quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Chia

A chia (Salvia hispanica L.) é uma planta herbácea da família das lamiáceas, da qual também fazem parte o linho e a sálvia, tanto que é conhecida com "salvia hispânica". Originária do México, suas sementes já eram utilizadas como alimento pelos povos das civilizações da América Central há muitos séculos. A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes. Mas a fama notória da chia foi conquistada graças aos seus efeitos sobre a dieta, pois a semente é capaz de favorecer o emagrecimento. Consumi-la significa colher uma lista de benefícios, que incluem desde regular as taxas de colesterol sanguíneo até fortalecer o sistema imunológico.

A chia pode ser facilmente consumida junto a saladas ou na mistura de sucos e vitaminas, além de outras receitas, na quantidade de duas colheres de sopa, que equivale a 25 gramas. Ela contém alto teor de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, tipos de gorduras consideradas benéficas ao organismo, sendo rica em ácido graxo alfa-linolênico, também conhecido como ômega 3.

Ela também contém carboidratos considerados de baixo índice glicêmico, pois aproximadamente 34,4% da porção de 100 g da semente é composta por fibras alimentares. Por fim, a semente ainda contém compostos fenólicos sendo considerada uma fonte natural de antioxidantes. Entre eles estão o ácido cafeico e ácido clorogênico.

Sua semente é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

Mas a chia transborda mesmo em quantidade de fibras, duas colheres de chia contêm 8,6 g delas. Como temos que consumir 25 gramas dessas substâncias ao dia, isso quer dizer que uma porção tem 34% das fibras de que precisamos diariamente! Veja qual porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes ela também carrega:

32% de magnésio
16% de zinco
15% de cálcio
13% do ferro
13% de vitamina B3 (niacina)
12% de vitamina B1 (tiamina)
3% de vitamina B2 (riboflavina).

* Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Benefícios da chia

Ajuda a emagrecer
Um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-se em uma espécie de gel. É só fazer o teste, deixando uma porção de molho num copo para perceber a semente inchando em pouco tempo. Quando é ingerida, a reação é semelhante. Em contato com os sucos gástricos, suas fibras se transformam nesse gel, que aumentam a dilatação do estômago. É esse mecanismo um dos fatores que favorecem a saciedade e, consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.

Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade.

Previne e controla o diabetes
Por conter fibras e aumentar o tempo de liberação da glicose, a chia pode ser relacionada com a prevenção do diabetes tipo 2. Funciona da seguinte forma: a digestão dos carboidratos começa na boca e termina no intestino, onde partes maiores de carboidrato são transformadas em tipos diferentes de açúcar (glicose, frutose, galactose) para serem absorvidos. Quando consumida com fontes de carboidratos (frutas, massas, pães), as fibras da chia têm como efeito a diminuição da velocidade com que o carboidrato sai do estômago e chega ao intestino, para terminar de ser digerido e absorvido, justamente por se transforarem em um gel. Dessa forma, a glicose é liberada lentamente na corrente sanguínea, fazendo com que o hormônio insulina, necessário para transportá-la até as células, também seja liberado em pequenas doses. A vantagem de tudo isso é que com menos doses desse hormônio circulando no organismo, evita-se assim uma condição chamada resistência à insulina. O quadro ocorre quando é preciso uma quantidade maior do composto para que a mesma quantidade de glicose seja armazenada, e em longo prazo favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Previne doenças cardiovasculares
O consumo regular de chia é capaz de evitar doenças como infarto, derrame e hipertensão graças as suas grandes quantidades de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.

Regula o colesterol
De toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras têm como uma de suas principais propriedades reduzir o colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicérides na corrente sanguínea. Além disso, as fibras da semente também têm efeito benéfico na diminuição da concentração dos lipídios no sangue, que é o caso do colesterol.

Efeito desintoxicante
Os antioxidantes, como o ácido cafeico, de sua composição, são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedir a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.

Fonte de cálcio
Por ter bastante cálcio, a chia é uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral. Porém, alimentos como tofu e gergelim contêm maiores quantidades de cálcio, e vale consumi-los também.

Protege o cérebro
Ela também pode favorecer as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.

Pele e cabelos mais bonitos
Em sua composição nutricional, a chia também apresenta vitamina A, nutriente que age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução da acne e prevenção do ressecamento da pele. A semente também leva vitamina B2, importante na saúde da pele, unhas e cabelos.

Efeito anticelulite
Já se sabe que a chia contém quantidades significativas de ômega 3 e muitos estudos têm relacionado o consumo desse ácido graxo com a diminuição da inflamação, o que seria interessante para diminuir e evitar celulite, um processo inflamatório do organismo.

Fortalece a imunidade
Por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunológico, a chia é importante para reforçar as defesas, afastando de perto doenças como gripes, resfriados e processos infecciosos. Além disso, por ter nutrientes como fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.

Boa fonte de ferro
O mineral, presente em grande quantidade na chia, é muito bem absorvido nesse alimento. Ele é o principal nutriente na formação dos glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo nosso corpo. A redução desses glóbulos e da oxigenação levam à anemia, fadiga e cansaço, aumenta os riscos de infecções e também se relaciona a uma queda na imunidade.

Quantidade recomendada de chia
Os especialistas dizem que não há uma quantidade diária estabelecida para o consumo da chia. No entanto, estudos conduzidos em humanos que obtiveram resultados positivos utilizaram 25 g da semente, aproximadamente duas colheres de sopa, uma vez ao dia. Cabe salientar que alguns usaram mais. Mas como ela é calórica, o mais recomendado é manter os 25 g diários.

Como consumir a chia
Ela pode ser consumida crua, triturada ou em forma de gel ou na forma de óleo. A semente mantém suas propriedades em todas estas formas de consumo. Veja como usá-la:

Em forma de gel
Deixe uma colher de sopa da semente de molho em 60 ml de água durante aproximadamente 30 minutos. O ideal é consumir o gel assim que ele estiver formado, não sendo recomendado guardar a mistura para comer depois. Depois que a goma é formada, você pode consumi-la na forma pura sem acompanhamentos (ainda que seja pouco comum) ou usá-la no preparo de mingau, sopas, batida em sucos ou em receitas de bolo e até adicionando à molhos de massas, por exemplo.

Substitua os ovos das receitas
O gel formado pela chia pode ser um ótimo substituto do ovo em receitas. Misturando uma colher de sopa da farinha de chia com 60 ml de água, você obtém uma quantidade de gel suficiente para substituir um ovo em qualquer preparação.

Semente seca
Em vez de produzir o gel, você pode fazer diferente e adicionar a semente a líquidos como sucos, iogurtes e vitaminas. Uma sugestão é comer a porção no lanche entre as refeições, pois um pote de iogurte desnatado (160 ml) com uma colher de sopa de chia contém apenas 70 calorias.

Óleo da chia
Ele pode ser usado para temperar saladas ou para regar a refeição quando já estiver no prato. O aquecimento do óleo de chia não é recomendado, pois o ômega 3 é facilmente oxidado com o calor, perdendo assim suas propriedades.

Na forma de farinha
A farinha pode ser misturada a frutas, sopas, mingaus e sucos de forma mais prática. Esta versão também pode substituir a farinha de trigo no preparo de receitas de pães e bolos. Outra boa pedida é comprar o grão, liquidificar, acondicionar a farinha em um pote e armazenar em geladeira para depois consumir junto da salada.

Chia sozinha ou com outros grãos? Normalmente as pessoas misturam grãos fontes de nutrientes diferentes, para atingir um benefício específico, nem sempre promovido por todos os grãos do mix. Com benefícios à saúde próximos ao da chia, temos a linhaça, o gergelim e o girassol. Mas não é recomendado consumir uma porção de cada uma deles por dia, devido à alta quantidade de calorias que essas sementes possuem. Sendo assim, uma solução pode ser fazer um mix destes grãos e consumir até 25g do mix ao dia.

Compare a chia com outros alimentos
Em relação à gordura, ela só perde da linhaça que contém 32,3 g em 100 g de alimento enquanto a chia tem em sua composição 30,74 g em 100 g. Mas vale lembrar que grande parte dessa gordura é proveniente de ômega-3 e omêga-6, benéficos para saúde e que equilibram as taxas de colesterol.

Se compararmos, porém os ácidos graxos dos peixes de águas profundas, como o salmão, e dos vegetais, existem diferenças. O ômega-3 de origem animal contém mais componentes EPA (ácido eicosapentaenoico) e DHA (ácido docosahexaenóico) do que os de origem vegetal, que não produzidos por nosso organismo e trazem mais benefícios à saúde cardiovascular.

A chia contém 631 mg de cálcio em 100 g. Mas vale lembrar que apesar de 100 gramas da semente terem mais cálcio do que um copo de leite integral (234 mg), é contraindicado consumir toda essa quantidade do grão, e o mineral do leite é mais facilmente absorvido pelo nosso organismo. Uma porção diária de chia (ou seja, 25 g) tem 158 gramas de cálcio, perdendo para o leite. E seria preciso mastigar muito bem o grão para dispor de todo o mineral que ele contém. Isso torna a semente uma boa opção para quem não pode consumir lactose e precisa de cálcio.

A semente também contém 112 mg de potássio e 84 mg de magnésio em 25 g enquanto o farelo de trigo (obtido como sobra do processo de refino do trigo, que dá origem à farinha de trigo) não apresenta nenhum dos dois micronutrientes. O magnésio é um mineral que não faz falta em pessoas que consomem as cinco porções recomendadas de vegetais, pois é abundante nesses alimentos. Porém, como a maior parte dos brasileiros não consome os 400 gramas de vegetais e frutas diários indicados pelo Ministério da Saúde (cerca de 90% de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE), ela é uma boa alternativa para não perder o mineral.

A chia é considerada uma boa fonte de ferro, pois além de ter o mineral em alta quantidade, ele é mais fácil de ser absorvido na semente do que em alguns vegetais, pois eles acabam presos em uma substância chamada fitato. 25 g de chia contêm 1,93 g de ferro, 65 g de espinafre (o que equivale à quantidade recomendada de folhas verdes escuras para um dia) têm 1,77 g do mineral.

Contraindicações
Não há contraindicação ao consumo da chia, porém suplementos devem ser utilizados somente com prescrição médica ou nutricional.

Riscos
A chia é um carboidrato, apesar de conter fibras, em excesso, pode levar ao aumento de peso, constipação intestinal (principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago.

O consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco.

Fonte: MinhaVida

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Qual a Diferença entre os Tipos de SAL?

Atualmente, pode-se encontrar diversos tipos de sal no supermercado: sal rosa do Himalaia, flor de sal, refinado, defumado, negro, marinho, entre outros. Apesar de todos possuírem sódio em sua composição, existem algumas diferenças entre eles, como a quantidade de sódio e de outros minerais, além de diferenças de textura e sabor.

O sal de cozinha ou “refinado” é o mais utilizado na culinária. O iodo foi adicionado ao sal pela primeira vez em meados de 1920 para combater uma epidemia de hipertireoidismo e o bócio. O sal é processado para remover impurezas, o que reduz os teores de minerais, e por ter uma textura fina pode ser misturado de forma mais homogênea. O sal grosso evita o ressecamento dos alimentos por não ter passado pelo processo de refinamento e apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha.

O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características.

O sal light apresenta um reduzido teor de sódio com 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Geralmente é indicado para pessoas que têm restrição ao consumo de sódio. Entretanto, indivíduos com doenças renais não devem utilizá-lo, pois o aumento da ingestão de potássio pode causar um acúmulo do mineral no organismo, elevando o risco de complicações cardiovasculares.

O sal marinho é mais caro do que o sal de cozinha por ser raspado manualmente da superfície de lagos de evaporação. Não é tão processado, preservando mais os sais minerais. Pode ser grosso, fino ou em flocos e dependendo da região que é retirado e da composição de minerais pode ser branco, rosa, preto, cinza ou de uma combinação de cores.

O sal do Himalaia é encontrado aos “pés” do Himalaia, região que a milhões de anos foi banhada pelo mar. Possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor suave.

Existem diferentes tipos de sais defumados. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o franceses. O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

O sal do Havaí possui coloração rosa avermelhada por causa da presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro.

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro.

A flor de sal contém 10% mais sódio do que o sal refinado. Na elaboração são utilizados apenas os cristais retirados da camada superficial das salinas onde se formam os grãos translúcidos. Possui sabor mais intenso e textura crocante, sendo indicado acrescentar após a preparação do alimento.

O sal kosher é utilizado para preparar carnes kosher, por remover o sangue da carne rapidamente. Não dissolve tão rápido quanto o sal de cozinha e não é iodado.

A tabela abaixo mostra a quantidade de sódio presente nos diferentes tipos de sal.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto deve consumir por dia, 2,4 gramas de sódio, o que equivale a 6 gramas de sal refinado. 
Já a American Heart Association recomenda que a quantidade diária de sódio a ser consumida esteja entre 1,5 a 2,3 gramas para homens e mulheres entre as idades de 9 e 50 anos.
De acordo com o Consensus Action on Salt and Health (CASH), o consumo excessivo de sal está ligado não somente ao aparecimento da hipertensão, mas também a outras doenças, como osteoporose, câncer de estômago, asma e obesidade.


Entretanto, o sal, se consumido com moderação, proporciona ao organismo humano a quantidade necessária de sódio e cloro, proporcionando um equilíbrio hídrico, evitando a desidratação do organismo e preservando a atividade muscular e nervosa.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

AZEITE

Hoje quero falar de um alimento extremamente importante e útil na maioria das dietas, especialmente quando falamos da Dieta do Mediterrâneo.

O AZEITE

As prateleiras dos supermercados apresentam uma grande variedade de marcas e tipos de azeites.
Numa rápida pesquisa é possível encontrar o azeite de oliva, oliva refinado, virgem e extra virgem, entre outros.
Além da diferença de preço entre essas classificações, há diferença no sabor, utilidade e qualidade.
A União Européia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:
Extravirgens; Oliva Virgem; Oliva Virgem Lampante; Refinado e; Oliva.

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM
É obtido de uma única prensagem a frio da azeitona madura, por isso ele é o mais puro e sua acidez é de no máximo 0,8% (os melhores estão entre 0,4 e 0,5%).
Após a prensagem, ele é filtrado, conservando um sabor acentuado.
São produtos de alta qualidade gastronômica e no dia-a-dia são utilizados para finalização de pratos ou saladas.

AZEITE DE OLIVA VIRGEM
O azeite de oliva virgem é extraído na segunda ou terceira prensagem da azeitona. Sua acidez pode ser de até 2% e o seu sabor é menos acentuado em relação ao extra virgem e um pouco mais adocicado. Na sua comercialização podem ser denominados “fino”.
Seu principal uso é o culinário.

AZEITE DE OLIVA VIRGEM LAMPANTE
Apresentam acidez maior do que 2% denominam-se.
Destinam exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites de Oliva.

AZEITE REFINADO
Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas climáticos ou de processo apresentam defeitos sensoriais são destinados ao refino. O refino não modifica a estrutura química do azeite de oliva e elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.

A mistura de azeite refinado com azeites de oliva vingens (extra, fino ou lampante) recebe a denominação genérica azeite de oliva. O grau de acidez final não pode superar a 1%. Essa limitação modula a utilização dos azeites virgens na produção do azeite de oliva. Ou seja, para atende-la, os fabricantes se obrigam a utilizar mais azeites de oliva extravirgem (ou fino) do que o lampante na elaboração do azeite de oliva. A principal utilização do azeite de oliva é culinária.

O Inmetro analisou o teor de gordura e colesterol em diferentes tipos de azeite: virgem, extra virgem e refinado. A análise foi precedida por uma pesquisa da procedência dos azeites importados no Brasil. A partir da pesquisa, foram selecionados “azeites de oliva extra virgens” de 7 procedências diferentes, e “azeites de oliva virgens” de 2 procedências distintas.

Nos azeites de oliva, em geral, os teores de ácidos graxos saturados não ultrapassam 25% do total de ácidos graxos. Isso significa que, em relação aos impactos para a saúde, os diferentes tipos de azeites não têm uma diferença significativa.

Essa análise também esclarece uma dúvida comum: acredita-se que ao esquentar o azeite ele perde as propriedades e fica menos saudável.
Para esclarecer essa questão, o Inmetro também verificou à influência do calor da fritura em relação a perda do perfil de ácidos graxos dos azeites.
Nesse teste, o azeite permaneceu aquecido por 10min e 30s, à temperatura de 170ºC e o resultado evidenciou que não houve variação expressiva.

Entretanto, cabe ressaltar que o uso de um azeite em fritura por tempo muito prolongado pode prejudicar a qualidade nutricional do mesmo e que alguns alimentos, quando fritos, às vezes interagem com o azeite o que também pode alterar o produto.


Micro componentes dos tipos de azeite de oliva

O processamento do azeite de oliva influencia na concentração de antioxidantes, substâncias que protegem o organismo contra agentes externos e no desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares e o câncer.

O azeite de oliva extravirgem contém uma maior concentração de antioxidantes do que os azeites de oliva refinados. Os principais antioxidantes do azeite de oliva são os derivados fenólicos (tirosol e hidroxitirosol), esteróis livres e seus precursores, o esqualeno. 

O azeite refinado em função de seu processamento perde uma parte desses microcomponentes, mas mantém a mesma composição de ácidos graxos dos azeites virgens. 

Veja as diferenças:
O azeite de oliva extravirgem tem 330 mg de vitamina E/kg e 400 compostos fenólicos diferentes.
O azeite de oliva refinado contém 220 mg de vitamina E/kg e 80 compostos fenólicos. A menor concentração de compostos fenólicos e vitamina E do azeite refinado diminuem a  estabilidade do produto quando comparado com o virgem.

A composição de ácidos graxos, responsável por importantes benefícios à saúde, é semelhante nos dois tipos de azeite.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Frutas Vermelhas

O que amoras, framboesas, morangos, cereja, uva escura, romã, blueberry e cranberry têm em comum?


Além de serem deliciosas, são classificadas de frutas vermelhas e, devido ao seu alto teor de antioxidantes, alcançaram o status de MEGA ALIMENTOS. 

Suas cascas de cores que vão de vermelho a arroxeado são ricas em flavonoides, antioxidantes que neutralizam a ação dos radicais livres e nos ajudam a combater o envelhecimento precoce da nossa pele.

Os benefícios dessas frutas bonitas e saborosas não param por aí. 

Os antioxidantes têm ainda papel importante na melhoria das funções cerebrais, do sistema imunológico e da visão. 

As antocianinas das frutas vermelhas, por sua vez, tanto ajudam a diminuir o desenvolvimento de tumores como também melhoram o funcionamento do cérebro.

5 principais frutas vermelhas que ajudam a emagrecer

  • Goji berry
  • Framboesa
  • Morango
  • Melancia
  • Amora


Cranberry
A Cranberry, uma fruta não muito conhecida no Brasil, é bastante procurada e consumida pelos mercados americano e europeu.  É famosa pelos benefícios à saúde do trato urinário.

A romã é uma ótima opção para fonte da juventude e beleza. Além, de ser uma fruta deliciosa, é cheia de nutrientes, possui propriedades terapêuticas que beneficiam a saúde e a beleza de quem a consome. Sua polpa é rica em fibras, vitaminas e minerais, que auxiliam a eliminar o mau colesterol.

Goji Berry
A novidade fica por conta das "Goji berries", frutas vermelhas parecidas com uvas, originárias do noroeste da China e do Tibete. Bem aceitas, têm sido utilizadas para fins medicinais é como um MEGA ALIMENTO. 

Além de serem ótimas fontes de antioxidantes, as goji berries são fontes de minerais e vitaminas como ferro, selênio, zinco, fósforo, cobre e das vitaminas B1, B2, B6 e vitamina E. Têm efeito protetor contra doenças cardiovasculares e inflamatórias.

Mirtilo ou Blueberry
O blueberry (ou mirtilo), apesar de ter cor azul, pertence à família das frutas vermelhas e é um fruto que contém muitos antioxidantes, estes consistem num grupo de minerais e vitaminas. O consumo de blueberry traz benefícios à nossa saúde, como a melhora a nossa memória e coordenação motora. 

A quantidade diária de consumo das frutas vermelhas deve ser de três a cinco porções, de preferência variadas e in natura, para evitar o desperdício de algumas propriedades. 

Uma boa opção é comê-las para substituir doces, que geralmente são excessivamente açucarados, enquanto elas são adocicadas e muito mais saudáveis.

Para termos todos os benefícios dessas frutas, precisamos consumi-las in natura, ou seja, na forma de polpa congelada ou desidratada. 

Uma boa dica é colocar as frutas vermelhas em saladas de frutas ou misturadas em iogurtes. É uma excelente (e deliciosa) opção de lanche entre as refeições!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

As Frutas Mais Completas

Há uma pergunta, entre as diversas que me fazem que é recorrente? Qual fruta devo consumir?

Muito além de alimentos gostosos e naturais, as frutas são ricas em diversos nutrientes que oferecem benefícios incríveis e, principalmente, essenciais para o organismo, quando o objetivo é alcançar a tão sonhada qualidade de vida.

Além de todos os fatores nutricionais, ao contrário do que muitos pensam, as frutas ajudam e muito nas dietas mais eficazes de emagrecimento, já que reduzem a vontade de comer doces.

Ou seja, desde que haja equilíbrio, esses alimentos devem sempre fazer parte de uma rotina alimentar.

Dê preferência às frutas orgânicas

Um estudo apresentado pelo Rodale Institute, organização americana dedicada à pesquisa das melhores práticas agrícolas, confirmou, através do relatório "The Farming System Trial", a superioridade do sistema orgânico em relação aos alimentos fabricados com técnicas e produtos artificiais. "Para a saúde do solo por si só, a agricultura orgânica é mais sustentável do que a convencional. Quando se considera também a produção, viabilidade econômica, o consumo de energia e a saúde humana, é claro que a agricultura orgânica é sustentável, enquanto as atuais práticas convencionais não são", afirma o instituto em sua página eletrônica.

VEJA A LISTA SEGUIR COM AS 10 MAIS CONSUMIDAS NO BRASIL

Banana
Rica em vitaminas do complexo B e C, a fruta mais brasileira de todas contém triptofano, elemento que aumenta os níveis de serotonina, controlando o desejo por doces. "As bananas, que muitos acreditam ter muitas calorias, oferecem um número bem razoável: uma unidade grande fornece apenas 120 calorias. Quando você precisa (ou deseja) perder peso, trocar uma caixa de bombom por uma fruta doce e suculenta pode ajudar muito!", acrescenta Giovana.

Maçã
Auxilia a manter os níveis de colesterol estáveis, pois contem pectina, que dificulta a absorção das gorduras e também da glicose. Como também tem uma grande quantidade de potássio, ela elimina o sódio e o excesso de água retida no corpo. Além disso, a maçã é rica em vitaminas B1, B2 e niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro.

Melancia
Super hidratante, por ser composta por mais de 80% de água, a melancia é uma das frutas que mais contém vitaminas do complexo A e B, além de promover uma verdadeira limpeza tanto no intestino, como no estômago.

Abacate
A gordura monoinsaturada presente nessa fruta é responsável por elevar o colesterol bom no organismo. Além disso, o abacate auxilia a saciar a fome e estimula a cicatrização. Por ser rico em vitamina E, é bom para pessoas com doenças cardiovasculares e reforça também o sistema imunológico.

Uvas
O seu bagaço reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do resveratrol. A uva também contém flavonoides, que são antioxidantes e combatem o mau colesterol.

Pera
A fruta é rica em vitamina A, C, vitaminas do complexo B, fibras e água. Ela também é um poderoso diurético, combate os gases estomacais e intestinais e contém apenas 98 kcal.

Laranja
Muito famosa por seu alto teor de vitamina C que fortalece o sistema imunológico, a laranja também é rica em muitos outros compostos anticancerígenos.

Melão
Ajuda a estabilizar a pressão arterial, e possui níveis elevados de vitamina C, vitamina A, vitamina B6-, potássio, niacina, fibra dietética, e ácido fólico.

Morango
Rico em antioxidantes, o morango ainda é amigo do coração, por conter também antocianinas. Além disso, possui poucas calorias (cerca de 4kcal por unidade) e retarda o envelhecimento.

Abacaxi
Rico em bromelinas, o abacaxi auxilia na digestão, especialmente de proteínas, além de conter um poderoso efeito cicatrizante. Também contem poucas calorias e muita água em sua composição.

terça-feira, 12 de julho de 2016

AMEIXA

A Ameixa é uma fruta com caroço da família do pêssego, nectarina e damasco, que é originária de diversos países, sendo conhecida no mundo todo. 

Existem mais de 2000 variedades de ameixas, com cores que variam do roxo intenso até o vermelho, o amarelo e até mesmo o verde.

Com sabor doce e ligeiramente azedo, pode ser consumida fresca ou na versão desidratada (ameixa seca), sendo uma excelente opção para o café-da-manhã ou os lanches entre as refeições.

Informações nutricionais por unidade:
Energia: 30 calorias
Carboidratos: 7,5 g
Proteínas: 0,5 g
Gorduras: 0,2 g
Fibras: 0,9 g
Colesterol: 0 g

Valor Nutricional das Ameixas: 
As Ameixas contem uma grande variedade de componentes saudáveis, tais como vitaminas e minerais. Como a Vitamina A, Vitamina C (ácido ascórbico), ácido fólico e Vitamina K (filoquinona). Elas também são uma boa fonte de vitamina B1 (tiamina), Vitamina B2 (riboflavina), Vitamina B3 (niacina), Vitamina B6 e vitamina E (alfa-tocoferol). Além disso, os minerais presentes nas ameixas incluem Potássio, flúor, Fósforo, Magnésio, Ferro, Cálcio e Zinco.


Ou seja, é uma opção extremamente saudável para ajudar a manter a dieta em dia e evitar o consumo das opções industrializadas, muito práticas, porém nada saudáveis.




Os Benefícios da Ameixa incluem alívio de indigestão, infecções da gripe e problemas relacionados à ansiedade. O poder do antioxidante presente nas ameixas ajudam no tratamento de doenças como a osteoporose, degeneração macular, câncer, diabetes e obesidade.

Ela ajuda a manter níveis saudáveis do colesterol, a saúde cardiovascular, a saúde cognitiva, resistência do sistema imunológico, a saúde celular, equilíbrio eletrolítico, o sistema nervoso e ajuda a cuidar da pele e coagulação do sangue.


Benefícios da Ameixa Contra a Obesidade

Os Extratos da ameixa são valiosos para o tratamento da obesidade e outras complicações associadas com a obesidade. Estudos têm mostrado que o consumo do frutos de caroço tais como ameixas ajuda na luta contra a síndrome metabólica, devido à presença de compostos bioativos (flavonóides e fenólicos).

Os componentes tais como antocianinas, ácidos clorogênicos, quercetina e catequinas presentes nas ameixas exerce a função anti-obesidade e anti-inflamatórios e nos efeitos sobre as diferentes células do corpo, incluindo as células de gordura, eles também ajudam na prevenção de problemas relacionados à obesidade, tais como distúrbios de colesterol, diabetes e doenças cardiovasculares.

Benefícios da Ameixa Para Osteoporose

O Consumo de ameixas secas exerce ações anabólicas e anti-reabsorção, o que ajuda na manutenção de ossos saudáveis. Os Flavonóides, tais como o ácido cafeico e rutina que estão ambos presentes na ameixas ajudam na inibição da degradação do tecido ósseo, e a prevenção de doenças, tais como a osteoporose na pós-menopausa das mulheres.

Os polifenóis, juntamente com o teor de Potássio presente em ameixas secas, incentiva a formação de ossos, aumenta a densidade óssea e previne a perda óssea causada pela deficiência nos hormônios ovarianos. Pesquisas têm demonstrado que o consumo regular das ameixas secas ajuda na restauração da densidade óssea que já foram perdidos devido ao envelhecimento.

Benefícios da Ameixa Para Digestão

As Ameixas são uma boa fonte de fibra dietética, juntamente com o sorbitol e isatina, o que ajuda na regulação do sistema digestivo. De acordo com estudos realizados, as ameixas secas são mais eficazes no tratamento de distúrbios digestivos, como constipação, em comparação com outras soluções, tais como casca de psyllium. Sorbitol e isatina tem um efeito laxante e estimula a secreção de fluidos nas entranhas e promove a lavagem eficiente dos resíduos através do cólon.

Benefícios da Ameixa Para a Saúde Cognitiva

Os flavonóides presentes no suco de ameixa são eficazes na proteção contra o prejuízo cognitivo relacionado com à idade. Os fitonutrientes benéficos presentes nas ameixas ajudam na redução da inflamação em áreas neurológicos para melhorar as funções de aprendizagem e a memória. O consumo regular de ameixa também ajuda na prevenção de doenças neurodegenerativas relacionadas com a idade, como as doenças de Alzheimer e de Parkinson.

Benefícios da Ameixa Para O Bom Colesterol

As ameixas secas ajudam na prevenção de hipercolesterolemia e hiperlipidemia. Um estudo comprovou a eficácia das ameixas secas mais do que o suco de uva na manutenção de níveis saudáveis de colesterol plasmático e hepático. O teor de fibra presente na ameixas também contribui para o efeito protetor no coração, reduzindo o colesterol LDL e ajudando a elevar os níveis de colesterol HDL (colesterol bom).

Benefícios da Ameixa Para Diabetes

A ameixa exerce efeitos anti-hiperglicêmicos e ajuda no combate contra diabetes. Estudos têm mostrado que o consumo dos extratos das ameixas auxilia na redução dos níveis de glucose e de triglicéridos no sangue. Os flavonóides presentes nas ameixas exercem efeitos protetores contra a resistência à insulinas.

Benefícios da Ameixa Para Sistema Nervoso

As Ameixas contém Vitamina B6, elas ajudam nas transmissão de sinais nervosos e auxiliares para o bom funcionamento do sistema nervoso. Além disso, as Ameixas também ajuda no crescimento normal do cérebro e auxilia na formação do humor. O triptofano, é um aminoácido presente nas ameixas, que ajudam na produção do neurotransmissor “serotonina”, o qual desempenha um papel importante durante o sono, no apetite e na concentração .

Benefícios da Ameixa Para Sistema Imunológico

As Ameixas são benéficas no fortalecimento da defesa imunológica do organismo, devido à presença de Vitamina C. Ela promove a resistência do organismo contra várias infecções e inflamações. Pesquisa feitas mostrou que as ameixas têm componentes imunoestimulantes que estimulam a produção de óxido nítrico no corpo, impedindo, assim, a metástase de células tumorais, e são valiosos na prevenção de várias doenças.

Benefícios da Ameixa Para Saúde Celular

As Ameixas contém Ferro e cobre , este nutrientes auxiliam na formação de glóbulos vermelhos e facilita a purificação do sangue e a circulação saudável. O cobre da ameixas atua como um antioxidante e é essencial para a saúde do nervo e auxilia na formação de colagênio. Além disos, O Consumo das ameixas também ajudam na absorção de ferro e previne várias doenças, tais como anemia e osteoartrite.

Benefícios da Ameixa Para Ansiedade

O consumo regular de ameixa ajuda na redução da ansiedade. Estudos forneceram provas sobre os efeitos ansiolíticos e propriedades antioxidantes dos ácidos clorogênicos presentes na ameixas, que ajudam na cura de comportamentos relacionados à ansiedade e danos causados pelo estresse oxidativo.

Benefícios da Ameixa Para Gravidez

As Ameixas e produtos de ameixa são benéficos durante a gravidez, devido à abundância de várias vitaminas e minerais. Esses componentes benéficos são vitais para a visão do olho, o desenvolvimento de ossos e tecidos, e saúde celular para a mãe e para o bebê crescer saudável.

A inclusão da ameixas, como parte de uma dieta equilibrada ajuda na luta contra várias infecções e mantém a saúde em geral. No entanto, deve-se ter cuidado quanto à escolha de sucos de ameixa comercialmente disponíveis, pois eles podem conter quantidades elevadas de açúcar.

Benefícios da Ameixa na Prevenção do Câncer

Extratos da ameixa foram provados ser benéfico no tratamento de câncer. Estudos têm mostrado que a epicatequina, um componente presente na ameixas, ajuda a inibir o crescimento e proliferação das células cancerosas malignas e induz a apoptose no carcinoma hepatocelular humano ou câncer do fígado. Além disso, as Ameixas são ricas em antioxidantes e fitonutrientes, incluindo ácido clorogênico e ácido neo-clorogênico que têm um efeito curativo contra câncer de mama, sem prejudicar as células saudáveis do corpo.

Benefícios da Ameixa Para Equilíbrio do Eletrólitos

As Ameixas contem quantidades abundantes de Potássio, que é um eletrólito, e é necessária para o bom funcionamento das células e tecidos do corpo. Além disso, Consumir ameixas ricas em potássio ajuda na regulação e contrações musculares e regula o equilíbrio ácido-base do corpo.

Cuidados Com a Pele: As Ameixas são ricas em Vitamina C, juntamente com outros antioxidantes, que ajudam a manter a pele saudável, radiante e jovem. O consumo de ameixas ajuda a reduzir manchas escuras e rugas, devido à presença de nutrientes anti-envelhecimento. Extratos de ameixa são usados em vários produtos de cuidados da pele.

Benefícios da Ameixa Para Degeneração Macular

As Ameixas contém vitamina A e beta-caroteno, que são benéficos para a manutenção da saúde dos olhos e na prevenção relacionadas com a idade como a degeneração macular. O carotenóides luteína e de zeaxantina presente nas ameixas residem nos tecidos macular da retina e proporciona uma proteção contra os danos causados pela radiação UV.

Benefícios da Ameixa Para Coagulação do Sangue

As Ameixas contêm vitamina K, elas ajudam na coagulação normal do sangue e promove a saúde dos ossos. A deficiência de vitamina K no corpo podem resultar em perda excessiva de sangue e outros problemas de saúde, tais como ossos fracos.



PARA AGENDAR UM ATENDIMENTO
(24) 3365-5739 (ANGRA DOS REIS)
(24) 3371-2198 (PARATY)
(24) 99877-1248 (VIVO)
(24) 99295-8194 (CLARO) [WhatsApp]

segunda-feira, 4 de julho de 2016

ABOBRINHA

A abobrinha é um legume rico em fósforo, cálcio, ferro, vitamina A, vitaminas do complexo B e fibras, sendo esse último importante para as funções intestinais. Já as vitaminas e os minerais citados são essenciais para todas as reações do nosso organismo ocorrerem corretamente, daí a importância de seu consumo.

Pode ser utilizada em diversas preparações e está presente desde a culinária tradicional até a alta gastronomia.

Existem dois tipos de abobrinha: a italiana e a brasileira. Você sabe qual é qual? Não?! Então eu vou te ensinar, mas antes, preciso fazer algumas observações…

Como é o corpo da mulher italiana? É reto, praticamente sem curvas, mas, por favor, não estou querendo ofender as italianas, mesmo porque, sou descendente de italiano. E o corpo da brasileira? A mulher brasileira tem cintura fina e quadril grande, é cheio de curvas.

As abobrinhas seguem esses formatos respectivos, ou seja, a abobrinha italiana é reta enquanto a brasileira tem a parte debaixo maior, tem curvas.
Abobrinha Italiana

Abobrinha Brasileira
Composição
1 xícara de abobrinha cozida (220g)
Energia: 40 calorias
Carboidratos: 3,9 g
Fibras: 1,4 g
Proteínas: 1,2 g
Gorduras: 2,6 g

Das propriedades da abobrinha mais marcantes vale ressaltar que ela é uma fonte rica em vitaminas do complexo B (essenciais para o bom funcionamento dos sistemas neurológico, circulatório e imunológico), vitamina A (boa para a visão, pele, auxilia no crescimento e evita infecções), além de conter minerais como potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio.

A safra da abobrinha italiana vai de julho a dezembro, e a da brasileira vai de setembro a janeiro.

Alguns Benefícios da Abobrinha

Veremos a seguir os principais benefícios da abobrinha para saúde e boa forma. Entenderemos para que serve esse alimento versátil e saboroso.

1- Poder antioxidante

Essa talvez seja a melhor característica da abobrinha. Como uma excelente fonte de manganês e uma boa fonte de vitamina C, a abobrinha fornece uma grande combinação de nutrientes antioxidantes convencionais, e também de antioxidantes não convencionais, incluindo-se os carotenóides luteína e zeaxamina. Ambos são especialmente úteis na proteção aos olhos, incluindo-se proteção contra a degeneração macular e a catarata decorrentes do avanço da idade.

Para obter integralmente os benefícios da abobrinha relacionados aos antioxidantes é necessário consumir não somente a polpa, mas também a casca e as sementes já que muitos nutrientes antioxidantes valiosos são encontrados nessas partes. Uma boa dica para compra é a abobrinha orgânica, reduzindo, assim, o risco de contaminação por agentes pesticidas. Mesmo utilizando a abobrinha orgânica, convém lavar bem a casca em água corrente com o auxílio de uma escovinha, antes do preparo.

2- Benefícios aos níveis de açúcar no sangue e diabéticos

Na abobrinha, a lista de nutrientes relacionados com a regulação do açúcar no sangue saudável é longa. O correto metabolismo de açúcar no corpo requer ampla presença de muitas vitaminas do complexo B e a maioria destas vitaminas do complexo B são encontradas em quantidades valiosas na abobrinha. Incluem-se aqui o ácido fólico, vitaminas B6, B1, B2, B3, e colina. Também importante no metabolismo do açúcar no sangue são o zinco e magnésio, bem como os ácidos graxos omega-3, todos estes nutrientes fornecidos pela abobrinha.

Um dos pilares da proteção à saúde dos portadores de diabetes tipo 2 é a ingestão de grandes quantidades de fibras alimentares. A abobrinha não só fornece uma quantidade muito boa de fibra alimentar (2,5 gramas por porção de 100 g), mas também fornece fibras de polissacarídeos como a pectina, que têm benefícios especiais para a regulação do açúcar no sangue. A pectina existente na abobrinha muitas vezes inclui cadeias de ácido D-galacturónico chamado homogalaturonano. Um número crescente de estudos em animais mostram que estes componentes ajudam a manter os níveis da insulina e de açúcar no sangue em equilíbrio, protegendo contra o aparecimento da diabetes tipo 2.

3- Benefícios Anti-inflamatórios

Embora sem existência de extensas pesquisas a respeito, existem interessantes benefícios da abobrinha pouco explorados. Uma destas áreas está relacionada às inflamações.

A presença de gorduras omega-3 nas sementes de abobrinha, a presença de carotenóides anti-inflamatórios como a luteína, zeaxantina e beta-caroteno, bem como a presença de polissacarídeos anti-inflamatórios como homogalaturonano fazem deste vegetal uma escolha natural para a proteção contra as indesejadas inflamações. Vários estudos preliminares em animais mostram proteção anti-inflamatória potencial para o sistema cardiovascular e também para o trato gastrointestinal, especialmente contra as úlceras gástrica e duodenal.

4- Proteção antimicrobiana

As sementes da abobrinha e o óleo extraído dessas sementes têm larga utilização antimicrobiana, especialmente como antiparasitários. Curiosamente, sementes de abobrinha ainda são utilizadas em algumas partes do mundo, para o tratamento de vermes intestinais ou outros parasitas intestinais, ainda que não haja estudos científicos suficientes que respaldem essa utilização.

5-Auxiliar na Saúde da próstata

A utilização dos benefícios da abobrinha para doenças da próstata se aplica ao alargamento não canceroso da próstata conhecido como hiperplasia prostática benigna, ou BPH. Sementes e óleos de abobrinha têm sido tradicionalmente usados para ajudar a diminuir a frequência de micção que é comumente experimentada por homens diagnosticados com HBP.

6- Benefícios Contra o Câncer

A combinação de nutrientes antioxidantes e anti-inflamatórias existentes na abobrinha fornece benefícios anti-câncer. O desenvolvimento de muitos tipos de câncer depende do estresse oxidativo crônico indesejado, derivado do reduzido consumo de nutrientes antioxidantes, e da inflamação crônica que pode ocorrer ao longo da vida, com falta de nutrientes anti-inflamatórios. Os benefícios anti-cancerígenos da abobrinha ainda estão em fase preliminar de estudos.

7- Protege o sistema respiratório contra a asma

Devido à sua grande quantidade de vitamina C, a abobrinha é considerada como um excelente aliado no combate à asma. A vitamina C, um poderoso antioxidante, também desempenha um papel fundamental na manutenção do sistema imunológico e no combate às doenças respiratórias. Suas propriedades anti-inflamatórias ajudam a manter os pulmões abertos e limpos.

8- Fortalece dentes e ossos

A abobrinha também contém cálcio que ajuda no correto funcionamento do sistema nervoso e fortalece nossos ossos e dentes.

9- Diminui o colesterol ruim

O alto conteúdo de fibras existente na abobrinha ajuda na redução do colesterol ruim. Os níveis de vitamina A e vitamina C retardam o início da aterosclerose, evitando que o colesterol se oxide nas veias e artérias do corpo e provoque obstruções.

10- Auxilia na perda de peso

A abobrinha cozida, com casca, contém apenas incríveis 37 calorias por porção de 100g, sendo uma das “queridinhas” nas dietas para redução de peso. É recomendável utilizar a abobrinha em substituição a outros alimentos com mais calorias como os que contém carboidratos. Assim, você pode comer uma porção maior de abobrinha em forma de salada, refogada com azeite de oliva, assada ou grelhada sem se preocupar em violar os números de calorias da sua dieta. E ainda tem mais! Por conter 95% de água a abobrinha também ajuda a manter seu corpo hidratado, o que lhe garante mais energia e menor incidência de dores de cabeça.

11- Excelente para o coração

Com grandes quantidades de potássio, que ajudam a diminuir a pressão arterial e também de folato que diminui o aminoácido homocisteína que causa ataques do coração e derrames, a abobrinha também é rica em magnésio que ajuda a manter a pressão arterial em níveis seguros e as batidas do coração em ritmo estável.

Contraindicações?

Em virtude de suas baixas calorias e quantidade considerável que vitaminas e minerais, não existe nenhum estudo de que as abobrinhas possam causar quaisquer contraindicações em pessoas saudáveis ou com alguma moléstia.

Propriedades Marcantes da Abobrinha

A abobrinha é um dos vegetais menos calóricos do mundo. Tem apenas 37 calorias a cada 100 g cozida. Não contém gorduras saturadas relevantes ou colesterol. Sua casca é uma fonte excelente de fibras que ajudam a reduzir a prisão de ventre e, consequentemente, oferece proteção contra o câncer de cólon.

As abobrinhas, especialmente as de casca amarela, são ricas em flavonoides e antioxidantes fenólicos como ascarotenos, luteína e zea-xantina. Esses ingredientes diminuem a ação dos radicais livres e espécies reativas de oxigênio (ROS) que possuem papel fundamental no envelhecimento e outras doenças.

Esse vegetal detém boas quantidades de folatos: fornecem 24 µg ou 6% de RDA a cada 100 g. Os folatos são importantes na divisão celular e na síntese do DNA. Quando ingeridos em quantidades corretas no início da gravidez ajudam a prevenir defeitos no feto.

É uma grande fonte de potássio, um importante eletrólito intra-celular. O potássio é um eletrólito muito favorável ao coração já que auxilia na redução da pressão sanguínea e controla os batimentos cardíacos através da redução do sódio.

Abobrinhas frescas são ricas em vitamina A: fornecem cerca de 200UI a cada 100 g. Fornecem, também, cerca de 30% das necessidades diárias de vitamina C a cada 100 g consumidas.

Contém níveis moderados de vitaminas do complexo B, bem como minerais importantes como ferro, manganês, fósforo e zinco.

Adicione esse vegetal incrível como parte da sua dieta regular e sinta os benefícios da abobrinha na sua saúde e boa forma!