.

Mas será?

Para descobrir isso, demos a alguns moradores de Leicester, na Inglaterra, uma variedade de gorduras e óleos e pedimos aos voluntários para usarem todos eles. Também pedimos aos voluntários que guardassem o que sobrasse do óleo para podermos analisar.

As gorduras e óleos usados foram: óleo de girassol, óleo vegetal, óleo de milho, óleo de canola, azeite, manteiga e banha animal.

Depois de usadas para cozinhar, foram coletadas amostras dos óleos e das gorduras e enviadas para a Leicester School of Pharmacy na Universidade de Leicester, onde o professor Martin Grootveld e sua equipe fizeram um experimento paralelo onde eles aqueceram de novo os mesmos óleos a temperaturas altas para fazer frituras.

Quando você está fritando ou cozinhando em uma alta temperatura (próximo de 180°C), as estruturas moleculares de gorduras e óleos mudam. Acontece o que chamamos de oxidação – elas reagem com o oxigênio do ar formando aldeídos e peróxidos de lipídio. Na temperatura ambiente, algo semelhante acontece, mas de maneira muito mais lenta. Quando lipídios se decompõem, eles se tornam oxidados.

O consumo de aldeídos, mesmo que em pequenas quantidades, tem sido relacionado a um risco de doenças do coração e câncer. Então o que Grootveld e sua equipe descobriram?
"Descobrimos que os óleos que eram ricos em poliinssaturados – o de milho e o de girassol – geravam altos níveis de aldeídos."
O resultado foi surpreendente, já que muita gente pensava que o óleo de girassol era o mais "saudável".

"Óleo de girassol e de milho são bons", diz o professor Grootveld, "desde que você não submeta eles ao calor, como ao fritar alimentos ou ao cozinhar algo. É um fator químico simples faz com que algo que é visto como saudável para nós se converta em algo que faz mal quando é submetido a temperaturas mais altas."

O azeite e o óleo de canola produziram muito menos aldeídos, assim como a manteiga e a banha animal. O motivo é que esses óleos são ricos em ácidos graxos monoinsaturados e saturados, que são muito mais estáveis quando submetidos ao calor. Na verdade, gorduras saturadas raramente passam pelo processo de oxidação.

Segundo Grootveld, o melhor óleo para fritar e cozinhar é o azeite. "Primeiro porque esses compostos tóxicos são gerados em baixa quantidade e segundo porque os compostos que são formados são menos maléficos para o corpo humano."

A pesquisa dele também sugere que, quando o assunto é cozinhar ou fritar, manteiga ou banha animal são mais indicadas do que óleo de girassol e de milho.

"Se eu tivesse escolha entre banha e polinsaturados, eu optaria pela banha sempre."

A banha animal, apesar de ter uma reputação de "não saudável", é, na verdade, rica em gorduras monoinsaturadas.

O estudo também revela outros aldeídos identificado na análise das amostras enviadas para a universidade que ainda não haviam aparecido em outros experimentos com óleos.
"Nós descobrimos algo novo para a ciência aqui. Nunca tínhamos visto isso, estou impressionado."

Os voluntários provavelmente não ficariam muito felizes ao descobrir que o óleo que usaram para cozinhar gerou tantos compostos tóxicos.

O conselho final de Grootveld é, primeiramente, evitar frituras, especialmente aquelas em temperaturas muito altas. Se você estiver fritando algo, tente usar o mínimo possível de óleo e tente remover todo o óleo do alimento após a fritura usando uma toalha de papel, por exemplo.

Para reduzir a produção de aldeídos, opte por um óleo ou gordura que sejam ricos em lipídios monoinsaturados ou saturados (preferencialmente 60% para um ou outro e mais de 80% para os dois juntos), e que sejam pobres em polinsaturados (menos de 20%).

O professor acredita que o "óleo ideal" para cozinhar seja o azeite, porque "tem 76% de lipídios monoinsaturados, 14% saturados e apenas 10% polinsaturados".

E, nesse caso, o azeite não importa se o azeite é "extra virgem" ou não. "Os níveis antioxidantes presentes em produtos extra virgem são insuficientes para proteger contra a oxidação induzida pelo calor."

O último conselho é manter sempre o óleo guardado longe da luz e não reutilizá-lo, já que isso também leva ao acúmulo de substâncias ruins.

Sobre gorduras:

Gorduras polinsaturadas: contêm duas ou mais ligações carbono-carbono. Em alimentos como sementes, peixes, folhas verdes e nozes, podem trazer vários benefícios para a saúde. No entanto, os benefícios advindos do consumo de óleo de girassol e de milho, apesar de ricos em poliinstaturados, ainda não estão tão claros.

Óleos monoinsaturados: contêm apenas uma ligação dupla carbono-carbono. São encontrados em abacates, azeitonas, azeite, amêndoas e avelãs e também em banha animal. O azeite, que tem aproximadamente 76% de monoinsaturados, é um dos principais elementos da dieta mediterrânea, que tem se mostrado muito efetiva para reduzir o risco de doenças do coração.

Gorduras saturadas: não têm ligação dupla de átomos de carbono. Apesar de especialistas indicarem o consumo desse tipo de gordura, recentemente os benefícios dela e de outras gorduras derivadas de animais têm sido questionados.

Links Interessantes:


Fontes: BBC

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Cortisol x Ganho de peso

O cortisol é um hormônio produzido pelas glândulas adrenais e desempenha funções metabólicas e endócrinas importantes:

  • Manutenção da glicemia em jejum (aumenta a produção de glicogênio no fígado, estimula a lipólise do tecido adiposo e a quebra de proteínas do músculo para a formação de glicose);
  • Aumenta a filtração glomerular (essencial para a excreção rápida da sobrecarga de água);
  • Modulação do sistema imune (limitam as respostas imunes para que elas não ataquem o próprio organismo, importante para que não haja rejeição de órgãos transplantados, efeito benéfico nas reações alérgicas);
  • Mantém a função muscular (contratilidade e performance do trabalho do músculo esquelético e cardíaco);
  • Facilita a maturação do feto (amadurecimento do trato gastrointestinal e dos pulmões).

Porém a produção excessiva de cortisol, que pode estar relacionada aos altos níveis de estresse, quando liberado na circulação, leva a efeitos adversos: aumenta os batimentos cardíacos, a sudorese, os níveis de açúcar no sangue; causa insônia, mudanças de humor (pode elevar ou deprimir o humor); diminui a memória; favorece a obesidade na região abdominal, o surgimento de osteoporose; gera imunodepressão (diminui as defesas do nosso organismo) e acaba com os estoques corporais de proteína.

A obesidade é um dos fatores atuais que está sendo relacionada com a alta concentração deste hormônio, devido a exposição aumentada ao stress nos grandes centros urbanos. Isso acontece porque o cortisol liberado aumenta a produção de glicogênio hepático, inibe a ação da insulina aumentando a glicemia, o que levaria a uma resistência a insulina. Além disso, a elevação na produção de cortisol aumenta a deposição de gordura principalmente na região abdominal. Em obesos há uma super atividade da enzima que transforma a corticosterona em cortisol, um estudo realizado mostrou que após ingestão de uma dieta rica em gordura os indivíduos obesos produziram 2 vezes mais cortisol.

Outro estudo relaciona a porcentagem de gordura visceral com o aumento da glândula adrenal em indivíduos que possuem depressão. A ativação da maior parte do cortisol de indivíduos obesos é feita no tecido adiposo, isto estimula o HPA (eixo hipotalâmico) que por sua vez aumenta produção de cortisol, este seria responsável pelo acúmulo de mais gordura visceral.

Dicas Nutricionais:

  • Diminuir os fatores de estresse, esta é uma necessidade para quem tem produção excessiva de cortisol.
  • Caso seja obeso, a perda de peso é muito importante para que os níveis de cortisol baixem e o ciclo de engordar cada vez mais não continue.
  • Alimente-se de 3 em 3 horas, faça os lanches intermediários, consuma frutas frescas ou até mesmo desidratadas, pois no jejum a produção de cortisol é aumentada.
  • O estresse aumenta a excreção de zinco, por isso uma alimentação rica em carne bovina, leite, frango, farelo de aveia, feijão é importante.
  • Evite alimentos ricos em cafeína (chocolate, café, chá mate, chá preto, refrigerantes a base de cola), pois estes alimentos são estimulantes e produzem mais cortisol.
  • O estresse causa baixas concentrações de serotonina e dopamina, podendo levar ao aparecimento do craving (vontade de comer doces), para diminuir esse estresse e as baixas concentrações de serotonina, devemos fazer refeições que tenham uma combinação de proteínas e carboidratos, preferindo os carboidratos integrais que aumentam o tempo de saciedade.
  • A deficiência de minerais como o magnésio presente nas nozes, sementes de abóbora, tofu, caju, pistache, entre outros alimentos, pode ser um fator para o estresse, que levaria ao aumento da excreção e uma diminuição da absorção deste mineral, diminuindo os níveis de dopamina e alterando o humor.


Fadiga Adrenal

Em contra partida, existem as pessoas que possuem fadiga adrenal (baixa produção de cortisol), esta ocorre quando não há um bom funcionamento das glândulas adrenais, fazendo com que o organismo excrete sódio pela urina e o eixo hipotalâmico não responda em estado de estresse. Mas o que pode levar a uma fadiga adrenal? Estudos relacionam que a alergia alimentar pode estar envolvida, uma vez que alergia produz histaminas aumentando a produção de cortisol pelas glândulas, se a alergia é recorrente o organismo está sempre sendo estimulado a produzir cortisol e a adrenal pode ser prejudicada. Outra hipótese é o alto nível de stress que também provocaria alterações no funcionamento das suprarrenais, como uma adaptação ao stress crônico.

Dicas Nutricionais:

  • Eliminar alimentos alergênicos da dieta. Isso é muito individual, porém existem os alimentos considerados mais alergênicos como frutos do mar, amendoim, laticínios, soja e glúten. Mas não retire nenhum deles da dieta, antes de uma avaliação e correta substituição.
  • Controlar a glicemia: comer a cada 3 horas e evitar alimentos de alto índice glicêmico (açúcar e farinha refinada), preferir os que liberam açúcar na corrente sanguínea lentamente.
  • O consumo de sal é importante uma vez que há perdas significativas de sódio pela urina. A ingestão de água deve ser combinada com sódio (sal).
  • Evitar alimentos ricos em potássio (abacate, banana, melão, kiwi, maracujá, água de coco) logo pela manhã, pois podem diminuir a absorção de sódio. Cuidado com os isotônicos que contém mais potássio do que sódio.
  • Evite consumir no café da manhã alimentos estimulantes como café, refrigerantes, chá mate, chá preto, pois estes aumentam a liberação de aminas e fazem as adrenais fatigadas trabalharem mais, além do consumo destes alimentos serem fatores para gerar hipoglicemia de rebote, fator de estresse para a suprarenal que já está enfraquecida. Um sinal de que a pessoa possa apresentar algum estágio de fadiga da adrenal é o fato de não conseguir “funcionar” pela manhã sem o consumo de café ou outro estimulante.
  • O consumo de vitamina C (acerola, laranja, morango, agrião, espinafre) é importante, uma vez que as adrenais utilizam de 10 a 15 vezes mais essas vitamina que outros órgãos, como o fígado e o cérebro;
  • Consuma alimentos fontes de vitamina B5 (ácido pantotênico) como leite, salmão, gérmen de trigo, farinha de aveia, pois esta vitamina é precursora da coenzima A, necessária para formação do colesterol, sem ele não há produção de hormônios adrenais.
  • Em associação com o ácido pantotênico e a vitamina C está o consumo de magnésio (nozes, semente de abóbora, tofu, caju, pistache) que também desempenha papel importante na atividade adrenal.
  • Também existem estudos que indicam benefícios do uso de fitoterápicos na melhora da fadiga da adrenal, mas esses só devem ser utilizados com supervisão de um profissional.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Cinco Dicas para Reduzir o Consumo de Açúcar

Olá.
Hoje quero compartilhar uma matéria que acabei de ler, que de certa forma complementa o texto que postei anteriormente, "O Que Aconteceria se Cortássemos o Açúcar?" .
Não sou o tipo de profissional que atua direcionando o tratamento com comportamentos "xiitas", cortando tudo. Ao contrário, trabalho de forma a "reeducar" cada paciente a obter hábitos melhores, mais saudáveis e sem sofrimentos. Mas quando leio matérias como esta, ainda que nos induzam a cortar radicalmente, não reproduzo para que tenha esta atitude, mas que pense melhor suas decisões, do que, quando e quanto consumir.
Boa leitura.

Pense em um quilo de açúcar. Sim, um desses pacotes que compramos no supermercado e com o qual podemos encher o açucareiro várias vezes.
Parece muito, não? Mas é a mesma quantidade que um adulto consome, em média, em duas semanas. E os adolescentes ingerem um pouco mais.

Muitos se surpreenderão de que seja tanto. Sabemos em quais alimentos é óbvio que haja açúcar, como chocolates e biscoitos. Mas também há grandes quantidades "escondidas" em outras comidas que não necessariamente são consideradas doces.

A BBC preparou algumas dicas para que você diminua a quantidade de açúcar que consome no seu dia a dia, para assim ter uma vida mais saudável.

1. Qual deve ser o limite diário?
Em março de 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reduziu sua recomendação de consumo diário de açúcar para uma dieta saudável a 5% do total de calorias ingeridas. O limite máximo é de 10%.
Essa recomendação é um desafio, considerando os hábitos alimentares de hoje em dia. Nos países ocidentais, o açúcar pode representar até 15% da ingestão diária de fontes de energia.
No entanto, alguns nutricionistas vão além e recomendam o consumo de menos de 3% na dieta.
Esses limites são para todos os tipos de açúcar contidos nos alimentos, tanto os naturais – os existentes no mel, leite e sucos de fruta, por exemplo – como o açúcar cristal e o refinado, porque o corpo não distingue a diferença entre suas versões naturais e processadas.
Na prática, todos os tipos de açúcar são transformados em glicose e frutose e acabam processados pelo fígado.

2. Quanto é isso em colheres de chá?
Esta é a recomendação da OMS para uma pessoa adulta que consuma aproximadamente 2 mil calorias por dia:
O limite máximo de 10% corresponde a 50 gramas de açúcar por dia, o que corresponde a mais ou menos 12 colheres de chá.
Para seguir o limite considerado ideal, de 5%, é preciso cortar os números acima pela metade.

3. Quanto açúcar há numa lata de refrigerante?
Só uma lata do tamanho convencional, de 330 ml, contém, em açúcares, o equivalente a nove colheres de chá, ou seja, mais que a quantidade ideal recomendada pela OMS.
São 36 gramas em uma lata de refrigerante de cola. A versão light, por sua vez, tem zero açúcar.

4. Quanto de açúcar há 'escondido' em alimentos não considerados doces?
As bebidas que mais contém açúcar são (da maior quantidade para a menor): milkshakes, refrigerantes, água com sabor de frutas, energéticos e sucos de fruta artificiais. Essas bebidas não nos deixam tão satisfeitos como comidas sólidas que não são doces, mas têm o mesmo número de calorias.
Um suco de laranja de 150 mil contém 12,9 gramas de açúcar, equivalente a 3 colheres (de chá) de açúcar.
A recomendação para as crianças é a de consumir água ou leite (sem açúcar) em vez de refrescos e sucos de fruta com adição de açúcar.

O álcool também é um problema: segundo dados de uma pesquisa feita no Reino Unido entre 2008 e 2012, 10% do total de açúcar consumido pelos adultos vêm de bebidas alcoólicas.
Em segundo lugar vêm os molhos: molho barbecue, ketchup ou molho agridoce... todos têm açúcar. Algumas colheres de molho podem contar a mesma quantidade de açúcar que um donut.
Por sua vez, um iogurte de fruta de 125 gramas contém 15,9 gramas de açúcar. A mesma quantidade de iogurte natural tem 11,6 gramas, segundo a Public Health England.
E alguns produtos "light" ou "diet" também não são necessariamente são seguros, porque, para potencializar o sabor, os fabricantes compensa o baixo teor de gordura acrescentando mais açúcar.




5. Como calcular o quanto de açúcar há em algum produto?
Essa pode ser uma tarefa confusa porque, nos rótulos, o açúcar pode aparecer sob diferentes nomes.
Mas quase todos eles terminam em "ose": glicose, frutose, sacarose, lactose, maltose, xarope de milho, que contém frutose concentrada.
Entretanto, um bom jeito de calcular o açúcar presente é se concentrar no item "Carboidratos (dos quais açúcares)".
Em geral, se há mais de 15 gramas de açúcar por 100 gramas, é considerado um produto com alto teor de açúcar.
Se for 5 gramas por cada 100 gramas, é um produto com baixo teor de açúcar.

Fonte: Bem Estar

terça-feira, 4 de agosto de 2015

O Que Aconteceria se Cortássemos o Açúcar da Dieta?

Bolachas, biscoitos, doces, bolos, sorvetes, pães, panquecas, molhos, refeições pré-confecionadas, iogurtes, sucos ‘naturais’, refrigerantes, e muito mais. O açúcar está presente na grande maioria dos alimentos ingeridos diariamente, seja camuflado ou completamente à vista.
O açúcar está presente em diversos alimentos e, muitas vezes, em quantidades muito superiores a alguns alimentos comumente doces.

É considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o veneno do século XXI e um dos maiores vícios da atualidade, colocando em causa a saúde e o bem-estar das crianças., uma vez que pode mesmo causar dependência.

Acha que conseguiria passar um ano sem consumir açúcar? E como reagiria o seu corpo a esta restrição?

Após uma semana sem consumir açúcar os níveis de energia começam a cair, a desmotivação aumenta assim como a mudança de humor e a irritação. É possível verificar-se uma ligeira perda de inchaço assim como uma melhor qualidade de sono.

À segunda semana sem açúcar, o corpo começa a voltar a ter energia assim como os níveis de concentração melhoram. Verifica-se, ainda, uma ligeira perda de peso.

Já sem oscilações, a energia e o humor voltam ao estado normal passado um mês e, para quem consumia chocolate regularmente, é visível uma perda da percentagem de massa gorda, e um ligeiro emagrecimento. Passado um mês de restrição que o corpo começa a não ‘pedir’ por doces.

Ao terceiro mês sem açúcar, os níveis de colesterol mau, glicemia e triglicéridos tendem a cair. Ao contrário da disposição física e qualidade de sono, que aumentam. A perda de peso e gordura fica mais notória.

Não consumir este alimento durante seis meses faz com que o bem-estar e saúde geral melhorem e os riscos de câncer caiam, uma vez que o corpo se tornou já ‘resistente’ aos doces.

E passado um ano sem que o açúcar fosse presença na alimentação, os riscos de problemas cardíacos, Diabetes e obesidade reduzem a olhos vistos. Os benefícios conseguidos nos períodos anteriores mantêm-se e além de ganhar anos de vida, a pessoa fica ainda mais ativa, enérgica e bem-humorada.





Fonte: Pavablog

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Alimentos que Ajudam a Aumentar a Disposição Física

Alguns amigos (e pacientes) sempre reclamam que lhes faltam disposição em algum momento do dia ou para alguma atividade específica, então, hoje estou publicando uma lista com alguns alimentos a serem acrescentados no tratamento nutricional que irão ajudar a aumentar a disposição física.

Abacaxi
A fruta é rica em fibras solúveis, que ajudam na eliminação de toxinas pelo organismo. Fonte de bromelina, que metaboliza mais rapidamente as gorduras.

Laranja
Fonte de limonoides, que promovem uma limpeza do fígado e estão presentes também em outras frutas cítricas, como a grapefruit.

Vitamina C
Em combinação com o aspartato de arginina, age no ciclo de geração de energia do organismo e ajuda a combater o cansaço físico e mental. 
O aspartato é um aminoácido presente no nosso organismo que ajuda o corpo a gerar energia sem entrar em acidose ou produzir lactato. 
Já a arginina auxilia na eliminação da amônia, que é tóxica e a Vitamina C ajuda no combate dos radicais livres, moléculas que sofreram mutação e são prejudiciais às estruturas celulares. 
A combinação do aspartato auxilia o organismo a funcionar de forma mais eficiente, eliminando toxinas mais rapidamente e impedindo a formação de substâncias que prejudicam a produtividade. 
É possível encontrar essa combinação pronta - aspartato de arginina e vitamina C - em farmácias comuns ou manipulação.

Amêndoas, castanhas-de-caju e avelãs
Fornecem mais energia, já que são fontes de óleos e contam com o mineral magnésio, que participa, dentre outras reações, da transformação da glicose em energia.



Linhaça e nozes
Fontes de vitamina E e ômega-3, cálcio, magnésio, zinco e selênio, os quais ajudam a induzir a desintoxicação das células e são antioxidantes.

Maçã
Seus flavonoides, principalmente a quercetina, aumentam os níveis de antioxidantes e atuam na proteção das células do fígado, o órgão fundamental no processo de desintoxicação.

Brócolis
Possui em sua composição glicosinolatos, substâncias que agem na desintoxicação do fígado.

Salsinha
Rica em potássio, ajuda na eliminação de líquidos e, consequentemente, das toxinas.

Chá-verde
Rico em catequinas, quercetina e teaflavinas, substâncias que têm ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres.

Óleo de coco
O atual queridinho das mulheres pode ajudar nesse combate ao cansaço, uma vez que tem em sua composição óleos derivados que minimizam as alterações hormonais femininas, que geram ainda mais fadiga e falta de ânimo.

Espinafre e beterraba
São ricos em precursores do oxido nítrico, que favorece o fluxo circulatório e a oferta de nutrientes às células.

Caso você não tenha um acompanhamento nutricional, procure hoje mesmo um(a) nutricionista perto de você, faça uma avaliação e mude seus hábitos!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Alimentos Sem Glúten NÃO SÃO mais Saudáveis que Alimentos com Glúten

Um estudo publicado na revista British Journal of Nutrition concluiu que é improvável que o consumo de produtos sem glúten confira benefícios à saúde, a menos que haja clara evidência doença celíaca, intolerância ou alergia ao glúten.

Conduzido por Wu e colaboradores, o estudo avaliou a qualidade nutricional de alimentos com e sem glúten em grupos de alimentos básicos e em uma vasta gama de produtos considerados supérfluos em supermercados da Austrália. Informações nutricionais dos rótulos foram sistematicamente obtidas de todos os alimentos embalados em quatro grandes supermercados em Sidney, Austrália, em 2013. Os produtos alimentares foram classificados como livre de glúten (GF) se uma declaração aparecia em qualquer parte da embalagem do produto; ou em alimento com glúten se eles continham glúten, trigo, centeio, triticale, cevada, aveia ou trigo vermelho. 

O desfecho primário foi o 'Health Star Rating' (HSR: escore mais baixo 0,5 estrelas; escore ótimo 5 estrelas), um esquema de perfil de nutrientes aprovado pelo governo Australiano. Diferenças no conteúdo de nutrientes individuais foram exploradas em análises secundárias. 

Um total de 3213 produtos entre 10 categorias de alimentos foi incluído. Em média, a massa seca simples de produtos GF pontuou aproximadamente 0,5 menos estrelas comparada com produtos que continham glúten. Entretanto, não houve diferenças significativas no HSR médio para pães ou cereais matinais prontos para o consumo. 

Em comparação aos produtos que continham glúten, os produtos GF tiveram médias consistentemente mais baixas de proteína entre todos os três grupos de produtos alimentares, em particular para massa e pães. 

Uma proporção substancial de alimentos da categoria de “supérfluos” tinha rótulos GF e o HSR médio de alimentos supérfluos GF não foi superior àqueles dos produtos que continham glúten.

“Há a probabilidade de que a rotulagem de GF vem sendo utilizada para inferir um conceito injustificado de saúde para itens discricionários. Dados os efeitos adversos para a saúde causados por dietas deficientes na Austrália e em outras partes do mundo, iniciativas políticas devem visar o aumento do consumo de alimentos básicos tais como grãos integrais, frutas e legumes e a redução no consumo de alimentos discricionários (GF ou de outra forma) como uma prioridade de saúde pública”, afirmam os autores.

Fonte: Nutritotal
Autor(a): Alweyd Tesser

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Dieta ou Mundança de Hábitos??

Se você deseja emagrecer, não sabe por onde começar e pretende partir para o "tudo ou nada", espere um pouco e reflita.

Será que vale a pena arriscar a sua saúde para ficar magro rapidamente? Pense bem, será que não é hora de adotar uma alimentação saudável?

O nosso corpo, quando entra em uma alta restrição alimentar, não entende o que está acontecendo.

Ele não sabe distinguir se a deficiência energética da alimentação é porque desejamos emagrecer ou se esperamos ficar mais saudáveis.

Imagine-se no deserto, onde há pouca comida, pouca água. O que acontecerá quando encontrar alimento e bebida? Você sentirá vontade de devorar o mundo e comer tudo que vê pela frente, não é verdade? Nada mais natural, já que o nosso organismo entende que devemos nos preparar para a próxima restrição, armazenando uma parte do que ingerimos, o que dificulta o emagrecimento.

O que isso significa? Que altas restrições alimentares não são boas para você, definitivamente não é alimentação saudável e não irá ajudá-lo a eliminar peso com saúde e muito menos o ajudará no período de manutenção.

Então, esqueça o "tudo ou nada" e siga as próximas dicas para que possa ter uma alimentação saudável e uma vida melhor.

1. Evite dietas milagrosas em que há uma grande eliminação de peso em um curto período de tempo.

2. Não faça uma alimentação baseada em um único tipo de alimento ou nutriente.

3. Mesmo tendo exagerado nos dias anteriores, faça, pelo menos, 5-6 refeições por dia.

4. Pequenos lanches entre as refeições principais irão evitar a vontade de devorar o primeiro prato que encontrar pela frente.

5. Não belisque entre as refeições.

6. Esqueça dos snacks (salgadinhos) e da bolacha recheada.

7. Deixe na gaveta do escritório barrinha de cereais, bolacha integral (ingira, no máximo, 3 unidades).

8. Frutas e iogurtes light são excelentes lanches.

9. Se tiver vontade de comer um doce, coma-o. Mas lembre-se: somente um pedaço ou unidade. Isso é melhor do que devorar uma caixa de bombom no final do dia.

10. Comece sempre a refeição com um caprichado prato de saladas.

11. Evite o uso de óleos para temperar as saladas. Use vinagre ou suco de limão.

12. Macarrão é permitido, mas cuidado com o molho.

13. Molho branco, quatro queijos, bolonhesa são muito mais calóricos quando comparados com o ao sugo. Portanto, não abuse!

14. Não repita a refeição.

15. Evite beber refrigerantes, mesmo os light ou diet.

16. Evite água gaseificada. Bebidas com gás dilatam o estômago dando uma falsa sensação de saciedade.

17. Bebidas isotônicas devem ser evitadas. São calóricas e, para não atletas, a água ainda é o melhor hidratante.

18. Prefira sucos naturais.

19. Utilize adoçante nos sucos e no cafezinho.

20. Beba, no máximo, 4 xícaras pequenas de café por dia.

21. Ingira bastante água durante o dia. No mínimo, 1,5 litro ou 8 copos.

22. Leve sempre uma barrinha de cereais na bolsa. Quando bater aquela vontade de comer alguma coisa, você já sabe a que recorrer.

23. Ingira legumes todos os dias.

24. Coma pelo menos 2 frutas diariamente.

25. Prefira ameixa, melancia, melão, morango que são menos calóricas.

26. Cuidado com as frutas secas. Por serem desidratadas é fácil ingerir mais calorias com as naturais.

27. Ingira carnes menos calóricas como peixe, frango (peito), peru, patinho, contrafilé.

28. Cuidado com o salmão. Ele apresenta mais calorias do que outros peixes.

29. Retire a pele das aves. Ela contém basicamente gordura.

30. Evite atum e sardinha conservados em óleo. Já existe a versão light.

31. Miúdos e vísceras são ricos em gorduras saturadas. Então, minimize o consumo desses alimentos.

32. Retire a gordura visível das carnes, como por exemplo, a da picanha.

33. Evite alimentos fritos. Dê preferência aos grelhados ou cozidos.

34. Embutidos (mortadela, presunto, salame) devem ser evitados.

35. Enlatados são ricos em sódio; por isso, prefira os alimentos naturais.

36. Manteiga, creme de leite, chantilly, massa podre são ricos em calorias e colesterol. Evite-os.

37. Queijos amarelos (mussarela, provolone, prato, parmesão) devem ser evitados.

38. Dê preferência aos queijos brancos como o de minas, frescal, ricota e cottage.

39. Evite as preparações gratinadas.

40. Dê preferência aos alimentos desnatados como leite e iogurtes.

41. Se não tem boa aceitação ao leite desnatado, fique com o semidesnatado.

42. Evite chocolates, inclusive o diet.

43. Ingira alimentos ricos em fibras como legumes, verduras e frutas.

44. Consuma maçã, pêra, uva com a casca.

45. Pizza prefira as menos calóricas como de escarola, rúcula, mussarela. Mas fique somente na primeira fatia.

46. Tomate seco, por ser conservado em óleo, deve ser evitado.

47. Bebidas alcoólicas são calóricas. Consuma esporadicamente e em pequena quantidade.

48. Uma taça de vinho diariamente faz bem para a saúde. Mas nada adiantará se não tem o hábito da boa alimentação e é sedentário.

49. Em barzinhos evite os petiscos como amendoim, batata frita, castanha de caju, carne seca ou salgadinhos.

50. Evite os fast-food. Os alimentos servidos são normalmente ricos em gorduras.

51. Se não tiver saída, prefira uma unidade de cheeseburguer, refrigerante light e batata frita pequena. Dispense a sobremesa.

52. Em restaurantes por quilo, passe primeiro por todas as opções antes de escolher os alimentos. Isso evitará exageros.

53. Para a sobremesa, prefira frutas da época.

54. Evite sorvetes de massa. Opte pelo picolé de fruta.

55. Em sorveteria por quilo, prefira os sorvetes de frutas. Passe reto pelas coberturas e chantilly.

56. Nunca vá ao supermercado com fome. Vá sempre após uma refeição. Isso evitará pegar balas, chocolates e salgadinhos.

57. Não compre alimentos que devem ser evitados.

58. Compare os rótulos dos alimentos e verifique se os light e diet são menos calóricos. Nem sempre isso é verdade.

59. Nunca acumule a fome. Por isso deixe na geladeira legumes picados (cenoura, pepino, salsão) e gelatina diet. Eles não prejudicarão o seu emagrecimento.

E, por fim, vale essa dica:


60. Movimente-se!! Você não precisa ir à academia! Caminhar 3 vezes por semana pelo bairro, por 40 minutos cada sessão, irá ajudá-lo a ter mais saúde!