sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Adoçantes

Muita gente sempre pergunta nos atendimentos qual o melhor adoçante?

Para ajudar na escolha, nesta postagem, vou falar sobre o assunto.

Adoçantes ou edulcorantes são substâncias de baixo ou inexistente valor energético que proporcionam, a um alimento, o gosto doce. Além da sacarose (açúcar natural mais difundido mundialmente), são largamente utilizados a sacarina, ciclamato e taumatina, que são moléculas bastantes distintas dos glicídios naturais.

Inicialmente, os adoçantes foram formulados para atender as necessidades de diabéticos em substituição ao açúcar. Nos dias atuais os adoçantes também são utilizados em planos alimentares para perda de peso por em geral possuírem baixo ou nenhum valor calórico.

Os adoçantes podem ser classificados em artificiais ou sintéticos como a sacarina sódica, ciclamatos etc., que não apresentam valores calóricos, e os naturais como a frutose, o sorbitol etc., que possuem menos caloria que a glicose presente na sacarose.

Estudos indicam que os adoçantes artificiais são, em muitos casos, nocivos à saúde mesmo em concentrações preconizadas por órgãos de saúde.

Classificação
Adoçantes de mesa: produto formulado para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, devendo ser constituído por edulcorantes previstos na legislação e açúcar. Não é indicado para diabéticos.

Adoçantes dietéticos: produto formulado para dietas com restrição de sacarose, frutose e ou glicose para atender às necessidades de pessoas sujeitas à restrição da ingestão desses carboidratos. As matérias-primas frutose, sacarose e glicose não podem ser utilizadas em sua fabricação.

Adoçantes Naturais

São os extraídos diretamente de plantas ou produzidos por via biotecnológica.
  • Glicose: Componente da sacarose e, basicamente, o glicídeo mais utilizado metabolicamente para a produção de energia.
  • Isomaltose ou E 953
  • Manitol ou E 421
  • Maltitol ou E 965
  • Sacarose ou açúcar de mesa: É obtida da beterraba (contendo 15%) ou da cana-de-açúcar (com 25% de sacarose).
  • Lactose: açúcar encontrado no leite, possui baixo potencial dulçor. É utilizada como insumo inerte (II) em preparações. homeopáticas
  • Flavonoides:
  • Frutose: É conhecido como o açúcar para diabéticos. É comumente encontrada em frutos. É utilizado para a fabricação de produtos para diabéticos, porém o seu consumo deve ser controlado, já que pode ser interconvertida em glicose. A frutose metaboliza-se mais lentamente.
  • Esteviosídeos: Extraído da Stevia rebaudiana. Um adoçante natural, rejeitado por muitos por ter sabor característico, mas que vem se popularizando no centros urbanos pelos seus benefícios para a saúde, em especial para as diabetes.
  • Taumatina ou E 957
  • Xilitol ou E 967: Adoçante parecido ao sorbitol, pouco utilizado devido ao seu custo de produção. É utilizado em gomas de mascar de valor mais elevado.

Sintéticos ou Artificiais

São os produzidos através de processos industriais específicos.
  • Acesulfame-k ou E 950: Não é metabolizado pelo organismo e tem poder adoçante 200 vezes maior que a sacarose;
  • Aspartame ou E 951: É um dos mais recentes, seu poder adoçante se aproxima a sacarina. É proibido o seu consumo àqueles com fenilcetonúria. Perde o sabor quando submetido a temperaturas superiores a 120 °C ou mais baixa de forma prolongada. Seu poder adoçante é 200 vezes superior ao da sacarose, ou seja, é necessário uma dose 200 vezes menor que a de açucar;
  • Ciclamato ou E 952: É 50 vezes mais doce que o açúcar. Os ciclamatos estão proibidos nos Estados Unidos e Japão.
  • Lactitol: Adoçante artificial pobre em calorias. É empregado para a confecção de doces de baixas calorias. É recomendável aos diabéticos. É menos doce que a sacarose porém mais estável que o aspartamo;
  • Lisozima ou E 1105;
  • Neo-hesperidina di-hidrocalcona ou E 959ː Elaborado da laranja amarga;
  • Neotame: O mais potente que existe;
  • Polidextrose ou E 1200: Adoçante utilizado por suas propriedades gelificadoras e espessantes, ideal para a produção de sobremesas;
  • Sacarina ou E 954: Acredita-se que doses inferiores a 2,5 gramas ao dia não são tóxicas.
  • Sorbitol ou álcool de açúcar: Tem as mesmas vantagens e inconveniências que a frutose, porém pode causar diarreia se for consumido em excesso. É o adoçante geralmente utilizado nas gomas de mascar "sem açúcar". No fígado, pode ser transformado em glicose e frutose;
  • Sucralose ou E 955: Açúcar modificado com átomos de cloro, é 600 vezes mais potente que o açúcar comum

Agora, aprenda um pouco sobre os mais conhecidos.

Sacarina

Foi descoberta em 1879. 
Está aprovada para utilização em produtos industrializados e como adoçante de uso geral. 
Uma pessoa com 70 kg pode consumir até 28 sachês por dia.

Prós: tem poder adoçante 300 vezes maior que o açúcar.
Contras: até hoje não existem comprovações quanto a sua toxicidade. 
Sacarina sódica possui sódio em sua composição, sendo um fator de risco para os hipertensos. Seu uso não é indicado em período gestacional, pois é permeável à placenta e de difícil excreção pelo feto, o que estaria associado à diminuição do crescimento do bebê e ao aparecimento de tumores malignos.
Calorias: não-calórico
Pode ser utilizada também em preparações assadas.

Aspartame

Foi aprovado em 1981. 
Atualmente seu uso está liberado como adoçante de uso geral, mas não deve ser utilizado para alimentos que necessitem ser assados. 
Não pode ser utilizado por pessoas que contenham fenilcetonúria, pois um de seus componentes é a fenilalanina e a ingestão dessa substância deve ser controlada por pacientes com essa doença.
É muito utilizado principalmente nas bebidas dietéticas. 

Prós: tem poder adoçante 200 vezes maior que o açúcar. 
Contras: existem dúvidas quanto aos malefícios desse adoçante, pois alguns estudos falam do seu potencial carcinogênico, enquanto outros relatam a segurança do uso. 
Calorias: aspartame líquido contém 1,3 cal/10 gotas e em pó 4 cal/g

Acessulfame de Potássio (Acessulfame – K)

Foi aprovado pela primeira vez em 1988. 
Geralmente aparece nos rótulos dos alimentos como: Acessulfame K, Acessulfame de potássio ou Ace-K. 
Em 2003 foi aprovado como adoçante de uso geral e intensificador de sabor em alimentos, sob algumas condições de uso. 
É um sal derivado do potássio. 
Para atingir a dose máxima permitida por dia, uma pessoa com 70 kg precisaria consumir diariamente seis litros de um refrigerante zero. 

Prós: possui poder adoçante 125 vezes maior que o açúcar. 
Contras: a única restrição ao consumo desse adoçante é para portadores de doenças renais ou outras patologias cujo tratamento deve restringir o consumo de potássio. 
Calorias: não-calórico
Pode ser utilizado como substituto do açúcar em produtos assados.

Estévia

Produzida com as folhas de uma planta conhecida como Stevia rebaudiana, encontrada em alguns lugares da América do Sul.
Seus testes foram realizados em 2008 e a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece seu uso. 
Pode ser utilizada como adoçante de uso geral e como substituta do açúcar para produtos assados.
Sua dose diária recomendada de 5,5mg/kg, então uma pessoa de 70 kg poderia consumir 385 mg por dia de steviosídeo. 
Não tem contraindicação e é totalmente atóxico.

Prós: é natural e possui sabor 300 vezes mais doce que o açúcar. Tem boa estabilidade em altas e baixas temperaturas, podendo ser levado ao fogo e ao congelador.
Contras: possui forte sabor amargo residual.
Calorias: não-calórico

Ciclamato

Foi um dos primeiros adoçantes descobertos, sendo que a sua aprovação também contou com a análise de inúmeros estudos científicos. 
Hoje, seu consumo é permitido em mais de 50 países na Europa, Ásia, América do Sul, Norte e África . 
No final da década de 60 e começo da de 70, surgiu a hipótese de que o ciclamato poderia causar câncer de bexiga. 
Há aproximadamente 475 estudos científicos comprovando que o ciclamato não é carcinogênico. E, 24 estudos mostraram que, mesmo após ingestões elevadas de ciclamato durante toda a vida, não houve alteração ou formação de câncer em animais de laboratório. 
Inúmeros estudos também em humanos comprovaram esse mesmo resultado. 
Por isso, mantém se a aprovação e dosagem atribuídas ao ciclamato. 
No Brasil, é permitido também o uso de ciclamato. 

Se houvesse um adoçante comercial composto 100% por ciclamato, uma pessoa de 70 kg poderia consumir diariamente, no máximo, seis sachês. 
Mas não há marca comercial que utilize apenas o ciclamato na composição. 
Ele está sempre associado a outros adoçantes e, dessa forma, a quantidade presente nos produtos é muito pequena. 

Prós: adoça 50 vezes mais que o açúcar.
Contras: talvez seja o mais polêmico de todos. É amplamente utilizado em produtos alimentícios e farmacêuticos. 
O produto contém sódio em sua composição e, portanto, é um fator de risco para os hipertensos.
Calorias: não-calórico
Pode ser utilizado como substituto do açúcar e para utilização em produtos assados.

Frutose

Extraída das frutas maduras, de alguns vegetais e do mel, pode ser consumida por diabéticos, mas só com orientação médica ou de uma nutricionista. 
Produz 4 cal/g, o mesmo valor da sacarose (açúcar comum). 
Por essa razão, é desaconselhável para regimes de emagrecimento.

Prós: a frutose é uma vez e meia mais doce que o açúcar, reduzindo assim a quantidade usada, ou seja, precisa de menos frutose para dar o mesmo sabor doce do açúcar.
Contras: não possui limite de consumo, mas o excesso de frutose pode causar aumento nos triglicerídeos sanguíneos e provocar cáries.
Calorias: 4 cal/g

Manitol

É um edulcorante natural amplamente encontrado em vegetais como aipo, cebola e beterraba. 
Seu consumo diário é de 30g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g.

Prós: seu poder adoçante é de 70% em relação ao açúcar. Não provoca cáries.
Contras: há relatos de que provoca um significativo efeito laxante quando ingerido em doses elevadas.
Calorias: 2,4 cal/grama

Sucralose

Foi aprovada para utilização como adoçante de uso geral em 1999, sob algumas condições de uso. 
É encontrada em alimentos como: produtos de padaria, bebidas, chicletes, gelatinas e sobremesas congeladas à base de leite. 
É um substituto do açúcar para produtos assados.
Embora feita a partir de açúcar e com gosto de açúcar, não é reconhecida pelo organismo como um hidrato de carbono e, por isso, tem zero calorias. É uma alternativa útil para quem está tentando reduzir o açúcar ou a ingestão de calorias. Muitos produtos diet ou light, incluindo refrigerantes, bebidas gasosas e doces, são adoçados com sucralose.

Prós: é cerca de 600 vezes mais doce do que o açúcar e, portanto, pequenas quantidades são necessárias para adoçar bebidas e alimentos.
Contras: Possui cloro em sua composição, que compete com a absorção de iodo na glândula da tireoide, sendo contraindicado para pessoas que possuem distúrbios na tireoide.
Calorias: não-calórico

Neotame

A sua utilização foi aprovada em 2002, como adoçante de uso geral e intensificador de sabor de alimentos, mas possui condições para o seu uso. 
Pode ser utilizado como substituto do açúcar em produtos assados.

Sorbitol

Possui 50% menos doce que o açúcar, seu consumo diário é de 30g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g.

Prós: é uma substância natural de algumas frutas e de algas marinhas. Resiste a temperaturas elevadas.
Contras: contraindicado para obesos e diabéticos descontrolados. Doses muito altas são diuréticas e aumentam a perda de cálcio no organismo.
Calorias: 0,01 cal/gota

Xilitol

Tem sabor semelhante ao da sacarose (açúcar comum). Não é encontrado puro e, normalmente, é usado na composição de adoçante para atenuar o gosto amargo de outros edulcorantes. Seu consumo diário é de 30 g a 50g em doses parceladas por dia, embora algumas pessoas não tolerem quantidades superiores a 10g. Seu poder adoçante corresponde a 50% da sacarose.

Prós: tem o diferencial de causar uma sensação refrescante na saliva.
Contras: doses acima de 30 g/dia podem causar diarreia.
Calorias: 2 cal/g


quarta-feira, 22 de março de 2017

ALECRIM

É uma das ervas mais populares do mundo.  
Usada como remédio e tempero desde a antiguidade.
Há registro de milhares de anos atrás com o alecrim sendo usado como uma erva medicinal para aliviar dores musculares, melhorar a memória, o crescimento do cabelo, o sistema imunológico e o circulatório.


A planta cresce durante todo o ano, então está sempre disponível nos mercados.
A versão fresca do alecrim é a que contém mais nutrientes e mais sabor. Na hora de escolher, prefira a erva com folhas verdes claras e sem manchas escuras.

É uma boa fonte de ferro, cálcio, magnésio, fósforo, potássio e vitamina B6

Benefícios

Propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes
O alecrim é rico em antioxidantes como ácido rosmarínico, ácido cafeico, ácido carnósico, ácido betulic, e carnosol. Essas substâncias tem propriedades antiinflamatórias e são fundamentais para neutralizar os radicais livres, evitando danos para o corpo, o envelhecimento precoce da pele e o crescimento de células cancerígenas.

Em função desses antioxidantes, o alecrim é particularmente famoso por suas propriedades contra o envelhecimento, melhorando a aparência e saúde da pele, principalmente quando usado em óleo. As propriedades anti-inflamatórias também atuam nos músculos, vasos sanguíneos e juntas. Auxiliando quem sofre com artrite, gota e pressão alta.

Desintoxicante
Por ser um diurético natural, ajuda a desintoxicar o corpo, colocando para fora patógenos, sais, toxinas e até mesmo o excesso de gordura. Um corpo sem toxinas leva a menor risco de cirrose, problemas no fígado e uma pele mais bonita.

Memória e concentração
Estudos mostram que o alecrim funciona como um estimulante para toda as funções cognitivas, melhorando a memória, concentração e raciocínio lógico. Apesar de ainda precisar de mais pesquisas para explicar como o alecrim atua, é um bom sinal que a erva é usada com estes objetivos há milhares de anos.

Sistema neurológico
Pesquisas apontam que alecrim melhora o sistema neurológico como um todo e evita o envelhecimento cerebral. Ele possui ácido carnósico, que ajuda o corpo e evitar e reverter danos no cérebro.

Sistema digestivo
Entre os benefícios do alecrim está um sistema digestivo saudável. Estudos apontam que alecrim melhora o sistema digestivo como um todo, evitando azia, gases, constipação, diarreia e falta de apetite. Ainda ajuda a regular todo o sistema gastrointestinal e os movimentos do intestino.

Prevenindo câncer
Uma pesquisa publicada no Oncolocy Reports (Relatórios de Oncologia) defende que alecrim ajuda a evitar o desenvolvimento de câncer de mama e leucemia. Outros estudos apontam que alecrim tem propriedades que evitam o desenvolvimento de tumores, reduzindo os riscos de desenvolver câncer.

Antibacteriano natural
Pesquisas também apontam que o alecrim tem propriedades antibacterianas, especialmente úteis contra infecções bacterianas no estômago, que podem levar a úlceras e outras doenças mais graves. Incluir alecrim na dieta diária pode evitar doenças causadas por bactérias.

Contra mau hálito
Como possui propriedades antibacterianas e um forte sabor e cheiro cítrico amadeirado, funciona bem contra mau hálito e higiene oral como um todo. Fazer gargarejo de água quente com algumas folhas de alecrim mata as bactérias da boca e deixar o hálito fresco.

Estimula circulação
Estudos apontam que alecrim estimula a produção de células vermelhas e melhora o fluxo de sangue no corpo, ajudando a oxigenar todos os órgãos vitais e todas as áreas do corpo.

Alívio da dor
Alecrim possui substâncias analgésicas e é usado para aliviar desde a antiguidade. Para dores externas, é possível aplicar óleo ou pasta. Para dores na cabeça, basta ingerir com a comida ou tomar em forma de chá.

Contraindicações

A erva possui uma substância similar à aspirina, chamada salicilato, que pode causar alergia em quem é alérgico ao remédio. 
Também, por aumentar o risco de hematomas, deve ser evitado para quem já tem pré-disposição, assim como que sofre com convulsões.
Ela também pode afetar o funcionamento de alguns medicamentos. Por ser um diurético natural, ela pode afetar o uso de diuréticos e medicamentos com lítio (usado em tratamento de episódios maníaco-depressivos). A erva também pode afetar anticoagulantes e inibidores de ECA.
  

O alecrim pode ser usado fresco, seco, em pó, óleo ou chá.

quarta-feira, 8 de março de 2017

HORTELÃ

Cotada para o preparo de saladas e smoothies, a hortelã, ou famosa menta, possui diversas propriedades medicinais, mas que algumas destas são desconhecidas por muitos. 

Os benefícios da hortelã podem envolver desde efeito relaxante até recuperação e tratamento de queimaduras. O suco pode ser não só consumido em lanches, mas também aplicado sobre a pele, beneficiando os tecidos de diversas formas.

As propriedades da hortelã são buscadas também a partir da aromaterapia, onde é utilizado o aroma da planta para relaxamento físico e mental. Há pessoas que simplesmente tomam o chá, mas há também a inserção das folhas na água do banho, em banheira com água morna, apontado como excelente para aliar o estresse do cotidiano. 

É importante conhecer sobre as propriedades da hortelã e para que serve sua aplicação na culinária, além de ficar por dentro das variedades oferecidas pela indústria, podendo assim fazer uso adequado, com conhecimento para que serve cada opção, como os sucos, óleos, pomadas, chá, e muito mais.

Melhor digestão
Os benefícios da hortelã podem contribuir com um melhor processo de digestão, o que reduz desconfortos estomacais, previne inflamações, evitando mal-estar. Esse efeito positivo é obtido devido aos antioxidantes e fitonutrientes presentes nas folhas. O sabor único da hortelã ativa a ação de glândulas salivares e possibilita o relaxamento dos músculos do estômago, as quais agem positivamente sobre as enzimas digestivas, favorecendo todo o processo de digestão. Cotada para tratar desconfortos estomacais, a hortelã ajuda aqueles que sofrem com problemas intestinais, flatulência e acidez. Para que os efeitos sejam notados, recomenda-se o consumo de uma xícara após as refeições.

Redução de dores de cabeça e náuseas
Se você sofre com esses desconfortos, então ficará feliz em saber que as folhinhas de hortelã podem ser convenientes para a redução dessas condições. As náuseas durante viagens e gravidez podem ser reduzidas com a ajudinha da hortelã, reduzindo impactos sobre o estômago. Esse benefício é demonstrado não só no consumo das folhinhas, mas também com pastilhas e outros produtos de sabor menta que são degustados nessas ocasiões. Sendo apontada como funcional para a redução de dores de cabeça, as folhinhas de hortelã também podem ser esfregadas na região da testa, sendo representativas para a redução de inflamações, enxaquecas, com efeito calmante.

Auxilio a doenças respiratórias
A hortelã é apontada como remédio para tratamento de congestionamento de nariz e garganta, oferecendo alivio aos pulmões e brônquios. O suco ou chá de hortelã pode ser conveniente para a redução de impactos causados por gripes e resfriados. Pessoas que sofrem com asma podem contar com a hortelã para o tratamento de congestão. A rinite e asma são as condições mais comuns que atingem inúmeras pessoas, principalmente nas estações mais frias do ano. Para quem lida com rinite e alergias específicas, a hortelã pode agir sobre o comportamento de histaminas, dessa forma, reduzindo as irritações e sintomas diversos. Ao inalar o cheiro, a planta pode agir como expectorante, sendo uma das formas mais eficientes para obter amplos benefícios, pois pode agir não só sobre as vias respiratórias, mas também reduz dores e estende o efeito calmante para cabeça e corpo.

Reduz dores nos mamilos de gestantes
Há diversas plantas que são contra indicadas para gestantes, mas no caso da hortelã, seu consumo pode ser muito benéfico para a saúde dessas mulheres. A menta é funcional para a redução de desconfortos e dores nos mamilos, consequência muito comum no período de amamentação.

Auxilio contra fadiga
O excesso de exercícios físicos, overtraining e sobrecarga de atividades na rotina podem gerar fadigas, oscilações de humor, e consequentemente até depressão, e esses fatores podem ser prevenidos com a ajuda da hortelã. O cheiro das folhas já desperta o funcionamento cerebral, e a ingestão pode apoiar a renovação energética, reduzindo cansaço, ansiedade e desanimo. Há pessoas que dormem com folhas de hortelã sob o travesseiro, mas há fabricantes que disponibilizam óleo de mentol ou hortelã, que pode ser aplicado no corpo ou no travesseiro, deixando-a agir durante as horas de descanso.

Atua contra a acne
Os problemas com acne e manchas são comuns entre adolescentes, mas ao invés do uso de pomadas e intervenções estéticas, a hortelã se mostra eficiente para efeito antisséptico, anti-inflamatório e antipruriginoso. O suco das folhas pode ser um excelente aliado para a limpeza de pele, e ainda contribui com a redução de cravos e espinhas, melhorando a aparência da pele e saúde dos tecidos. O uso da menta ainda é convencional como repelente para picadas de mosquitos e insetos. Os já citados óleos de hortelã também podem ser aplicados sobre a pele, agindo na prevenção contra as picadas de insetos. O responsável pelos efeitos sobre a pele é o ácido salicílico, que age como esfoliante, hidratante, ajuda os poros a se manterem abertos, além de reduzir a oleosidade.

Prevenção do Alzheimer
Algumas pesquisas comprovaram que os benefícios da hortelã podem contribuir com o melhor funcionamento cognitivo, favorecendo a capacidade de concentração e agilidade mental. De olho na qualidade dos exercícios mentais, as folhas ainda podem estimular e melhorar a aptidão para memorizar, se ingeridas regularmente. O Alzheimer causa efeitos que podem prejudicar o rendimento e comprometer a capacidade de memorização, por isso, a hortelã pode ser uma excelente aliada para a prevenção dessa condição.

Ajuda a perder peso
Cuidar da boa forma não se limita à vaidade, mas também à saúde, por isso, seguir uma alimentação equilibrada e com alimentos funcionais pode reduzir a possibilidade de mal-estar. A hortelã pode ser importante para o estimulo das enzimas digestivas, as quais iram agir para a melhor absorção de vitaminas e minerais, garantindo a nutrição e digestão saudável, induzindo à eliminação de toxinas e substâncias indesejáveis ao corpo, garantindo energia para as atividades e evitando desconfortos. Sabemos que os alimentos devem ser metabolizados de forma adequada, e a hortelã pode fazer parte do cardápio da dieta, sem oferecer prejuízos calorias, e induzindo o uso da gordura corporal como fonte energética, reduzindo as medidas.

Boca saudável
Muitas vezes a pouca atenção e cuidados com a boca pode gerar consequências graves. De olho na saúde bucal, a hortelã pode garantir efeito anti-inflamatório e antibacteriano, os quais são importantes para a prevenção de infecções e condições como mau hálito, cáries e fatores mais graves. A hortelã compõe diversos produtos para cuidados bucais, mas se optar por meios naturais, inserir as folhas em suas saladas já oferecerá grande contribuição.

Redução de cólicas
Muitas mães dão o chá de hortelã para reduzir as dores causadas por cólicas, mas esse benefício também pode ser desfrutado por gente grande. Mulheres que sofrem com cólicas menstruais podem tomar uma xícara de chá de hortelã, pois a planta pode aliviar e ainda reduzir as náuseas causadas durante esses dias. O efeito possibilita que os músculos abdominais relaxem e a tensão sobre o útero seja reduzida.

Fortalece o sistema imunológico
Assim como diversos alimentos naturais, a hortelã pode fortalecer o organismo e auxiliar na imunidade. Ela contém vitaminas e minerais que podem ajudar na proteção do corpo contra possíveis inflamações, infecções e demais interferências externas. Podemos reconhecê-la como fonte de vitaminas de complexo B, C, D, e E, além de minerais como Fósforo, e Cálcio, que são convenientes para uma nutrição completa.

Ajuda na prevenção do câncer
Diversos alimentos são apontados como funcionais para a prevenção de Câncer, por isso, é importante que reconheçamos a contribuição da hortelã, desde que ela seja aliada a uma alimentação equilibrada e rica em múltiplos alimentos contribuintes. As folhas podem oferecer álcool perílico, que é um fitoquímico de efeito representativo para a prevenção de Câncer de mama, próstata, fígado, Cólon, pulmão, e até mesmo pele.

Colesterol
As pequenas folhinhas podem induzir a um melhor funcionamento do fluxo de bile, processo o qual pode possibilitar quebra das moléculas de gordura, fator importante para o controle de níveis de colesterol bom e ruim, e também pressão do fígado. Esse benefício é muito conveniente para aqueles que desejam reduzir o percentual de gordura ou manter a boa forma.

Tônico capilar
O uso de diversas vitaminas e cosméticos pode ser conciliado com a aplicação de óleo de hortelã como fortalecedor dos seus fios de cabelo. O preparo do chá natural, com aplicação de borrifadas, também pode oferecer efeitos positivos para que o cabelo fique hidratado e com brilho. Vale ressaltar que os efeitos podem ser potencializados, se o óleo de hortelã for combinado com demais óleos funcionais, como o óleo de coco, vitamina E, e muitos outros.